{"id":53464,"date":"2026-09-30T15:15:40","date_gmt":"2026-09-30T18:15:40","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=53464"},"modified":"2026-09-29T15:43:46","modified_gmt":"2026-09-29T18:43:46","slug":"o-que-voce-precisa-saber-antes-de-subir-o-pico-da-neblina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-subir-o-pico-da-neblina\/","title":{"rendered":"O QUE VOC\u00ca PRECISA SABER ANTES DE SUBIR O PICO DA NEBLINA"},"content":{"rendered":"<p>Ponto mais alto do Brasil exige preparo e aten\u00e7\u00e3o, desde o planejamento at\u00e9 a execu\u00e7\u00e3o da aventura<\/p>\n<p>O ponto mais alto do Brasil revela incr\u00edveis paisagens, mas apenas para quem enfrenta o desafio de chegar ao cume. Com 2.995,30 metros de altitude, o Yaripo, conhecido como Pico da Neblina, fica localizado dentro da Terra Ind\u00edgena Yanomami, no Amazonas, e \u00e9 uma verdadeira imers\u00e3o cultural e espiritual na floresta. Cercado de lendas e hist\u00f3rias, chegar at\u00e9 a \u00e1rea exige deslocamentos terrestres e fluviais, al\u00e9m de v\u00e1rios dias de trekking em uma regi\u00e3o montanhosa, com mudan\u00e7as abruptas de temperatura e diferentes relevos e vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia tamb\u00e9m est\u00e1 longe de ser uma trilha convencional de montanhismo. Ao longo do caminho, o viajante encontra calor, umidade, lama, travessias de rios e, conforme se aproxima das \u00e1reas mais altas, as temperaturas diminuem. A combina\u00e7\u00e3o entre terreno, clima, dist\u00e2ncia e dura\u00e7\u00e3o torna necess\u00e1rio chegar preparado n\u00e3o apenas fisicamente, mas tamb\u00e9m mentalmente e com os equipamentos e profissionais adequados.<\/p>\n<p>Para quem pretende encarar a expedi\u00e7\u00e3o pela primeira vez, uma das principais etapas \u00e9 entender que n\u00e3o existe uma prepara\u00e7\u00e3o capaz de antecipar completamente o que ser\u00e1 encontrado. Mas condicionamento f\u00edsico, experi\u00eancia pr\u00e9via em ambiente montanhoso ou remoto e disposi\u00e7\u00e3o para se adaptar ao ritmo e as condi\u00e7\u00f5es do percurso s\u00e3o necess\u00e1rios, al\u00e9m de estar acompanhado por uma equipe profissional e que conte com a presen\u00e7a do povo yanomami, habitante origin\u00e1rio e profundo conhecedor do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica e mental<\/p>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica \u00e9 uma das etapas que antecedem a expedi\u00e7\u00e3o, especialmente diante dos mais de 70 km de caminhada em um terreno acidentado. Para quem j\u00e1 tem experi\u00eancia com montanhismo, o treinamento pode ser direcionado para demandas espec\u00edficas, como grampos e cordas. Travessias anteriores tamb\u00e9m ajudam a entender como o corpo reage a longos per\u00edodos de esfor\u00e7o e ao peso carregado durante a caminhada.<\/p>\n<p>Para Carol Brinholi, estrategista de publicidade, que realizou a expedi\u00e7\u00e3o Yaripo &#8211; Pico da Neblina com a Vival\u00e1, atividades de for\u00e7a e horas de escada a auxiliaram na subida, mas ao chegar no cume, descobriu que a descida tamb\u00e9m exigia planejamento. \u201cEu treinei muita subida, e me preparei muito mentalmente. Mas na hora de descer eu vi que esqueci de me preparar para a descida. Ela foi mais surpreendente, pois tamb\u00e9m \u00e9 um super esfor\u00e7o f\u00edsico. Ent\u00e3o foi curioso que eu esqueci de pensar na volta. At\u00e9 tinha umas preocupa\u00e7\u00f5es bestas, como conforto, mas tamb\u00e9m me surpreendeu muito positivamente e, de alguma forma, me senti em casa\u201d, conta.<\/p>\n<p>J\u00e1 Augusto Ishikawa, praticava atividades de montanha antes da viagem, mas tamb\u00e9m considera o preparo importante durante a expedi\u00e7\u00e3o, principalmente levando em considera\u00e7\u00e3o o ambiente remoto. O viajante conta que sua prepara\u00e7\u00e3o envolveu pensar previamente sobre as condi\u00e7\u00f5es que poderia encontrar durante os dias na floresta.<\/p>\n<p>\u201cO preparo f\u00edsico sem sombra de d\u00favidas ser\u00e1 um excelente aliado no meio da floresta \u00famida e quente da Amaz\u00f4nia, por\u00e9m o fator que considero mais importante \u00e9 ter a disposi\u00e7\u00e3o e mente aberta para explorar um ambiente desconhecido, se permitir conectar com a popula\u00e7\u00e3o local e o ambiente como um todo. O que posso dizer \u00e9 que a expedi\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi pensada para quem tem pressa, mas sim para quem tem boa energia e pensamento positivo\u201d, afirma Augusto.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia pr\u00e9via em atividades de montanha \u00e9 um dos pontos considerados para quem pretende realizar a expedi\u00e7\u00e3o. Segundo Taynara Campelo, da equipe de Opera\u00e7\u00f5es da Vival\u00e1, o percurso exige preparo f\u00edsico e disposi\u00e7\u00e3o para lidar com condi\u00e7\u00f5es diferentes das encontradas em trilhas convencionais, incluindo os desafios da caminhada, da hospedagem e da alimenta\u00e7\u00e3o. \u201cQuem est\u00e1 come\u00e7ando agora n\u00e3o \u00e9 um perfil que pode fazer essa expedi\u00e7\u00e3o. Precisa ter no m\u00ednimo feito uma subida mais remota\u201d, aconselha. A Vival\u00e1 inclusive sugere as experi\u00eancias gradativas para se preparar para o Pico da Neblina, iniciando com uma trilha de 10 km na terra ind\u00edgena Tenond\u00e9 Por\u00e3, no extremo sul de S\u00e3o Paulo; e passando pelos trekkings dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses e do Vale do Pati, at\u00e9 encarar a subida at\u00e9 o ponto mais alto do Brasil.<\/p>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m envolve entender que n\u00e3o existe um longo per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o antes do in\u00edcio da trilha. Dentro do roteiro da Vival\u00e1, os dias livres previstos em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira acontecem antes do deslocamento at\u00e9 a comunidade onde come\u00e7a a caminhada. A partir da sa\u00edda da cidade, a expedi\u00e7\u00e3o j\u00e1 entra efetivamente na etapa de deslocamento at\u00e9 a regi\u00e3o da trilha.<\/p>\n<p>Expedi\u00e7\u00e3o exige equipamentos<\/p>\n<p>Mais do que escolher quais roupas e itens pessoais levar, \u00e9 importante pensar nos equipamentos e test\u00e1-los antes da viagem. Mochila, cal\u00e7ados, meias, roupas e itens para dormir ser\u00e3o utilizados durante v\u00e1rios dias e precisam estar adaptados ao viajante e serem confort\u00e1veis. \u201cA minha principal preocupa\u00e7\u00e3o foi ter todos os equipamentos. Apesar da Vival\u00e1 ter fornecido um guia super completo, sempre fica aquela d\u00favida: ser\u00e1 que estou esquecendo algo importante? Posso afirmar que, seguindo o guia passo a passo do que levar, a viagem ser\u00e1 super tranquila\u201d, destaca Augusto, que conheceu o Pico da Neblina em 2024.<\/p>\n<p>A Vival\u00e1 &#8211; Turismo Sustent\u00e1vel no Brasil \u00e9 uma das tr\u00eas empresas credenciadas pelo Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio) para realizar expedi\u00e7\u00f5es no Pico da Neblina, que retornou com a visita\u00e7\u00e3o em 2024, ap\u00f3s mais de 20 anos fechado. Antes da expedi\u00e7\u00e3o, o neg\u00f3cio social envia orienta\u00e7\u00f5es aos viajantes, mas tamb\u00e9m realiza uma reuni\u00e3o de alinhamento, visando auxiliar em d\u00favidas sobre equipamentos e prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Durante o encontro, \u00e9 poss\u00edvel tirar d\u00favidas e entender um pouco mais sobre a experi\u00eancia que os esperam.<\/p>\n<p>Entre os itens indicados para se levar na bagagem, est\u00e3o saco de dormir que aguente temperatura de 0 graus, bast\u00e3o de trilha, duas mochilas, sendo uma cargueira e uma de ataque (para a parte mais dif\u00edcil e inclinada da trilha) e um cal\u00e7ado confort\u00e1vel e resistente. Casacos e roupas quentes, meias, roupa para dormir, gorros, luvas, cachecol, capa de chuva e roupas imperme\u00e1veis tamb\u00e9m s\u00e3o indicadas.<\/p>\n<p>O viajante Augusto relata que um dos pontos que acredita ter subestimado, foi o frio nas \u00e1reas mais altas e aconselha um item. \u201cAlgo que eu deveria ter prestado mais aten\u00e7\u00e3o \u00e9 na temperatura durante a noite na parte alta da expedi\u00e7\u00e3o. Apesar de ter levado todos os equipamentos, eu menosprezei o frio que fazia na parte inferior da rede de dormir. Uma sugest\u00e3o \u00e9 pensar num isolante t\u00e9rmico f\u00e1cil e leve para essa parte da viagem\u201d.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7as r\u00e1pidas de condi\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>A altera\u00e7\u00e3o do clima \u00e9 um dos relatos mais comuns de quem subiu o Pico da Neblina. Segundo Taynara, o percurso tende a come\u00e7ar com clima quente e \u00famido, mas avan\u00e7a para temperaturas pr\u00f3ximas a zero e com \u00e1reas de lama na canela. \u201cA mudan\u00e7a do tempo influencia bastante, mas outro fator \u00e9 o psicol\u00f3gico. Nosso time de campo \u00e9 preparado para entender e observar o viajante durante todo o trajeto para que caso precise, intervenha e auxilie na chegada at\u00e9 o cume\u201d.<\/p>\n<p>Entre os itens que est\u00e3o na lista, h\u00e1 protetor solar, \u00f3culos de sol e repelente, pensados justamente para a mudan\u00e7a que acontece durante o percurso. \u201cO que eu acho que \u00e9 muito louco \u00e9 que vai mudando o clima, o terreno e o microclima. Ent\u00e3o, no primeiro dia, a floresta tropical, faz muito calor e tem bastante pernilongo, mas depois vai mudando e chega a ficar frio no dia da ascens\u00e3o ao pico. Ent\u00e3o acho que isso \u00e9 muito legal\u201d, afirma Carol.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das temperaturas, o terreno tamb\u00e9m passa por transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos dias. Segundo Augusto, alguns dos trechos mais altos exigem aten\u00e7\u00e3o redobrada, principalmente porque o viajante j\u00e1 acumula quil\u00f4metros de caminhada, cansa\u00e7o e noites em redes. \u201cO tempo de deslocamento e a velocidade de cada trecho s\u00e3o bem planejados por toda a equipe de guias, ent\u00e3o, com paci\u00eancia e atitude positiva, a gente chega l\u00e1. Eu acredito que o terreno na parte mais alta da expedi\u00e7\u00e3o pode ser desafiador em alguns momentos, pois determinados trechos exigem mais do que esfor\u00e7o f\u00edsico, eles exigem aten\u00e7\u00e3o por onde se anda e pisa, como no campo alagado das brom\u00e9lias\u201d.<\/p>\n<p>Os 15 dias de roteiro<\/p>\n<p>A chegada ao Pico da Neblina come\u00e7a muito antes dos primeiros quil\u00f4metros de caminhada. O roteiro dispon\u00edvel pela Vival\u00e1 de 15 dias combina deslocamentos terrestres, fluviais e a perman\u00eancia em diferentes estruturas de hospedagem at\u00e9 chegar \u00e0 regi\u00e3o do Yaripo. A viagem parte de S\u00e3o Gabriel da Cachoeira (AM), onde os viajantes passam a primeira noite, e segue por cerca de 80 quil\u00f4metros em ve\u00edculos 4&#215;4 at\u00e9 o Porto Frente Sul (AM).<\/p>\n<p>De l\u00e1, o deslocamento continua pelos rios, em um percurso de aproximadamente 150 quil\u00f4metros em barcos voadeiras, at\u00e9 a comunidade Yanomami de Maracut\u00e1 (AM) para pernoitar antes de seguir novamente pelo rio, por cerca de duas horas, at\u00e9 o primeiro acampamento. A partir desse ponto, come\u00e7a a etapa do trekking, com oito noites de acampamento durante o percurso. A estrutura acompanha as caracter\u00edsticas do territ\u00f3rio e vai se tornando mais simples conforme o grupo avan\u00e7a. Os locais de pernoite contam com prote\u00e7\u00e3o feita com lonas e folhas, enquanto os banhos s\u00e3o realizados em cursos de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a conquista do pico mais alto do Brasil, os viajantes desfrutam de momentos de despedida com os Yanomami, compras de artesanato local e celebra\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira. As sa\u00eddas em 2027 est\u00e3o programadas para janeiro, abril, julho e novembro, mas tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel organizar sa\u00eddas privativas em outras datas.<\/p>\n<p>\u201cDesde o in\u00edcio, tudo foi feito com muito cuidado e respeito tanto \u00e0 floresta quanto ao povo yanomami, para o qual o Yaripo \u00e9 territ\u00f3rio sagrado. Participamos de um edital feito pelo ICMBio, Funai e ISA e fomos escolhidos tanto por esses \u00f3rg\u00e3os quanto pelos pr\u00f3prios yanomami para desenvolver esse projeto em conjunto. A Expedi\u00e7\u00e3o Pico da Neblina vai muito al\u00e9m de um roteiro tur\u00edstico; diz respeito \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia e enaltecimento da cultura e dos saberes ancestrais de um dos nossos povos ancestrais\u201d, declara Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vival\u00e1.<\/p>\n<p>O investimento \u00e9 a partir de R$ 24.150,00 que pode ser pago \u00e0 vista por boleto ou PIX, ou parcelado em at\u00e9 12x com juros no cart\u00e3o de cr\u00e9dito. A expedi\u00e7\u00e3o inclui tamb\u00e9m treinamentos antes da viagem, hospedagem em pousada em S\u00e3o Gabriel da Cachoeira por quatro noites, duas noites na sede do projeto Yaripo em Maturac\u00e1 e oito noites em acampamentos na floresta, transporte terrestre e aqu\u00e1tico, equipamentos coletivos de acampamento, alimenta\u00e7\u00e3o, taxa de entrada nas comunidades e uma equipe capacitada para guiar a expedi\u00e7\u00e3o com grande aten\u00e7\u00e3o a seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Para mais detalhes sobre o roteiro e reservas para 2026 e 2027, acesse https:\/\/www.vivala.com.br\/expedicoes\/yaripo-pico-da-neblina.<\/p>\n<p>Sobre a Vival\u00e1<\/p>\n<p>A Vival\u00e1 \u00e9 refer\u00eancia em turismo sustent\u00e1vel e programas de impacto socioambiental positivo, atendendo pessoas f\u00edsicas e algumas das maiores organiza\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, com agendas de inova\u00e7\u00e3o, bioeconomia, tecnologia, cultura tradicional e responsabilidade social, promovendo experi\u00eancias que buscam ressignificar a rela\u00e7\u00e3o que as pessoas t\u00eam com o Brasil. Atualmente, a Vival\u00e1 atua em 30 opera\u00e7\u00f5es nos biomas da Amaz\u00f4nia, Cerrado, Caatinga, Mata Atl\u00e2ntica, Pampa e Pantanal, em conjunto com mais de 1.600 fam\u00edlias envolvidas na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com 17 pr\u00eamios e reconhecimentos nacionais e internacionais da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Abeta, Funda\u00e7\u00e3o do Grupo Botic\u00e1rio, Yunus &amp; Youth, entre tantos outros. A Vival\u00e1 tem uma opera\u00e7\u00e3o 100% carbono neutro e \u00e9 uma empresa B certificada, tendo a maior nota do setor no Brasil e a 7\u00aa maior no mundo. At\u00e9 junho de 2026, a Vival\u00e1 j\u00e1 contava com mais de 6 mil clientes, al\u00e9m de ter injetado mais de R$ 9 milh\u00f5es em economias locais por meio da compra de servi\u00e7os de base comunit\u00e1ria. Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse: https:\/\/www.vivala.com.br\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponto mais alto do Brasil exige preparo e aten\u00e7\u00e3o, desde o planejamento at\u00e9 a execu\u00e7\u00e3o da aventura O ponto mais alto do Brasil revela incr\u00edveis &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":53465,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-53464","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53464"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53468,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53464\/revisions\/53468"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}