{"id":5723,"date":"2024-02-16T21:21:45","date_gmt":"2024-02-17T00:21:45","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=5723"},"modified":"2024-02-16T21:21:45","modified_gmt":"2024-02-17T00:21:45","slug":"mam-sao-paulo-abre-programacao-de-2024-com-retrospectiva-da-obra-de-george-love","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/mam-sao-paulo-abre-programacao-de-2024-com-retrospectiva-da-obra-de-george-love\/","title":{"rendered":"MAM S\u00c3O PAULO ABRE PROGRAMA\u00c7\u00c3O DE 2024 COM RETROSPECTIVA DA OBRA DE GEORGE LOVE\u00a0 \u00a0 \u00a0"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com curadoria de Z\u00e9 De Boni, George Love: al\u00e9m do tempo \u00e9 a primeira grande mostra desde o falecimento do artista e re\u00fane mais de 500 fotografias. O conjunto abarca sele\u00e7\u00e3o do arquivo deixado por Love &#8211; e conservado pelo curador, que tamb\u00e9m foi seu amigo &#8211; e objetos relevantes de sua hist\u00f3ria<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>George Leary Love (1937-1995), fot\u00f3grafo afro-americano que desenvolveu uma trajet\u00f3ria extremamente prol\u00edfica no Brasil entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1980, ter\u00e1 uma retrospectiva de sua obra exibida no Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo. Em cartaz de 29 de fevereiro a 12 de maio, a exposi\u00e7\u00e3o George Love: al\u00e9m do tempo tem curadoria do pesquisador e fot\u00f3grafo Z\u00e9 De Boni, a quem Love confiou parte de seu arquivo e documentos relevantes de sua hist\u00f3ria, e ser\u00e1 a primeira grande mostra p\u00f3stuma do artista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Reunindo um conjunto de mais de 500 fotografias, em novas impress\u00f5es e originais de \u00e9poca, a exposi\u00e7\u00e3o tra\u00e7a uma linha do tempo que remonta a um per\u00edodo desde antes do artista vir para o Brasil, at\u00e9 sua morte em 1995. O curador explica que optou por dividir a mostra em 20 n\u00facleos, como se o espa\u00e7o expositivo sediasse 20 individuais de Love, cada uma se debru\u00e7ando sobre uma tem\u00e1tica ou uma \u00e9poca. Os setores consideram tamb\u00e9m os lugares onde George Love viveu no decorrer de sua carreira: primeiro em Nova York, depois S\u00e3o Paulo, onde (se instalou) chegou em 1966, uma escapada ao Rio de Janeiro, o retiro em Nova York depois de 20 anos no Brasil, e a volta S\u00e3o Paulo nos seus \u00faltimos anos de vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nascido em 1937 na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), George Leary Love veio de uma fam\u00edlia simples e culta. A fotografia apareceu em sua vida de maneira inesperada e ele desenvolveu o of\u00edcio de maneira autodidata. Formado em Matem\u00e1tica e Filosofia da arte, s\u00f3 foi descobrir-se fot\u00f3grafo no per\u00edodo em que viveu na Indon\u00e9sia, onde o pai trabalhava no servi\u00e7o diplom\u00e1tico. Na volta ao seu pa\u00eds, morou em Nova York, onde iniciou uma carreira bem-sucedida na fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participou de um grupo de vanguarda chamado Association of Heliographers, do qual chegou a ser vice-presidente. O grupo nova-iorquino tinha como membros nomes importantes da fotografia estadunidense e, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, atuava com pioneirismo ao dispor de um espa\u00e7o para exposi\u00e7\u00e3o dos trabalhos de seus integrantes, observado com aten\u00e7\u00e3o pelos cr\u00edticos da \u00e9poca. Al\u00e9m disso, foram precursores na comercializa\u00e7\u00e3o de fotografias coloridas, o que era visto como tabu na \u00e9poca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m durante os anos 1960, Love envolveu-se com o grupo Student Nonviolent Coordinating Committee, conhecido pela sigla SNCC, formado em grande parte por estudantes negros, que promoviam protestos e a\u00e7\u00f5es diretas contra a segrega\u00e7\u00e3o etnico-racial nos Estados Unidos. Essa quest\u00e3o, por\u00e9m, quase n\u00e3o aparece na obra do fot\u00f3grafo. Ele realiza alguns registros que se aproximam de um resgate da ancestralidade, incluindo fotografias de sua fam\u00edla, e tamb\u00e9m alguns breves registros do bairro do Harlem em Nova York, conhecido por ser reduto da cultura afro-americana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>George Love deixou grande parte de seu acervo e seu arquivo com Z\u00e9 De Boni, outra parte ficou nos Estados Unidos com sua ex-companheira, Barbara Livesey, que doou esse material \u00e0 Universidade da Carolina do Norte em Charlotte (University of North Carolina in Charlotte), na cidade natal do fot\u00f3grafo, no in\u00edcio dos anos 2000. O curador levou anos trabalhando no material, diante da necessidade de identificar e interpretar documentos e fotografias que recebeu precariamente agrupados, para oferecer ao p\u00fablico uma vis\u00e3o mais clara e organizada. Durante a pandemia o trabalho foi intensificado, resultando nessa exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De Boni baseou sua pesquisa no seu \u00edntimo conhecimento da atua\u00e7\u00e3o de George Love, tendo sido um raro curador de uma exposi\u00e7\u00e3o dele nos tempos \u00e1ureos. Ele tamb\u00e9m fez entrevistas com pessoas que conviveram com o fot\u00f3grafo. Os documentos e cartas trazem detalhes marcantes desconhecidos at\u00e9 para os mais \u00edntimos e as revela\u00e7\u00f5es d\u00e3o um colorido especial \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o do trabalho do autor e de sua personalidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pioneiro e inovador, esteve sempre na vanguarda e \u00e9 considerado como algu\u00e9m que estava \u00e0 frente de seu tempo, por seus pares. A partir da\u00ed, surgiu o nome da exposi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o fot\u00f3grafo tinha um certo mist\u00e9rio em torno de si, pois pouco se sabia de onde veio o destino que tinha levado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDesde que eu estou com esse acervo, tenho essa preocupa\u00e7\u00e3o com o destino de tornar isso acess\u00edvel a pesquisadores, estudiosos, estudantes e p\u00fablico. Principalmente porque era essa a vontade do George e foi isso o que ele me confiou\u201d, comenta Z\u00e9 De Boni. Para o curador, a realiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o no MAM representa um passo significativo para a preserva\u00e7\u00e3o da obra e da mem\u00f3ria de George, ao mesmo tempo em que celebra a relev\u00e2ncia do fot\u00f3grafo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Cau\u00ea Alves, curador-chefe do MAM: &#8220;Em uma \u00e9poca em que a crise clim\u00e1tica est\u00e1 cada vez mais evidente, a mostra George Love: al\u00e9m do tempo chama aten\u00e7\u00e3o para o olhar vision\u00e1rio e atual do artista, assim como para quest\u00f5es ambientais urgentes. O MAM possui um dos acervos de fotografia mais relevantes do pa\u00eds, a mostra do George Love contribui n\u00e3o apenas para sua difus\u00e3o, em especial de um recorte pouco estudado, como para constru\u00e7\u00e3o de uma hist\u00f3ria da fotografia mais diversa.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>George no Brasil<\/p>\n<p>George Love conheceu Claudia Andujar durante uma das viagens da fot\u00f3grafa para os Estados Unidos. Convidado por ela, veio ao Brasil em 1966 e viveram juntos por 8 anos. George contava de forma aned\u00f3tica que n\u00e3o sabia o que vinha fazer no pa\u00eds, incerto em rela\u00e7\u00e3o ao que o mercado brasileiro oferecia para o tipo de fotografia mais art\u00edstica \u00e0 qual se dedicava. Caiu nas gra\u00e7as de pessoas importantes, que o incentivaram bastante. Entre essas pessoas estavam Pietro Maria Bardi, fundador do MASP, e Roberto Civita, na \u00e9poca presidente do Grupo Abril.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Abril procurava fot\u00f3grafos criativos para colaborar com suas publica\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas e o portf\u00f3lio de George chamou a aten\u00e7\u00e3o dos publishers. Inclusive, o pr\u00f3prio Roberto viria a convid\u00e1-lo, de maneira um tanto inusitada, a fotografar esportes, categoria nunca antes explorada pelo fot\u00f3grafo, provocando-o a agir \u201cfora da caixa\u201d e impressionando a todos com o resultado. Neste \u00e2mbito, destacaram-se, em particular, as contribui\u00e7\u00f5es de George para a revista Realidade, ve\u00edculo que deixou uma marca significativa na imprensa brasileira por suas reportagens aprofundadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste mesmo per\u00edodo, no in\u00edcio dos anos 1970, ele e Claudia Andujar s\u00e3o convidados por Pietro Maria Bardi a realizar diversas atividades sobre a fotografia no MASP. Ali realizam exposi\u00e7\u00f5es pioneiras, desfrutando de uma liberdade de pensamento e execu\u00e7\u00e3o de projetos que lhes foi conferida. Paralelamente, ele come\u00e7a a atuar de maneira comercial, investindo na \u00e1rea de fotografia corporativa, tendo como um de seus principais clientes a Olivetti, a Eletrobr\u00e1s e a Eletropaulo, sempre em trabalhos com exuber\u00e2ncia criativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Amaz\u00f4nia<\/p>\n<p>J\u00e1 na sua chegada ao Brasil, George Love empreendeu uma viagem \u00e0 regi\u00e3o do povo Xikrin, no Par\u00e1, com Claudia Andujar. Uma edi\u00e7\u00e3o especial, a Realidade os levou de volta \u00e0 Amaz\u00f4nia e o seu resultado marcante iniciou uma dedica\u00e7\u00e3o aprofundada dos dois \u00e0 regi\u00e3o. De Boni aponta uma \u201c\u00e9tica\u201d acordada pelos dois fot\u00f3grafos, que estabelecia que o trabalho com as comunidades ind\u00edgenas seria feito por Claudia, enquanto George se dedicaria mais \u00e0 paisagem. Esses registros culminaram no fotolivro Amaz\u00f4nia, uma celebra\u00e7\u00e3o visual e narrativa da diversidade cultural e da conex\u00e3o \u00edntima entre as comunidades ind\u00edgenas e o meio ambiente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para George, a experi\u00eancia de fotografar a regi\u00e3o era marcada por uma dimens\u00e3o on\u00edrica em imagens a\u00e9reas, dada a vastid\u00e3o e a exuber\u00e2ncia de sua biodiversidade. Em reminisc\u00eancia ao seu trabalho, ele chegou a expressar que a infinitude da Amaz\u00f4nia era algo imposs\u00edvel de ser capturado por uma c\u00e2mera, mas, contudo, era algo poss\u00edvel de ser sonhado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro trabalho destacado do fot\u00f3grafo foi resultado de sua intera\u00e7\u00e3o com a cidade que ele adotou, publicado no livro S\u00e3o Paulo: Anota\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m aclamado pelos cr\u00edticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por\u00e9m, foi com a paisagem amaz\u00f4nica que ele celebrava sua identifica\u00e7\u00e3o e \u00e9 este o grande destaque da exposi\u00e7\u00e3o. De Boni ainda aponta o livro Service Order 8696, o qual George considerava seu \u201cautorretrato\u201d, o que seria repetido em seu livro p\u00f3stumo Alma e Luz. Esses e outros fotolivros estar\u00e3o tamb\u00e9m em exibi\u00e7\u00e3o na mostra do MAM S\u00e3o Paulo, bem como uma entrevista in\u00e9dita, gravada em v\u00eddeo pelo pr\u00f3prio curador em 1993.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SOBRE O MAM S\u00c3O PAULO<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo \u00e9 uma sociedade civil de interesse p\u00fablico, sem fins lucrativos. Sua cole\u00e7\u00e3o conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contempor\u00e2nea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposi\u00e7\u00f5es privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica mundial e a diversidade de interesses das sociedades contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Museu mant\u00e9m uma ampla grade de atividades que inclui cursos, semin\u00e1rios, palestras, performances, espet\u00e1culos musicais, pe\u00e7as de teatro, sess\u00f5es de filmes e pr\u00e1ticas art\u00edsticas. O conte\u00fado das exposi\u00e7\u00f5es e das atividades \u00e9 acess\u00edvel a todos os p\u00fablicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescri\u00e7\u00e3o das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, peri\u00f3dicos, documentos e material audiovisual \u00e9 formado por 65 mil t\u00edtulos. O interc\u00e2mbio com bibliotecas de museus de v\u00e1rios pa\u00edses mant\u00e9m o acervo vivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante \u00e1rea verde de S\u00e3o Paulo, o edif\u00edcio do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, al\u00e9m das salas de exposi\u00e7\u00e3o, com ateli\u00ea, biblioteca, audit\u00f3rio, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espa\u00e7os do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da cole\u00e7\u00e3o. Todas as depend\u00eancias s\u00e3o acess\u00edveis a visitantes com necessidades especiais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Servi\u00e7o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>George Love: al\u00e9m do tempo<\/p>\n<p>Curadoria: Z\u00e9 De Boni<\/p>\n<p>Per\u00edodo expositivo: 29 de fevereiro a 12 de maio de 2024<\/p>\n<p>Local: Sala Mil\u00fa Villela, Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Parque Ibirapuera<\/p>\n<p>(Av. Pedro \u00c1lvares Cabral, s\/n\u00ba &#8211; acesso pelos port\u00f5es 1 e 3)<\/p>\n<p>Hor\u00e1rios: ter\u00e7a a domingo, das 10h \u00e0s 18h (com a \u00faltima entrada \u00e0s 17h30)<\/p>\n<p>Ingressos: R$30,00 inteira e R$15,00 meia-entrada. Aos domingos, a entrada \u00e9 gratuita e o visitante pode contribuir com o valor que quiser. Para ingressos antecipados, acesse mam.org.br\/visite<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Meia-entrada para estudantes, com identifica\u00e7\u00e3o; jovens de baixa renda e idosos (+60). Gratuidade para crian\u00e7as menores de 10 anos; pessoas com defici\u00eancia e acompanhante; professores e diretores da rede p\u00fablica estadual e municipal de S\u00e3o Paulo, com identifica\u00e7\u00e3o; amigos e alunos do MAM; funcion\u00e1rios das empresas parceiras e museus; membros do ICOM, AICA e ABCA, com identifica\u00e7\u00e3o; funcion\u00e1rios da SPTuris e funcion\u00e1rios da Secretaria Municipal de Cultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Telefone: (11) 5085-1300<\/p>\n<p>Acesso para pessoas com defici\u00eancia<\/p>\n<p>Restaurante\/caf\u00e9<\/p>\n<p>Ar-condicionado<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>MAM S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>www.instagram.com\/mamsaopaulo\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/www.facebook.com\/mamsaopaulo\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>www.youtube.com<\/p>\n<p>MAM &#8211; Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pauta: A4&amp;Holofote Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Com curadoria de Z\u00e9 De Boni, George Love: al\u00e9m do tempo \u00e9 a primeira grande mostra desde o falecimento do artista e re\u00fane mais &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5724,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-5723","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5723","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5723"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5725,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5723\/revisions\/5725"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5723"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5723"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}