{"id":7569,"date":"2024-07-09T17:40:13","date_gmt":"2024-07-09T20:40:13","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=7569"},"modified":"2024-07-09T17:40:13","modified_gmt":"2024-07-09T20:40:13","slug":"pico-da-neblina-a-maior-aventura-do-brasil-volta-a-receber-viajantes-em-expedicoes-junto-ao-povo-yanomani","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/pico-da-neblina-a-maior-aventura-do-brasil-volta-a-receber-viajantes-em-expedicoes-junto-ao-povo-yanomani\/","title":{"rendered":"PICO DA NEBLINA: A MAIOR AVENTURA DO BRASIL VOLTA A RECEBER VIAJANTES EM EXPEDI\u00c7\u00d5ES JUNTO AO POVO YANOMANI"},"content":{"rendered":"<p>A maior Terra Ind\u00edgena do pa\u00eds \u00e9 dona da serra dos ventos, ou o Yaripo, um lugar sagrado abre a tempora 2024\/2025<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 muito tempo, na intocada floresta amaz\u00f4nica, os esp\u00edritos ancestrais dos Yanomami escolheram um lugar sagrado para residir: o Yaripo, conhecido por n\u00f3s como Pico da Neblina, Serra dos Ventos ou a Casa dos Esp\u00edritos, montanha que carrega hist\u00f3rias que s\u00e3o passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Segundo as lendas, o grande Paj\u00e9 Yoyoma, em uma vis\u00e3o espiritual, descobriu a imponente montanha que agora abre a sua temporada de visita\u00e7\u00e3o para 2024 e 2025 para receber viajantes em busca de aventura e (re)conex\u00e3o com a natureza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das principais cren\u00e7as est\u00e1 relacionada ao poder de cura e prote\u00e7\u00e3o espiritual. \u201cO Pico da Neblina \u00e9 a casa dos esp\u00edritos, onde fazem, \u00e0s vezes, as invoca\u00e7\u00f5es de esp\u00edritos para poder salvar uma pessoa quando ela est\u00e1 doente espiritualmente, que \u00e9 diferente da dor f\u00edsica\u201d, explica Ren\u00ea da Cruz Pinto, Yanomami e guia da Vival\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 desta forma que a vida \u00e9 levada no ponto mais alto do Brasil, a 2.995 metros. \u201cA gente se salva, espiritualmente, pelos Paj\u00e9s, e fisicamente, pelo posto de sa\u00fade. Nossa cultura \u00e9 forte e viva, e \u00e9 por isso que o nosso Yaripo \u00e9 sagrado\u201d, afirma Ren\u00ea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Antes de pessoas n\u00e3o ind\u00edgenas subirem a Serra dos Ventos, elas recebem uma prote\u00e7\u00e3o dos caciques e tuxauas, membros de grande respeito, espiritualidade e lideran\u00e7a dentro da comunidade. \u201cA gente acredita, espiritualmente, que o Pico da Neblina \u00e9 muito perigoso para a visita que as pessoas desconhecidas fazem. Ent\u00e3o, para n\u00e3o acontecer alguma coisa ruim para os n\u00e3o ind\u00edgenas, os Paj\u00e9s fazem uma prote\u00e7\u00e3o para as pessoas n\u00e3o ficarem doentes ou se machucarem\u201d, destaca \u00c9rica Figueiredo, coordenadora do projeto Yaripo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>20 anos de visita\u00e7\u00e3o suspensa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Pico da Neblina fica em uma sobreposi\u00e7\u00e3o entre duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o, a Terra Ind\u00edgena (TI) Yanomami com quase quase 10 milh\u00f5es de hectares e o Parque Nacional Pico da Neblina, com cerca de 2,2 milh\u00f5es de hectares. Por mais de 20 anos, a visita\u00e7\u00e3o ao Yaripo foi suspensa, sendo retomada apenas em 2021, ap\u00f3s alguns anos de conversas e estrutura\u00e7\u00f5es para que as viv\u00eancias fossem realmente sustent\u00e1veis e positivas para os viajantes e a comunidade, que deve ser protagonista e a maior beneficiada financeiramente. Durante os pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, duas empresas que conseguiram a anu\u00eancia da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (FUNAI) e o recredenciamento do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), est\u00e3o aptas e credenciadas a operar roteiros na regi\u00e3o com exclusividade global.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cHistoricamente, desde a d\u00e9cada de 80 acontecia a visita\u00e7\u00e3o desordenada ao Pico da Neblina com a invas\u00e3o de turistas sem anu\u00eancia dos ind\u00edgenas, desrespeito aos lugares sagrados e todo lucro sendo levado para fora da Terra Ind\u00edgena Yanomami\u201d, destaca Daniel Assis, chefe do n\u00facleo de gest\u00e3o integrada ICMBio Pico da Neblina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das empresas credenciadas foi a Vival\u00e1, que atualmente promove experi\u00eancias de ecoturismo, turismo de aventura e de turismo de base comunit\u00e1ria em 26 unidades de conserva\u00e7\u00e3o de 15 estados do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO povo Yanomami \u00e9 um povo de contato recente, com menos de 70 anos de proximidade com a sociedade n\u00e3o ind\u00edgena. Ent\u00e3o, tudo foi feito com muito cuidado. Desde o ano passado, participamos do edital de lan\u00e7amento, feito pelo ICMBio, Funai e ISA, buscando a organiza\u00e7\u00e3o ideal para tocar esse projeto em conjunto com o povo Yanomami. Foi a\u00ed que entramos nessa hist\u00f3ria, e fomos escolhidos pelo governo e, mais importante, pelo povo Yanomami, para desenvolver esse projeto em conjunto. Estamos muito felizes em iniciar agora nossa jornada ao ponto mais alto do Brasil e que ela possa gerar preserva\u00e7\u00e3o ambiental, enaltecimento cultural e experi\u00eancias inesquec\u00edveis\u201d, afirma Daniel Cabrera, Cofundador e Diretor Executivo da Vival\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Retomada do turismo precisou ser aprovada por lideran\u00e7as<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O retorno dos viajantes \u00e9 recente, mas a vontade \u00e9 antiga. Desde 2014, os Yanomami possu\u00edam o forte desejo de tornar realidade o plano de ecoturismo na regi\u00e3o. Para isso, alguns parceiros estrat\u00e9gicos passaram a fazer parte do projeto. \u201cICMBio, Funai, Ex\u00e9rcito e Instituto Socioambiental (ISA) entraram na trilha aberta pelos Yanomami rumo ao Yaripo, acreditando no potencial da iniciativa como atividade econ\u00f4mica sustent\u00e1vel para a comunidade\u201d, diz Assis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cChamamos a ICMBio e a FUNAI para nos apoiar nessa luta e conseguimos fazer a parceria com a ISA, que nos ajudou a construir o plano de visita\u00e7\u00e3o e nos apresentou a esse mundo\u201d, relembra Ren\u00ea. O plano foi feito em quatro anos, de forma colaborativa, entre organiza\u00e7\u00f5es governamentais, n\u00e3o-governamentais e os Yanomami. Um dos principais pontos era o de prote\u00e7\u00e3o da fronteira e da sociobiodiversidade, al\u00e9m do bem-estar dos povos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Retornar com as visita\u00e7\u00f5es no Pico n\u00e3o foi uma tarefa f\u00e1cil, mas com certeza, j\u00e1 est\u00e1 valendo a pena. O turismo na regi\u00e3o contribui com o desenvolvimento da comunidade, al\u00e9m de trazer melhorias e suporte, vindo junto com as duas empresas que chegaram na regi\u00e3o. \u201cPodemos chamar o Projeto Yaripo de iniciativa, para que ele n\u00e3o tenha fim e continue trazendo o desenvolvimento para as comunidades ind\u00edgenas do povo Yanomami, mas de forma ordenada, com cautela e sempre respeitando a singularidade deste povo ancestral\u201d, comenta Sheldon Yupuri, facilitador e agente tempor\u00e1rio ambiental do ICMBio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Agora, ap\u00f3s muitos anos de planejamento e desenvolvimento do plano junto \u00e0s autoridades e lideran\u00e7as ind\u00edgenas, a Vival\u00e1 come\u00e7a a operar o roteiro para o Pico da Neblina pelos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. A temporada 24 e 25 na Vival\u00e1 ter\u00e1 12 datas de sa\u00edda, nas quais mais de 120 pessoas do mundo inteiro poder\u00e3o participar de experi\u00eancias sustent\u00e1veis pelo Brasil. Os viajantes ter\u00e3o a oportunidade de conhecer comunidades ind\u00edgenas e os povos origin\u00e1rios, mas tamb\u00e9m ribeirinhos, quilombolas, sertanejos, cai\u00e7aras, entre outros grupos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Roteiro ao ponto mais alto do Brasil dura 15 dias<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A expedi\u00e7\u00e3o ao Pico da Neblina promovida pela Vival\u00e1 \u00e9 uma jornada de 15 dias, ideal para amantes de grandes aventuras de trekking. Iniciando em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), os participantes se preparam na pousada e exploram a cidade antes de embarcar numa viagem que combina estradas, voadeiras e trilhas profundamente imersivas. O roteiro atravessa paisagens diversas, desde a Serra dos Ventos at\u00e9 a densa floresta amaz\u00f4nica, guiando os viajantes at\u00e9 Maturac\u00e1 e al\u00e9m e colocando o povo Yanomami como protagonista da terra sagrada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA rela\u00e7\u00e3o do povo Yanomami com o Pico da Neblina e a regi\u00e3o \u00e9 fundamental para entendermos a profunda liga\u00e7\u00e3o que os povos ind\u00edgenas t\u00eam com a natureza. A integra\u00e7\u00e3o deles com o meio ambiente \u00e9 muito maior do que a nossa, e eles compreendem que fazemos parte da natureza e n\u00e3o a dominamos. A experi\u00eancia com o povo Yanomami, na maior terra ind\u00edgena do Brasil, nos ensina muito sobre a sabedoria ancestral, a intelig\u00eancia e a capacidade de viver em harmonia com a natureza, aprendizados valiosos que nos inspiram a ter uma rela\u00e7\u00e3o mais respeitosa com o meio ambiente\u201d, complementa Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vival\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os primeiros dias s\u00e3o marcados por experi\u00eancias aut\u00eanticas, como receber b\u00ean\u00e7\u00e3os dos Paj\u00e9s Yanomami e acampar em locais estrat\u00e9gicos como Irokae e Gavi\u00e3o. \u00c0 medida que a jornada avan\u00e7a, os desafios se intensificam com eleva\u00e7\u00f5es \u00edngremes e trilhas exigentes at\u00e9 o acampamento Laje, a 1.600 metros de altitude, oferecendo vistas impressionantes do Pico da Neblina. O ponto alto da expedi\u00e7\u00e3o \u00e9 a ascens\u00e3o final ao acampamento Base, a 2.030 metros, preparando os aventureiros para a escalada final at\u00e9 os 2.995 metros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOs cen\u00e1rios s\u00e3o deslumbrantes, e l\u00e1 voc\u00ea encontra uma Amaz\u00f4nia extremamente \u00fanica: cheia de serras e de endemismos da flora por conta da altitude. Todos aqueles que pretendem subir o Pico da Neblina recebem uma b\u00ean\u00e7\u00e3o dos caciques (os &#8220;tuxauas&#8221;) para prote\u00e7\u00e3o durante toda a jornada. Os Yanomami reverenciam a montanha, que pra eles \u00e9 viva, e o caminho deve ser feito com muito respeito \u00e0 natureza e aos esp\u00edritos que ali habitam\u201d, conta Let\u00edcia Cristina, produtora de experi\u00eancias da Vival\u00e1 e que realizou uma ida piloto ao Pico, onde passou nove dias e se impressionou com a tamanha diversidade, seja de culturas, l\u00ednguas ou at\u00e9 de vistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a conquista do pico mais alto do Brasil, os viajantes desfrutam de momentos de despedida com os Yanomami, compras de artesanato local e celebra\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o somente 12 sa\u00eddas e 120 vagas na temporada 2024\/2025, entre setembro deste ano e dezembro do ano que vem para aventureiros de todo o mundo. O investimento \u00e9 de R$ 17.500, que pode ser pago \u00e0 vista por boleto ou transfer\u00eancia, parcelado via PIX ou em at\u00e9 12x com juros no cart\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A expedi\u00e7\u00e3o inclui tamb\u00e9m treinamentos antes da viagem, hospedagem em pousada em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira por quatro noites, duas noites na sede do projeto Yaripo em Maturac\u00e1 e oito noites em acampamentos na floresta, transporte terrestre e aqu\u00e1tico, equipamentos coletivos de acampamento, alimenta\u00e7\u00e3o, taxa de entrada nas comunidades e uma equipe capacitada para guiar a expedi\u00e7\u00e3o com grande aten\u00e7\u00e3o a seguran\u00e7a. Ainda h\u00e1 vagas dispon\u00edveis para a primeira expedi\u00e7\u00e3o que acontecer\u00e1 em 07 de setembro. Para mais detalhes sobre o roteiro e reservas em setembro ou outras datas, acesse https:\/\/www.vivala.com.br\/expedicoes\/yaripo-pico-da-neblina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Vival\u00e1<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Vival\u00e1 atua no desenvolvimento do Turismo Sustent\u00e1vel no Brasil, promovendo experi\u00eancias que buscam ressignificar a rela\u00e7\u00e3o que as pessoas t\u00eam com o Brasil, sua biodiversidade e comunidades tradicionais. Atualmente, a Vival\u00e1 atua em 26 unidades de conserva\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, contemplando os biomas da Amaz\u00f4nia, Mata Atl\u00e2ntica, Cerrado, Pantanal e Caatinga, e trabalha em conjunto com mais de 700 pessoas de popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, ribeirinhas, quilombolas, sertanejas e cai\u00e7aras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com 15 pr\u00eamios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a Vival\u00e1 tem a confian\u00e7a da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Aberta, Funda\u00e7\u00e3o do Grupo Botic\u00e1rio, Yunus &amp; Youth, al\u00e9m de ter uma opera\u00e7\u00e3o 100% carbono neutro e ser uma empresa B certificada, tendo a maior nota no turismo do Brasil e a 7\u00aa maior em todo o setor de turismo no mundo. At\u00e9 junho de 2024, a Vival\u00e1 j\u00e1 embarcou mais de 4 mil viajantes, al\u00e9m de ter injetado mais de R$ 5 milh\u00f5es em economias locais atrav\u00e9s da compra de servi\u00e7os de base comunit\u00e1ria e consumo direto dos viajantes. Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse: https:\/\/www.vivala.com.br\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior Terra Ind\u00edgena do pa\u00eds \u00e9 dona da serra dos ventos, ou o Yaripo, um lugar sagrado abre a tempora 2024\/2025 &nbsp; H\u00e1 muito &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7570,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-7569","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7569"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7569\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7571,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7569\/revisions\/7571"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}