Dirigido por Elias Andreato e estrelado por Odilon Wagner e Marcello Airoldi, o espetáculo narra um encontro entre o pai da Psicanálise e o escritor C.S. Lewis, e volta a entrar em cartaz, nos dias 27,28 e 29 de novembro, no Teatro do Bourbon Country.

Os ingressos já estão à venda pelo site.

 

A Última Sessão de Freud, o maior sucesso do teatro brasileiro de prosa, desde 2022, dirigida por Elias Andreato para o texto do premiado autor americano Mark St. Germain já foi vista por mais de 140 mil pessoas e, volta, para sua terceira temporada em Porto Alegre, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, às 20 horas, no Teatro do Bourboun Country.

 

A trama apresenta um encontro fictício entre Sigmund Freud (Odilon Wagner) o pai da psicanálise, e o escritor, poeta e crítico literário C.S.Lewis (Marcello Airoldi), dois intelectuais que influenciaram o pensamento científico filosófico da sociedade do Século XX.

 

Durante esse diálogo, Sigmund Freud, crítico implacável da crença religiosa, e C.S. Lewis, renomado professor de Oxford, crítico literário, ex-ateu e influente defensor da fé baseada na razão, debatem, de forma apaixonada, o dilema entre ateísmo e crença em Deus. O texto de Mark St. Germain é baseado no livro Deus em Questão, escrito pelo Dr. Armand M.Nicholi Jr. – professor clínico de psiquiatria da Harvard Medical School. Freud quer entender por que um ex-ateu, um brilhante intelectual como C.S. Lewis, pode, segundo suas palavras, “abandonar a verdade por uma mentira insidiosa” – tornando-se um cristão convicto.

 

No gabinete de Freud, na Inglaterra, eles conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo, morte e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.

 

O cenário assinado por Fábio Namatame (indicado ao Prêmio Shell melhor cenário) reproduz o consultório onde Freud desenvolvia sua psicanálise e seus estudos. Ele estava exilado na Inglaterra após ter fugido da perseguição nazista na Áustria, em plena Segunda Guerra Mundial, no ano de 1939.

 

Em uma entrevista sobre o espetáculo, o autor comenta: “A peça mostra um embate de ideias. Isso é uma armadilha, e eu não queria que o espetáculo se transformasse em um debate. Por isso, pelo bem da ação dramática, situei o encontro entre Freud e Lewis no dia em que a Inglaterra ingressou na Segunda Guerra Mundial. Então, são dois homens no limite, sabendo que Hitler poderia bombardear Londres a qualquer minuto”.

 

O diretor Elias Andreato optou por uma encenação que valorize a palavra, construindo as cenas de modo que o texto seja o protagonista e as ideias estejam à frente de qualquer linguagem.

 

“O Teatro é uma forma de arte onde os atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados. É isso o que me interessa: despertar sentimentos e acreditar na força de se contar uma história. É muito prazeroso brincar de ser outro e viver a vida dessa pessoa em um cenário realista, com figurino de época, jogando com ficção e realidade. Isso é a realização para qualquer artista de teatro. E é assim que defino essa experiência de me debruçar sobre a obra teatral de Mark St. Germain: A Última Sessão de Freud. Depois de 25 anos de sessões de psicanálise, talvez seja necessário me deixar conduzir, cada vez mais, pela paixão que tenho por meu ofício: o Teatro. A minha profissão de fé. E crer: a arte sempre nos salva de todos os perigos”, comenta o diretor.

 

Para Odilon Wagner a experiência de interpretar Freud é fascinante: “Para um ator ter a oportunidade de representar um personagem tão intenso e profundo, que fez parte de nossa história recente, é um privilégio. A construção desse personagem me fez vibrar desde a primeira leitura, foram meses estudando sua vida e personalidade, para tentar trazer um recorte mais fiel possível do último ano de vida desse grande gênio do Século XX”, revela.

 

Sinopse

 

No gabinete de Freud, na Inglaterra, o pai da psicanálise e o escritor C.S. Lewis conversam sobre a existência de Deus, mas o embate verbal se expande por assuntos como o sentido da vida, natureza humana, sexo e as relações humanas, resultando em um espetáculo que se conecta profundamente com o espectador através de ferramentas como o humor, a sagacidade e o resgate da escuta como ponto de partida para uma boa conversa. O sarcasmo e ironia rondam toda essa discussão. As ideias contundentes ali propostas nos confundem, por mais ateus ou crentes que sejamos.

 

Ficha Técnica

Assistente de Direção: Raphael Gama

Idealização: Ronaldo Diaféria

Elenco: Odilon Wagner e Marcello Airoldi

Cenário e figurino: Fábio Namatame

Assistente de cenografia: Fernando Passetti

Desenho de Luz: Gabriel Paiva e André Prado

Iluminação: Nádia Hinz

Sonorização: Gabriel Fernandes

Trilha Sonora: Raphael Gama Arte

Gráfica: Rodolfo Juliani

Fotografia: João Caldas

Designer de som: André Omote

Produtor Executivo: Adolfo Barreto

Direção de palco / Contra-regragem: Vinicius Henrique, Kauã Nascimento

Produtores Associados: Ronaldo Diaféria e Odilon Wagner

Produção Local: Selo Terceiro Sinal | Gana & Voga

 

SERVIÇO

 

A Última Sessão de Freud

Temporada: 27, 28 e 29 de novembro de 2025 (quinta, sexta e sábado) às 20 horas

 

Local: Teatro do Bourbon Country

Endereço: Rua Tulio de Rose, n.º 80

 

Ingressos: R$ 40,00 a R$180,00 (Descontos detalhados no site de vendas)

Vendas online: https://www.teatrodobourboncountry.com.br/

 

Ponto de Venda: Bilheteria

 

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam

 

Sobre o Terceiro Sinal:

 

O Terceiro Sinal é um selo da Gana&Voga, estúdio de design experiencial e escritório de produção cultural, lançado no início de 2025. Em trajetória de 3 anos e mais de 100 projetos, a Gana&Voga já criou dias extraordinários para mais de 500 mil pessoas. O Terceiro Sinal nasce com propósito de reconhecimento a Porto Alegre, incluindo a capital gaúcha no circuito dos grandes espetáculos nacionais. O terceiro sinal é aquele momento mágico que antecede o levantar das cortinas. É quando o público se ajeita na poltrona, silencia, e o espetáculo começa. É sobre isso que queremos falar: emoção, encantamento, reflexão — e, sobretudo, encontro. Um encontro entre artistas consagrados, obras de alto nível e o nosso público porto-alegrense, que sempre foi exigente, afetuoso e acolhedor com as artes cênicas.

 

Sobre a Gana&Voga:

 

A Gana&Voga é um estúdio de design experiencial e escritório de produção cultural sediado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Fundada em 2022, a empresa atua na criação, produção e execução de eventos culturais, festivais, espetáculos e ativações que promovem a conexão entre artistas, públicos e territórios. Entre seus projetos, destaca-se a co-realização do Porto Verão Alegre, um dos maiores festivais de artes cênicas do país, bem como a idealização do Chisme Festival, evento que celebra a música, a cultura fronteiriça e a diversidade artística da América Latina. A Gana&Voga também participa da produção de grandes festivais como Planeta Atlântida, South Summit e MECA, contribuindo para a difusão cultural e o fortalecimento da economia criativa. Além de sua atuação cultural, a empresa desenvolve projetos de design experiencial para marcas como Santander, Fruki Bebidas, Red Bull, Sicredi, Danone e South Summit, sempre com foco em narrativas que valorizam a arte, a cultura e a experiência do público. Com uma equipe multidisciplinar de produtores, gestores, designers e arquitetos, a Gana&Voga é movida pelo propósito de criar experiências culturais significativas, impactando positivamente o cenário artístico e comunitário. Informações https://www.ganaevoga.com/.