{"id":50072,"date":"2026-08-13T00:46:54","date_gmt":"2026-08-13T03:46:54","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=50072"},"modified":"2026-08-12T22:32:22","modified_gmt":"2026-08-13T01:32:22","slug":"mais-do-que-economizar-empresas-querem-extrair-valor-das-viagens-corporativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/mais-do-que-economizar-empresas-querem-extrair-valor-das-viagens-corporativas\/","title":{"rendered":"MAIS DO QUE ECONOMIZAR, EMPRESAS QUEREM EXTRAIR VALOR DAS VIAGENS CORPORATIVAS"},"content":{"rendered":"<p>Em um cen\u00e1rio de maior racionaliza\u00e7\u00e3o das viagens corporativas, empresas deixam de olhar apenas para o valor da di\u00e1ria e passam a considerar como a hospedagem influencia deslocamentos, produtividade e o custo total da viagem<\/p>\n<p>Durante muito tempo, reservar um hotel para uma viagem de neg\u00f3cios significava encontrar a menor di\u00e1ria dispon\u00edvel dentro da pol\u00edtica da empresa. Hoje, essa l\u00f3gica come\u00e7a a mudar. Em vez de medir o sucesso da viagem apenas pelo quanto foi gasto, empresas passaram a avaliar o retorno que cada deslocamento pode gerar para o neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7a ocorre em um momento de maior racionaliza\u00e7\u00e3o das viagens corporativas. Depois da recupera\u00e7\u00e3o registrada nos \u00faltimos anos, muitas empresas revisaram seus investimentos em deslocamentos em meio a um calend\u00e1rio marcado por grandes eventos, como a Copa do Mundo e as elei\u00e7\u00f5es, priorizando viagens com maior potencial de gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios, fortalecimento de relacionamento com clientes e desenvolvimento de oportunidades comerciais.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia tamb\u00e9m aparece nas pesquisas da Global Business Travel Association (GBTA). Segundo a entidade, 78% dos gestores de viagens afirmam que o controle de custos continua entre as principais prioridades dos programas corporativos, mas produtividade, retorno sobre o investimento (ROI) e experi\u00eancia do viajante passaram a influenciar diretamente as decis\u00f5es. Outro levantamento mostra que 92% dos viajantes corporativos consideram a localiza\u00e7\u00e3o do hotel um fator importante, percentual superior aos 85% que apontam o pre\u00e7o da di\u00e1ria como prioridade na reserva.<\/p>\n<p>Para Andr\u00e9 Bobek, consultor da Mhydas Planejamento Financeiro, essa mudan\u00e7a representa um amadurecimento da gest\u00e3o financeira das empresas. &#8220;O erro mais comum \u00e9 tratar a viagem corporativa apenas como uma despesa. O empres\u00e1rio compara duas di\u00e1rias e escolhe a menor, mas raramente calcula quanto vai gastar com deslocamentos, alimenta\u00e7\u00e3o ou quanto tempo perder\u00e1 no tr\u00e2nsito. No fim da viagem, aquela economia inicial pode simplesmente desaparecer&#8221;, afirma o especialista. &#8220;Antes, a preocupa\u00e7\u00e3o era quanto custava uma viagem. Hoje, a pergunta mais inteligente \u00e9 quanto aquela viagem devolve para a empresa em produtividade, relacionamento e gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios. A hospedagem deve fazer parte dessa equa\u00e7\u00e3o&#8221;, ressalta Bobek.<\/p>\n<p>O custo da viagem vai muito al\u00e9m da di\u00e1ria<\/p>\n<p>Quando o objetivo deixa de ser apenas economizar, a an\u00e1lise da hospedagem tamb\u00e9m muda. Uma di\u00e1ria aparentemente mais barata pode representar um custo maior ao final da viagem. Deslocamentos frequentes por aplicativo, estacionamento, alimenta\u00e7\u00e3o, longos trajetos entre reuni\u00f5es e at\u00e9 uma noite mal dormida podem comprometer o retorno daquele investimento.<\/p>\n<p>Por isso, al\u00e9m do pre\u00e7o, a escolha passou a incorporar crit\u00e9rios que, at\u00e9 poucos anos atr\u00e1s, eram vistos apenas como diferenciais. Localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, qualidade da cama, conforto ac\u00fastico, internet est\u00e1vel, academia, facilidade de acesso e seguran\u00e7a da regi\u00e3o passaram a ser percebidos como fatores capazes de aumentar a produtividade do viajante e reduzir custos indiretos.<\/p>\n<p>Segundo Bobek, n\u00e3o existe um percentual ideal de investimento em viagens corporativas que sirva para todas as empresas. &#8220;Cada neg\u00f3cio possui uma realidade diferente. O que existe \u00e9 uma viagem financeiramente saud\u00e1vel, ou seja, aquela cujo retorno esperado justifica o investimento realizado. Assim como acontece em qualquer decis\u00e3o empresarial, o importante n\u00e3o \u00e9 gastar pouco, mas investir bem&#8221;.<\/p>\n<p>A hotelaria acompanha essa mudan\u00e7a<\/p>\n<p>Esse novo perfil de demanda tamb\u00e9m tem influenciado a forma como os hot\u00e9is estruturam seus produtos. Em vez de ampliar a oferta de servi\u00e7os pouco utilizados pelo p\u00fablico corporativo, muitos empreendimentos passaram a concentrar investimentos justamente nos atributos mais valorizados por quem viaja a trabalho.<\/p>\n<p>O bleev Curitiba, hotel vitrine para o conceito de &#8220;hotelaria essencial com prop\u00f3sito&#8221; da HCC Hospitality e inaugurado em janeiro, a proposta \u00e9 oferecer uma hospedagem voltada \u00e0 praticidade do viajante corporativo. Localizado no Batel, um dos principais polos de neg\u00f3cios da capital paranaense, o hotel re\u00fane caracter\u00edsticas valorizadas por esse perfil de h\u00f3spede, como caf\u00e9 da manh\u00e3 incluso na di\u00e1ria, internet de alta velocidade, conforto ac\u00fastico, academia e proximidade de restaurantes, farm\u00e1cias, supermercados e centros empresariais, reduzindo a necessidade de deslocamentos durante a estadia. Essa configura\u00e7\u00e3o atende principalmente profissionais que passam boa parte do dia entre reuni\u00f5es, visitas a clientes e eventos e precisam otimizar o tempo sem abrir m\u00e3o do conforto e da conectividade.<\/p>\n<p>Segundo Carolina Sniecikoski, gerente do bleev, essa mudan\u00e7a j\u00e1 \u00e9 percebida no comportamento dos h\u00f3spedes. &#8220;O viajante corporativo quer praticidade. Ele busca um hotel que permita aproveitar melhor o tempo, descansar bem e resolver boa parte da rotina sem precisar atravessar a cidade. S\u00e3o caracter\u00edsticas que passaram a ter tanto peso quanto o valor da di\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n<p>O retorno passa a ser a principal m\u00e9trica<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o acompanha uma mudan\u00e7a mais ampla na gest\u00e3o das viagens corporativas. Em vez de analisar apenas o valor da hospedagem, as empresas passaram a considerar como o hotel contribui para o desempenho do colaborador, para a qualidade das reuni\u00f5es e para o retorno do investimento realizado em cada deslocamento.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a hospedagem deixa de ser apenas um centro de custos e passa a desempenhar um papel estrat\u00e9gico na experi\u00eancia do viajante e nos resultados da empresa. Quando localiza\u00e7\u00e3o, conforto, conectividade e praticidade ajudam o profissional a aproveitar melhor o tempo, reduzir deslocamentos e chegar mais preparado aos compromissos, o hotel deixa de ser apenas um lugar para dormir e passa a contribuir diretamente para o sucesso da viagem.<\/p>\n<p>Se antes a principal pergunta era qual hotel tinha a menor di\u00e1ria, agora as empresas come\u00e7am a responder outra quest\u00e3o: qual hospedagem oferece as melhores condi\u00e7\u00f5es para que a viagem gere resultados.<\/p>\n<p>Sobre o bleev<\/p>\n<p>O Hotel bleev Curitiba \u00e9 um modelo da HCC Hospitality, na categoria econ\u00f4mica. Lan\u00e7ado no dia 1 de janeiro de 2026, ele oferece uma experi\u00eancia moderna, funcional e acess\u00edvel para viajantes de neg\u00f3cios e lazer, com apartamentos confort\u00e1veis, Wi-Fi de alta velocidade, caf\u00e9 da manh\u00e3 variado, academia e ambientes planejados para uma hospedagem \u00e1gil e acolhedora. Com gest\u00e3o profissionalizada e foco em efici\u00eancia operacional, o hotel possui 215 quartos e se destaca como uma das melhores op\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas da capital paranaense.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um cen\u00e1rio de maior racionaliza\u00e7\u00e3o das viagens corporativas, empresas deixam de olhar apenas para o valor da di\u00e1ria e passam a considerar como a &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":50073,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-50072","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50072","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50072"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50072\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50074,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50072\/revisions\/50074"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/50073"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}