{"id":35357,"date":"2025-12-05T21:30:07","date_gmt":"2025-12-06T00:30:07","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=35357"},"modified":"2025-12-05T21:26:55","modified_gmt":"2025-12-06T00:26:55","slug":"nhexyro-artes-indigenas-em-rede-2a-temporada-do-podcast-com-curadoria-e-apresentacao-de-brisa-flow-e-idjahure-terena-esta-no-spotify-e-youtube","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/nhexyro-artes-indigenas-em-rede-2a-temporada-do-podcast-com-curadoria-e-apresentacao-de-brisa-flow-e-idjahure-terena-esta-no-spotify-e-youtube\/","title":{"rendered":"NHEXYR\u00d5: ARTES IND\u00cdGENAS EM REDE, 2\u00aa TEMPORADA DO PODCAST COM CURADORIA E APRESENTA\u00c7\u00c3O DE BRISA FLOW E IDJAHURE TERENA, EST\u00c1 NO SPOTIFY E YOUTUBE  \u00a0"},"content":{"rendered":"<p>Zahy Tentehar, Fernanda Kaingang, Olinda Tupinamb\u00e1 e Yanaki Herrera s\u00e3o as primeiras convidadas e seus epis\u00f3dios j\u00e1 est\u00e3o no ar com cultura, arte, maternidade, mem\u00f3ria e ancestralidade<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O podcast Nhexyr\u00f5, palavra em Guarani que significa rede de conex\u00f5es, caminhos, trajeto, \u00e9 um convite para tecer redes de pensamentos e a\u00e7\u00f5es coletivas no cen\u00e1rio da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea. A nova temporada retoma o formato de entrevistas conduzidas por duas personalidades de destaque: a artista Brisa Flow e o curador e educador Idjahure Terena. Juntos eles recebem not\u00e1veis figuras da arte ind\u00edgena para aprofundar a discuss\u00e3o sobre o contexto atual, desafios e a for\u00e7a criativa dos artistas origin\u00e1rios. Esta segunda temporada \u00e9 uma homenagem ao legado e mem\u00f3ria do artista Jaider Esbell, uma das vozes mais importantes da arte ind\u00edgena brasileira. O projeto Nhexyr\u00f5 \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o das produtoras Sem In\u00edcio Sem Fim e Outro Acontecimento em parceria com o Governo Federal e o financiamento do Pr\u00f3 Cultura RS atrav\u00e9s do Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Partindo do substantivo Nhexyr\u00f5, Ver\u00e1 Tup\u00e3, artista e professor Guarani Mby\u00e1 ensina: &#8220;viver sozinho \u00e9 muito dif\u00edcil, melhor \u00e9 estar junto, fortalecer as iniciativas de colabora\u00e7\u00e3o m\u00fatua.&#8221; \u00c9 nesse esp\u00edrito de uni\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o que o projeto se inspira, honrando a tradi\u00e7\u00e3o ancestral dos povos origin\u00e1rios de criar caminhos de troca de conhecimentos, hist\u00f3rias e tecnologias. A equipe destaca que o t\u00edtulo carrega um significado ainda mais profundo, conforme explicado por Jer\u00f4nimo Ver\u00e1 Tup\u00e3: &#8220;Nhexyr\u00f5 significa ligar nosso esp\u00edrito ao esp\u00edrito de Nhander\u00fa, que por sua vez \u00e9 ligado a tudo que existe. Ayvu Nhexyr\u00f5 \u00e9 muito sagrado, \u00e9 estar conectado um ao outro.&#8221; O projeto se prop\u00f5e, assim, a criar redes de di\u00e1logo e luta por meio da arte. Os novos epis\u00f3dios do podcast Nhexyr\u00f5: artes ind\u00edgenas em rede est\u00e3o dispon\u00edveis nas plataformas Spotify e YouTube.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nas entrevistas, assuntos urgentes e necess\u00e1rios, com ativistas, artistas e educadores que vem fazendo trabalhos relevantes e propondo reflex\u00e3o e inclus\u00e3o. Zahy Tentehar, premiada com Pr\u00eamio Shell de Teatro na categoria de Melhor Atriz em 2023 e homenageada pelo Theatro S\u00e3o Pedro com uma placa permanente em 2025, \u00e9 ativista, artista pl\u00e1stica, diretora, cantora e atriz \u00e9 filha de Azira&#8217;i, diretamente da Reserva Ind\u00edgena Cana Brava do Maranh\u00e3o para festivais de teatro do mundo todo. Motivo de orgulho para os povos ind\u00edgenas, Zahy Tentehar \u00e9 a primeira convidada do podcast.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fernanda Kaingang, a primeira diretora ind\u00edgena do agora Museu dos Povos Ind\u00edgenas, uma conquista in\u00e9dita para os povos ind\u00edgenas \u00e9 a segunda convidada de Nhexyr\u00f5. Proteger o patrim\u00f4nio cultural, os conhecimentos tradicionais e a diversidade biol\u00f3gica dos povos ind\u00edgenas \u00e9 sua miss\u00e3o. Vale a pena se aprofundar em sua tese de doutorado: \u201cDireitos negados, patrim\u00f4nios roubados: desafios para a prote\u00e7\u00e3o dos conhecimentos tradicionais, recursos gen\u00e9ticos e das express\u00f5es culturais tradicionais dos povos ind\u00edgenas no cen\u00e1rio internacional.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cineasta e performer Olinda Tupinamb\u00e1 nos guia por sua trajet\u00f3ria, que conecta cinema, territ\u00f3rio e espiritualidade. No podcast ser\u00e1 abordada a import\u00e2ncia do seu corpo como corpo pol\u00edtico em suas performances e o papel da arte na luta contra o racismo ambiental. Olinda se define como semeadora de sementes e demarca o territ\u00f3rio ind\u00edgena no cinema a partir de seu trabalho como curadora. Aqui, ela nos conta como a arte se tornou uma ferramenta para reflorestar a exist\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Yanaki Herrera, artista visual transdisciplinar de origem quechua, m\u00e3e, e pesquisadora de maternidades dissidentes integra o podcast, onde reflete sobre como exercer a sexualidade para mulheres racializadas pode ser um ponto de tens\u00e3o moral em um mundo colonial.Projetos como Comunidade do Cuidado e sua nova exposi\u00e7\u00e3o Yunza, visam ressignificar coletividades e mem\u00f3rias ancestrais, combatendo o isolamento social. Tamb\u00e9m reflete sobre a import\u00e2ncia fundamental da rede de apoio para a sa\u00fade mental das m\u00e3es, como a arte foi um lugar de reconstru\u00e7\u00e3o de identidade ind\u00edgena, o \u00f3cio como parte da luta, e a urg\u00eancia de espa\u00e7os na arte que acolham as inf\u00e2ncias ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>M\u00f4nica Michelena, ind\u00edgena charrua, ativista e professora, e a artivista Oderi\u00ea, transfronteiri\u00e7a e ind\u00edgena do povo Charrua compartilham suas jornadas de autodescoberta e a luta contra o mito da extin\u00e7\u00e3o, revivendo a mem\u00f3ria de um genoc\u00eddio fundante ocorrido em 1831. Falar\u00e3o sobre &#8220;rearmar o grande quellap\u00ed da mem\u00f3ria&#8221; \u2013 pedacinhos de hist\u00f3ria costurados por mulheres \u2013 e a for\u00e7a do Kenamben (renascimento) para as novas gera\u00e7\u00f5es Charruas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pensadora e multiartista boliviana Elvira Espejo Ayca, que transita entre a poesia, a m\u00fasica e as artes visuais, atuando como uma for\u00e7a cr\u00edtica contra a estrutura vertical e euroc\u00eantrica da arte e da educa\u00e7\u00e3o, compartilha a filosofia da &#8220;Nutri\u00e7\u00e3o M\u00fatua das Artes&#8221; (la crianza m\u00fatua de las artes), um conceito enraizado nas l\u00ednguas Aymara e Quechua, que substitui o termo acad\u00eamico e extrativista de &#8220;domestica\u00e7\u00e3o&#8221;. Ela discute como essa filosofia guiou sua gest\u00e3o no Museu Nacional de Etnografia e Folclore (MUSEF) na Bol\u00edvia, onde promoveu a coautoria das pr\u00f3prias comunidades ind\u00edgenas nas publica\u00e7\u00f5es e cat\u00e1logos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Isa\u00edas Miliano artista do povo Patamona, faz da sua arte uma forma de se manter na luta indigena em sua casa, Roraima,territ\u00f3rio de tr\u00edplice fronteira do Brasil, Guiana e Venezuela. Isa\u00edas discute o legado de Jaider Esbell e como o trabalho em conjunto ajudou a despertar o orgulho dos povos ind\u00edgenas de Roraima. Fala sobre seu trabalho com pintura e escultura e sua pesquisa arqueol\u00f3gica pelos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos de Roraima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cineasta, professora e lideran\u00e7a Sueli Maxakali nos guia por sua trajet\u00f3ria, onde o cinema se tornou uma arma de luta e um ve\u00edculo de mem\u00f3ria viva, feito para mostrar que os povos ind\u00edgenas existem no Brasil, apesar da viol\u00eancia. Sueli compartilha sua experi\u00eancia de lideran\u00e7a do movimento de mais de 100 fam\u00edlias pela retomada da Aldeia Escola Floresta, territ\u00f3rio Maxakali.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ian Wapichana, cantor, m\u00fasico, rapper e produtor audiovisual, e Ge Viana, artista visual do povo Anapuru Muipur\u00e1, que est\u00e1 expondo na Bienal de S\u00e3o Paulo de 2025 integram esta s\u00e9rie. Ian compartilha como a retomada vem pela arte e a canaliza\u00e7\u00e3o da raiva em letras e can\u00e7\u00f5es de cr\u00edtica contra colonial. Ge Viana discute a busca por um novo corpo de imagem para o seu povo, desejando o descanso das imagens do per\u00edodo colonial, e a desorganiza\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Joseca Yanomami, artista e desenhista da regi\u00e3o do Demini, divisa entre os estados do Amazonas e de Roraima encerra os epis\u00f3dios desta s\u00e9rie. Ele nos conta que sua obra \u00e9 a pr\u00f3pria luta do povo Yanomami, pois ao verem os desenhos, as pessoas devem acordar e abrir o pensamento para defender a Terra Floresta. Discutimos como o criador, Omama, foi o primeiro artista, e como o corpo &#8220;limpo&#8221; (puro, sem polui\u00e7\u00e3o) \u00e9 essencial para ver os esp\u00edritos e sonhar claramente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a equipe do Podcast:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Brisa de la Cordillera, mais conhecida como Brisa Flow, curadora e apresentadora de Nhexyr\u00f5, \u00e9 cantora, musicista, compositora, poeta, performer, produtora musical, ativista do povo Mapuche e uma das principais expoentes do futurismo ind\u00edgena no Brasil. Caminhante em descolamento que cria arte, som e imagem para desvincular das amarras coloniais. IdjahureTerena, pertence aos povos Terena e Kadiwel, tamb\u00e9m curador e apresentador do podcast \u00e9 escritor, editor, poeta, tradutor e antrop\u00f3logo. Em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado retratou a trajet\u00f3ria de vida de seu pai, Macsuara Kadiwel (2021), primeiro ator ind\u00edgena no cinema brasileiro, e um dos fundadores do N\u00facleo de Cultura da Uni\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas e da Alian\u00e7a dos Povos da Floresta. Desde 2016 \u00e9 correspondente da R\u00e1dio Yand\u00ea, a primeira web r\u00e1dio ind\u00edgena no Brasil. \u00c9 editor da cole\u00e7\u00e3o Tembet\u00e1 (Azougue Editorial\/Revistas de Cultura), projeto editorial que teve o objetivo de visibilizar a trajet\u00f3ria e o pensamento de diferentes personalidades do movimento ind\u00edgena no Brasil; e atualmente do cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o de artes ind\u00edgenas V\u00e9roa: N\u00f3s sabemos, sob curadoria de Naine Terena, na Pinacoteca de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O design de \u00e1udio \u00e9 assinado por Oderi\u00ea, artista n\u00e3o-bin\u00e1ria, ind\u00edgena do povo Charr\u00faa, crescida em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul e residente em Salvador, Bahia. Cria do encontro do pampa ga\u00facho com a mata atl\u00e2ntica, \u00e9 uma \u201ctatu-arauc\u00e1ria\u201d que une ancestralidade e viv\u00eancia urbana. Ao longo de suas andan\u00e7as, sua obra passou unir a m\u00fasica, o audiovisual e o artesanato, desmistificando estere\u00f3tipos atribu\u00eddos aos corpos ind\u00edgenas e dissidentes e propondo novos horizontes que dialogam com resist\u00eancia, pot\u00eancia coletiva e liberta\u00e7\u00e3o. Tem discos lan\u00e7ados e importantes participa\u00e7\u00f5es em festivais, como o Circuito Orelhas, em 2022, o Festival Tum Tum de Ver\u00e3o e o Noite dos Museus, em 2023, o Circuito de M\u00fasica Afro e Ind\u00edgena Contempor\u00e2nea em 2024 e o Morrostock e o Festival Su\u00ed\u00e7a Bahiana em<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A identidade visual do projeto \u00e9 de Gustavo Caboco, do povo Wapichana, que atua nas \u00e1reas das artes visuais, da literatura e do cinema. Sua produ\u00e7\u00e3o se desdobra em m\u00faltiplas linguagens, como desenho, pintura, t\u00eaxtil, instala\u00e7\u00e3o, performance, fotografia, v\u00eddeo, som e texto, constituindo dispositivos para reflex\u00e3o sobre os deslocamentos dos corpos ind\u00edgenas, os processos de (re)territorializa\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria. Sua forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica teve origem no ateli\u00ea de costura de sua m\u00e3e, Lucilene Wapichana, que sempre contou a ele sobre a fam\u00edlia, a paisagem e as lembran\u00e7as da maloca do Canauanim, em Roraima, de onde foi levada muito cedo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mishta, nome em s\u00e2nscrito que significa &#8220;doce&#8221;, \u00e9 poeta, artista visual e produtora cultural, co-autora da cole\u00e7\u00e3o de livretos artesanais Poemas Insones, Silvo do Sil\u00eancio e Mais Prof\u00e9tico que Po\u00e9tico, co-fundadora da produtora Sem In\u00edcio Sem Fim que surge atrav\u00e9s da viv\u00eancia com Manatit em Roraima em processos colaborativos e afetivos com o artista Jaider Esbell. Mishta assina a dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o do projeto e tem no curr\u00edculo o trabalho como arte-educadora, anima\u00e7\u00f5es, performances e pesquisas aprofundadas sobre a arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea. Manatit, nome em s\u00e2nscrito que significa &#8220;al\u00e9m da mente&#8221;, \u00e9 poeta, produtor e gestor cultural. Assina com Mishta a autoria dos livros j\u00e1 citados e da produtora Sem In\u00edcio Sem Fim, bem como o podcast Nhexyr\u00f5. \u00c9 &#8220;, ator no espet\u00e1culo Atentados: opera\u00e7\u00e3o onde est\u00e3o os porcos?, arte educador no projeto Protocolo Babel, performer e produtor do curso online Ayvu \u00e9 fala e \u00e9 amor tamb\u00e9m, de mby\u00e1 guarani.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A trilha sonora do programa \u00e9 original, um sample criado por Kevin Brezolin a partir de uma capta\u00e7\u00e3o de \u00e1udio na Tekoa Guaviraty Por\u00e3, aldeia Mby\u00e1 em Santa Maria. O podcast \u00e9 produzido pela Sem In\u00edcio Sem Fim, fundada em 2017 como uma produtora de eventos culturais e editora de livros de poesia, que atua em processos colaborativos com a arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea, e pela Outro Acontecimento, produtora de arte com vi\u00e9s autoral e feminista, que investiga a pintura com pigmenta\u00e7\u00e3o natural e atua na difus\u00e3o da arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica:<\/p>\n<p>Curadoria e entrevistas: Brisa Flow e Idjahure Terena<\/p>\n<p>Identidade visual: Gustavo Caboco<\/p>\n<p>Design de \u00e1udio e locu\u00e7\u00e3o: Oderi\u00ea<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Mishta e Manatit<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>NHEXYR\u00d5 \u2013 Podcast<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel no Spotify e Youtube<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1. Idjahure Terena conversa com Zahy Tentehar<\/p>\n<p>2. Idjahure Terena conversa com Fernanda Kaingang<\/p>\n<p>3. Brisa Flow conversa com Olinda Tupinamb\u00e1<\/p>\n<p>4. Brisa Flow conversa com Yanaki Herrera<\/p>\n<p>5. Brisa Flow conversa com Oderie Chay\u00faa e M\u00f4nica Michelena<\/p>\n<p>6. Brisa Flow e Idjahure Terena conversam com Elvira Espejo<\/p>\n<p>7. Idjahure Terena conversa com Isa\u00edas Miliano<\/p>\n<p>8. Brisa Flow e Idjahure Terena conversam com Sueli Maxakali<\/p>\n<p>9. Brisa Flow e Idjahure Terena conversam com Ian Wapichana e Ge Viana<\/p>\n<p>10. Idjahure Terena conversa com Joseca Ianomami<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nhexyr\u00f5 \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o das produtoras Sem In\u00edcio Sem Fim e Outro Acontecimento em parceria com o Governo Federal e o financiamento do Pr\u00f3 Cultura RS atrav\u00e9s do Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Redes:<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/@nhexyro<\/p>\n<p>https:\/\/www.instagram.com\/nhexyro\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Zahy Tentehar, Fernanda Kaingang, Olinda Tupinamb\u00e1 e Yanaki Herrera s\u00e3o as primeiras convidadas e seus epis\u00f3dios j\u00e1 est\u00e3o no ar com cultura, arte, maternidade, mem\u00f3ria &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":35358,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-35357","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35357","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35357"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35357\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35359,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35357\/revisions\/35359"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35358"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35357"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35357"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35357"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}