{"id":647,"date":"2022-02-17T10:34:47","date_gmt":"2022-02-17T13:34:47","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=647"},"modified":"2022-06-14T10:35:48","modified_gmt":"2022-06-14T13:35:48","slug":"casas-ribeirinhas-ganham-cores-agua-potavel-e-energia-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/casas-ribeirinhas-ganham-cores-agua-potavel-e-energia-solar\/","title":{"rendered":"CASAS RIBEIRINHAS GANHAM CORES, \u00c1GUA POT\u00c1VEL E ENERGIA SOLAR"},"content":{"rendered":"<div>Casas ribeirinhas ganham cores, \u00e1gua pot\u00e1vel e energia solar em projeto de StreetArt na Amaz\u00f4nia A quinta edi\u00e7\u00e3o do Street River Amaz\u00f4nia vai ampliar a Galeria Fluvial das ilhas do Par\u00e1 com pintura de fachadas de novas casas ribeirinhas e oficinas culturais; o projeto tamb\u00e9m vai implementar sistemas de \u00e1gua tratada nas casas grafitadas e energia fotovoltaica em uma escola Foto: Adalberto Rosseti Pintura: Tinho (Walter Nomura), 2018 Dez artistas da StreetArt (em Portugu\u00eas, Arte Urbana) come\u00e7am a chegar \u00e0 Ilha do Combu, em Bel\u00e9m -PA, no fim deste m\u00eas de fevereiro.<\/div>\n<div>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_0\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"0\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Eles v\u00e3o pintar fachadas de quinze casas ribeirinhas, ampliando ainda mais a Galeria Fluvial que come\u00e7ou a ser constru\u00edda em 2015. O projeto come\u00e7a com a viv\u00eancia entre artistas e comunit\u00e1rios para definir a pintura e culmina com cinco oficinas para atender cerca de 200 crian\u00e7as, jovens, alunos ribeirinhos e professores da rede p\u00fablica de ensino. Al\u00e9m do trabalho art\u00edstico, as casas que ter\u00e3o suas fachadas coloridas, recebem sistema de \u00e1gua pot\u00e1vel e uma escola da comunidade ser\u00e1 equipada com energia fotovoltaica. O resultado das novas pinturas ser\u00e1 exibido em visitas guiadas, gratuitas, nos dias 5 e 6 de mar\u00e7o. O servi\u00e7o completo ser\u00e1 divulgado em breve.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_1\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"1\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">As primeiras quatro edi\u00e7\u00f5es do Street River Amaz\u00f4nia foram feitas de forma independente e colaborativa pelo idealizador do projeto, o artista Seb\u00e1 Tapaj\u00f3s, que, em 2015, pintou as primeiras cinco casas na ilha. Ao transformar palafitas em obras de arte a c\u00e9u aberto, o projeto chama a aten\u00e7\u00e3o para a vida do povo ribeirinho e traz visibilidade para a urg\u00eancia de preserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, dos seus rios e da sua cultura. A quinta edi\u00e7\u00e3o do projeto, em 2022, \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Sonique Produ\u00e7\u00f5es, de Gibson Massoud. &#8220;Quando fui convidado pelo Seb\u00e1, entrei de cabe\u00e7a. Estou empenhado em fazer um projeto cada vez mais estruturado e, aos poucos, navegar por outros lugares.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_2\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"2\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">O chamado dos rios e do povo da Amaz\u00f4nia \u00e9 urgente e a arte \u00e9 uma aliada para trazer o tema \u00e0 tona de forma colorida e propositiva&#8221; &#8211; disse Gibson, que tamb\u00e9m assina a coordena\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o do projeto. Os dez artistas convidados para a edi\u00e7\u00e3o de 2022 possuem, al\u00e9m de uma forte rela\u00e7\u00e3o com o grafite, conex\u00e3o com a natureza. &#8220;A curadoria levou em conta a diversidade de g\u00eanero, territorial e racial, buscando tamb\u00e9m artistas que tivessem em comum a pintura como ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social e econ\u00f4mica&#8221;, diz o curador Willian Baglione.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_3\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"3\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">S\u00e3o eles: Amorinha, Anderson Ghasp, Au\u00e1, Kadois, Luiz J\u00fanior, Mama Quila, Moka, Pati Rigon, Robson Sark e Thiago Nevs (conhe\u00e7a um pouco de cada um ao final do texto). Aprovada pela Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura do Minist\u00e9rio do Turismo, essa edi\u00e7\u00e3o \u00e9 apresentada pela BB Seguros e tem o patroc\u00ednio do Boulevard Shopping de Bel\u00e9m, al\u00e9m do apoio da Secretaria de Estado de Turismo (SETUR). &#8220;Um projeto da relev\u00e2ncia sociocultural e ambiental como o Street River Amaz\u00f4nia \u00e9 algo que converge totalmente com a miss\u00e3o que temos na BB Seguros, que \u00e9 incentivar a\u00e7\u00f5es e projetos transformadores nos mais diversos n\u00edveis.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_4\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"4\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Temos muito orgulho em poder participar de uma iniciativa que une t\u00e3o bem arte e sustentabilidade a uma causa urgente, como a dos ribeirinhos&#8221;, comenta F\u00e1bio Mour\u00e3o, superintendente executivo de Marketing e Planejamento Comercial da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. Legados: arte, saneamento e energia limpa A Ilha do Combu, localizada a vinte minutos de barco do centro de Bel\u00e9m-PA, \u00e9 um ponto tur\u00edstico da cidade e recebe visitantes do mundo inteiro que buscam contato com as belezas naturais da Amaz\u00f4nia e com a gastronomia regional. Os moradores t\u00eam como principal fonte de renda o extrativismo vegetal (a\u00e7a\u00ed e cacau) e a pesca. &#8220;O Street River Amaz\u00f4nia prev\u00ea como contrapartida \u00e0 cess\u00e3o da fachada das suas casas, benfeitorias a estas fam\u00edlias e seus vizinhos com a pintura base das casas com tinta anti-mofo e sistemas de tratamento da \u00e1gua das chuvas (muito frequente na regi\u00e3o) para \u00e1gua pot\u00e1vel&#8221; &#8211; contou o idealizador do Projeto, Seb\u00e1 Tapaj\u00f3s. Entre 2015 e 2019 foram pintadas 37 casas e instalados 18 filtros de \u00e1gua, 12 cisternas de 240 litros e sistema fotovoltaico em duas escolas. Nesta edi\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o 15 casas pintadas, 12 filtros de \u00e1gua e sistema fotovoltaico em uma escola. A inicia\u00e7\u00e3o em artes pl\u00e1sticas, pintura e grafite, tamb\u00e9m estimula os moradores da comunidade a darem manuten\u00e7\u00e3o e continuidade \u00e0 iniciativa, al\u00e9m de criarem suas pr\u00f3prias leituras, como \u00e9 o caso do Xid\u00f3: &#8220;Eu n\u00e3o dava valor \u00e0 minha arte.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_5\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"5\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Pintava pra beber, usar droga. Talvez se eu estivesse no mundo sem conhecer o Seb\u00e1, eu j\u00e1 estaria morto&#8221;. O artes\u00e3o constr\u00f3i maquetes de palafitas grafitadas, inspiradas da galeria Street River, e seu trabalho j\u00e1 foi exposto em S\u00e3o Paulo por meio do projeto. Visita\u00e7\u00e3o \u00e0s casas grafitadas na Ilha do Combu Para a entrega das obras e benfeitorias, o projeto ter\u00e1 um fim de semana de visita\u00e7\u00e3o guiada e gratuita, nos dias 05 e 06 de mar\u00e7o. Duas embarca\u00e7\u00f5es far\u00e3o o circuito durante o dia inteiro, levando um p\u00fablico maior a conhecer as obras e visitar a galeria fluvial, exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica e uma confraterniza\u00e7\u00e3o da comunidade com os artistas, t\u00e9cnicos e aberta para a popula\u00e7\u00e3o. Os hor\u00e1rios e outros detalhes sobre a visita\u00e7\u00e3o ser\u00e3o divulgados em breve. A galeria a c\u00e9u aberto, no entanto, pode ser visitada o ano inteiro por meio de passeios organizados pela pr\u00f3pria comunidade.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_6\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"6\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Conhe\u00e7a os artistas de 2022 Amorinha (Rio de Janeiro-RJ) Carioca, se define como sampleadora visual. Se apropria de todo tipo de material que consome e vivencia, com o objetivo de estud\u00e1-lo para a cria\u00e7\u00e3o de algo &#8220;novo&#8221;, mas que ainda assim reverencie o origin\u00e1rio, como forma de mem\u00f3ria. Tem o cotidiano suburbano, cultura hip hop, negritude e m\u00fasica, como suas fontes de interesse. Trabalha com ilustra\u00e7\u00e3o, colagem e anima\u00e7\u00e3o e gosta de misturar e experimentar diferentes t\u00e9cnicas, sendo a maior parte de sua produ\u00e7\u00e3o digital, com exce\u00e7\u00e3o do graffiti, onde reconhece na rua um meio democr\u00e1tico de comunica\u00e7\u00e3o, fazendo uso do espa\u00e7o p\u00fablico como plataforma para sua mensagem. Au\u00e1 (Manaus-AM) Ind\u00edgena do Povo Mura, Artista, Manauara do Amazonas, formada em Tecnologia em Design Gr\u00e1fico \u00e9 Mestranda Profissional em Design pela UFAM.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_7\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"7\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Designer gr\u00e1fica, ilustradora, grafiteira, performer, maquiadora art\u00edstica e fot\u00f3grafa experimental, travesti, n\u00e3o bin\u00e1rio, trabalha com freelancer e j\u00e1 desenvolveu projetos para Nu Bank, Feira Preta, Tomie Ohtake, PerifaCON, Vivo, MAM, Instituto Goeth Indon\u00e9sia e entre outros. Utiliza suas obras como ferramenta de fala e pol\u00edtica, do corpo marginalizado preto, ind\u00edgena e transvestig\u00eanere. Ghasper (Bel\u00e9m-PA) \u00c9 grafiteiro, tatuador, fundador e integrante da crew RPC (Resist\u00eancia Perif\u00e9rica Crew), em Bel\u00e9m-PA. Come\u00e7ou a grafitar em 2007, se aperfei\u00e7oou atrav\u00e9s de cursos de inicia\u00e7\u00e3o ao desenho, desenho de figura humana, pintura em aquarela, pintura em mural e serigrafia. Participou do primeiro encontro nacional de graffiti do estado em 2014 o reduto Wall e dos projetos no estado como Street River a primeira galeria fluvial do mundo. Kadois (Santar\u00e9m-PA) Santareno, come\u00e7ou a desenhar na inf\u00e2ncia, tendo como foco a natureza, fauna , flora e os povos da regi\u00e3o. Os tra\u00e7os, cores, significado e formas do graffiti foram se aperfei\u00e7oando ao longo do tempo. Suas obras tem grande inspira\u00e7\u00e3o nas belezas amaz\u00f4nicas. Luiz J\u00fanior (Bel\u00e9m-PA) Abridor de letras decorativas da Amaz\u00f4nia, vive do of\u00edcio h\u00e1 26 anos. \u00c9 um apaixonado por pinturas nos portos de Bel\u00e9m e munic\u00edpios pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_8\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"8\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">Mama Quilla (Bel\u00e9m-PA) Artista paraense especializada em pinturas murais e telas. Com amor, pinc\u00e9is e tintas faz uma releitura do cotidiano, levando assim para resid\u00eancias e ambientes de trabalho a tranquilidade, questionamentos e inspira\u00e7\u00f5es que somente a arte pode nos proporcionar. O autismo do seu filho proporcionou um novo olhar sobre a vida, o que tamb\u00e9m influenciou em seus trabalhos, e assim sendo a maternidade um dos temas que mais aborda nas suas obras. Moka (Rio Branco-AC) Acreana, \u00e9 designer, mas decidiu sair das paredes do escrit\u00f3rio da ag\u00eancia onde trabalhava para dar vida aos muros da cidade.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_9\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"9\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">A artista de 29 anos n\u00e3o se limita ao convencional na hora de rabiscar os tra\u00e7os no papel, e usa o branco das paredes para encher de colorido e dar a sua cara ao projeto. Em trabalhos mais recentes, Moka, como \u00e9 chamada pelos amigos, fez parceria com a tamb\u00e9m artista, Gabriela Campelo. A dupla assinou a revitaliza\u00e7\u00e3o do Mirante localizado no novo Complexo Tur\u00edstico do Canal do Jandi\u00e1, de frente para o rio Amazonas. Pati Rigon (Porto Alegre-RS) Multi-artista, trabalha com pintura, ilustra\u00e7\u00f5es, grafites, performances e tatuagens. Tamb\u00e9m \u00e9 modelo e militante trans-intersexo brasileira, teve sua forma\u00e7\u00e3o em Design pela UFRGS e pela Polit\u00e9cnica de Turim, POLITO &#8211; It\u00e1lia. Iniciou sua carreira nas artes pl\u00e1sticas em 2015, tendo sua primeira exposi\u00e7\u00e3o de pinturas a \u00f3leo hiperrealistas intitulada &#8220;Pele Agridoce&#8221;. Fez parte de diversas exposi\u00e7\u00f5es, a\u00e7\u00f5es e sal\u00f5es de arte, nacionais e internacionais, solos e coletivas. Robson Sark (Rio de Janeiro-RJ) Carioca, 39, teve seu primeiro contato com o graffiti ainda como hobby em 2000. Ap\u00f3s anos atuando de forma amadora, fundou em 2015 a marca Tsss! onomatopeia do spray, escrit\u00f3rio de projetos art\u00edsticos e de designer de interiores.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_10\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"10\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">J\u00e1 teve trabalhos em capa de CD do artista Lulu Santos, exposi\u00e7\u00e3o na Caixa Econ\u00f4mica Cultural Bras\u00edlia, Galerio, Cidade das Artes, entre outros. Participou de pain\u00e9is de grandes propor\u00e7\u00f5es no Rio de Janeiro, Santar\u00e9m, Nova Friburgo. Thiago Nevs (S\u00e3o Paulo-SP) Iniciou a pixa\u00e7\u00e3o no final dos anos 90. Passou por uma linha tradicional do graffiti. Hoje suas pinturas fazem refer\u00eancia a uma est\u00e9tica regional de decora\u00e7\u00e3o, os conhecidos filetes de caminh\u00e3o. Filho de caminhoneiro Nevs remonta fragmentos de suas mem\u00f3rias e estudos, com pinceladas coloridas e tra\u00e7os sim\u00e9tricos que \u00e0s vezes acompanham uma caligrafia vernacular. A harmonia de suas pinturas refor\u00e7am os valores da cultura popular e a import\u00e2ncia de sua preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p id=\"wnd_TextBlock_58028_inner_11\" data-wnd_is_separable=\"1\" data-wnd_separable_index=\"11\" data-wnd_separable_id=\"wnd_TextBlock_58028\">O curador O &#8220;Street River Amaz\u00f4nia&#8221; tem como curador William Baglione, fundador do coletivo de artistas Famiglia (2005 &#8211; 2012). Baglione administrou a carreira de oito proeminentes artistas em exposi\u00e7\u00f5es, obras para colecionadores e trabalhos publicit\u00e1rios, dentro e fora do pa\u00eds. Foi respons\u00e1vel por exposi\u00e7\u00f5es feitas em museus, centros culturais e galerias de Los Angeles, Miami, Nova York, S\u00e3o Francisco, Las Vegas, T\u00f3quio, Roma, Modena, Brighton, Noruega, Madrid, Barcelona e Moscou. O idealizador O Street River foi criado em 2015 por Seb\u00e1 Tapaj\u00f3s, quando pintou cinco casas de ribeirinhos moradores da Ilha do Combu. Filho de Sebasti\u00e3o Tapaj\u00f3s, o artista \u00e9 o idealizador da Galeria Fluvial. Por meio do projeto, Seb\u00e1 carrega o legado de dar voz aos povos ribeirinhos e utiliza a arte como meio de transforma\u00e7\u00e3o da realidade de comunidades tradicionais. O coordenador art\u00edstico do projeto \u00e9 dalt\u00f4nico. A altera\u00e7\u00e3o visual o impede de enxergar as cores como elas realmente s\u00e3o. Apesar da restri\u00e7\u00e3o, \u00e9 um apaixonado pelo grafismo, e brinca com as cores em sua aplica\u00e7\u00e3o: &#8220;Posso pintar o c\u00e9u de amarelo ou o dente de azul, por exemplo&#8221;, conta Seb\u00e1. Sele\u00e7\u00e3o de fotos e v\u00eddeos: https:\/\/bit.ly\/Presskit_StreetRiverAmaz\u00f4nia2022<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Casas ribeirinhas ganham cores, \u00e1gua pot\u00e1vel e energia solar em projeto de StreetArt na Amaz\u00f4nia A quinta edi\u00e7\u00e3o do Street River Amaz\u00f4nia vai ampliar a &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":648,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-647","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sobre","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=647"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":649,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647\/revisions\/649"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/648"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=647"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=647"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=647"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}