{"id":5046,"date":"2023-12-05T20:01:03","date_gmt":"2023-12-05T23:01:03","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=5046"},"modified":"2023-12-06T16:56:43","modified_gmt":"2023-12-06T19:56:43","slug":"enoturismo-em-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/enoturismo-em-lisboa\/","title":{"rendered":"ENOTURISMO EM LISBOA\u00a0"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destaque do turismo contempor\u00e2neo, a atividade atrai cada vez mais viajantes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se o simples fato de viajar a lazer j\u00e1 \u00e9 um tanto quanto animador, imagina ent\u00e3o embarcar num roteiro imersivo sobre o universo en\u00f3filo nas mais concorridas e renomadas vitivin\u00edcolas portuguesas da atualidade? Lisboa \u00e9 a bola da vez quando o assunto \u00e9 o enoturismo, oferecendo as melhores experi\u00eancias e infinitas surpresas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, a viticultura evoluiu de forma consider\u00e1vel na regi\u00e3o, favorecendo a obten\u00e7\u00e3o de uvas de melhor qualidade, com produ\u00e7\u00f5es economicamente vi\u00e1veis e ambientalmente sustent\u00e1veis, dando origem a vinhos \u00fanicos e com qualidade singular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao combinar castas tradicionais locais, como Tinta Roriz, Touriga Franca e Touriga Nacional em seus tintos, e Arinto, Encruzado e Alvarinho em seus brancos, com Chardonnay e Cabernet Sauvignon, os resultados t\u00eam conquistados at\u00e9 os mais exigentes apreciadores, desbancando destinos antes tradicionais nesse segmento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com diversas denomina\u00e7\u00f5es de origem e caracter\u00edsticas completamente distintas, a regi\u00e3o lisboeta \u00e9 compreendida pelo famoso Moscatel de Set\u00fabal com adeptos em todo o mundo como um licoroso encorpado e fortificado; seguido pelos brancos de Bucelas que j\u00e1 foram apreciados pela Corte Real Inglesa; bem como por Colares e Carcavelos, ambos historicamente interessante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pen\u00ednsula de Set\u00fabal \u2014 Famosa por fabricar o vinho mais doce de Lisboa, o Moscatel de Set\u00fabal \u00e9 um dos mais apreciados, tanto pelos portugueses quanto pelos estrangeiros. Envelhecido em barricas de carvalho, possui aroma de flores de laranjeira. Caracteriza-se como uma sobremesa encorpada, aveludada e muito intensa, que se faz obrigat\u00f3ria em qualquer degusta\u00e7\u00e3o. No local, tamb\u00e9m \u00e9 produzido o Moscatel tinto, considerado um vinho mais fino, a um aroma mais complexo a frutos secos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Palmela \u2014 Com colheitas premiadas internacionalmente e adegas inovadoras, a regi\u00e3o \u00e9 uma das maiores, mais antigas e das que mais produz em Portugal. No primeiro foral da vila, em 1185, suas vinhas e seus vinhos j\u00e1 eram referenciados. A tradicional casta tinta Castel\u00e3o e os brancos Fern\u00e3o Pires e Moscatel t\u00eam conquistado in\u00fameros pr\u00eamios internacionais, em fun\u00e7\u00e3o principalmente do investimento e da renova\u00e7\u00e3o de suas grandes adegas. Sede da rota regional dos vinhos, onde \u00e9 poss\u00edvel marcar visitas e provas, essa zona \u00e9 rica em produtores e produtos, apresentando vinhos tintos suaves e picantes, brancos floridos, al\u00e9m do Moscatel, t\u00e3o suave e doce quanto as colinas onduladas onde suas uvas s\u00e3o cultivadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Colares \u2014 Produzido essencialmente a partir das castas Ramisco e Malvasia em ch\u00e3os de areia, esse vinho enfrenta os fortes ventos do Atl\u00e2ntico carregados de sal para dar \u00e0 mesa brancos e tintos \u00fanicos e diferenciados. Com uma \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o reduzida pelas frequentes intemp\u00e9ries, s\u00e3o verdadeiros achados para quem procura raridades e se disp\u00f5e a esperar por algo especial. Os brancos s\u00e3o quase salgados e, os tintos, cheios de taninos, quanto mais velhos, melhores ficam. Vale a visita \u00e0 Adega Regional de Colares para conhecer mais sobre esse fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Carcavelos \u2014 Igualmente raro e precioso, esse fortificado \u00e9 ideal para beber como um digestivo suave, ap\u00f3s uma refei\u00e7\u00e3o especial. Elaborado com uvas Trincadeira, Galego-Dourado, Espadeiro e Negra Mole, a arte de produzi-lo \u00e9 conhecida desde os tempos em que o pr\u00f3prio Marqu\u00eas de Pombal o fazia. Seu aroma aumenta conforme seu envelhecimento. Devido ao tempo de est\u00e1gio obrigat\u00f3rio em vasilhame e em garrafa para adquirir suas caracter\u00edsticas, sua produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 paralisada h\u00e1 alguns anos. Mesmo assim, \u00e9 poss\u00edvel conhec\u00ea-lo na Confraria em Oeiras, onde ainda \u00e9 comercializado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Bucelas \u2014 Um dos vinhos portugueses mais antigos e conhecidos internacionalmente \u00e9 este branco, leve e frutado, conseguido atrav\u00e9s da casta Arinto, tem um aroma \u00fanico, pr\u00f3ximo dos Riesling alem\u00e3es. Perfeito para beber fresco numa tarde quente. Grandes nomes da literatura nacional e internacional, como E\u00e7a de Queir\u00f3s, William Shakespeare, Charles Dickens e Lord Byron, referiam-se a ele com entusiasmo. Acredita-se que suas vinhas existam desde a ocupa\u00e7\u00e3o romana, h\u00e1 2200 anos e, com toda essa experi\u00eancia em cultura de vinhos, oferece um sabor \u00fanico que, contestado ou n\u00e3o, deve ser provado bem fresco, de prefer\u00eancia depois de uma visita ao Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ginjinha \u2014 Bebida t\u00edpica de Lisboa, este licor doce feito de cerejas \u00e1cidas pode ser bebido de acordo com o gosto do fregu\u00eas: de manh\u00e3, \u00e0 tarde ou \u00e0 noite, gelado, fresco ou natural, com ou sem fruta. A medida \u00e9 pequena, mas suficiente para aquecer a alma. Vale a pena percorrer as v\u00e1rias \u201ctasquinhas\u201d que se tornaram ponto de parada obrigat\u00f3rio nos bairros tradicionais da cidade para provar \u2014 e se surpreender \u2014 com licores de todos os tipos de produ\u00e7\u00e3o e proveni\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Associa\u00e7\u00e3o Turismo de Lisboa (ATL)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fundada em 1998, a ATL \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos constitu\u00edda atrav\u00e9s de uma alian\u00e7a entre entidades p\u00fablicas e privadas que operam no setor do turismo. Atualmente conta com cerca de 900 associados, tendo como principal objetivo melhorar e incrementar a promo\u00e7\u00e3o de Lisboa como destino tur\u00edstico e, consequentemente, aprimorar a qualidade e competitividade. Informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>www.visitlisboa.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/www.instagram.com\/visit_lisboa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/www.facebook.com\/visitlisboa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a class=\"twitter-timeline\" data-width=\"790\" data-height=\"1000\" data-dnt=\"true\" href=\"https:\/\/twitter.com\/TurismodeLisboa?ref_src=twsrc%5Etfw\">Tweets by TurismodeLisboa<\/a><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pauta: Mestieri PR<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Visit Lisboa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Destaque do turismo contempor\u00e2neo, a atividade atrai cada vez mais viajantes &nbsp; Se o simples fato de viajar a lazer j\u00e1 \u00e9 um tanto &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5049,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,1],"tags":[],"class_list":["post-5046","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-sobre","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5046","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5046"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5046\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5048,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5046\/revisions\/5048"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5049"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5046"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5046"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5046"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}