{"id":33876,"date":"2025-11-10T10:30:49","date_gmt":"2025-11-10T13:30:49","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=33876"},"modified":"2025-11-10T23:51:37","modified_gmt":"2025-11-11T02:51:37","slug":"instituto-tomie-ohtake-apresenta-aguas-subterraneas-narrativas-de-confluencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/instituto-tomie-ohtake-apresenta-aguas-subterraneas-narrativas-de-confluencias\/","title":{"rendered":"INSTITUTO TOMIE OHTAKE APRESENTA \u00c1GUAS SUBTERR\u00c2NEAS: NARRATIVAS DE CONFLU\u00caNCIAS"},"content":{"rendered":"<p>Reunindo artistas brasileiros e franceses, a mostra conecta o rio Charente, na Fran\u00e7a, e o sistema Tiet\u00ea-Pinheiros, em S\u00e3o Paulo, para discutir as \u00e1guas como elemento vital, pol\u00edtico e simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Cultura, o Nubank e o Instituto Tomie Ohtake apresentam, de 14 de novembro de 2025 a 8 de mar\u00e7o de 2026, a exposi\u00e7\u00e3o \u00c1guas subterr\u00e2neas: narrativas de conflu\u00eancia, correalizada pelo Instituto Tomie Ohtake, pelo Institut Fran\u00e7ais e pelo Frac Poitou-Charentes. Integrante da Temporada Fran\u00e7a-Brasil, a mostra conta com o patroc\u00ednio do Nubank, Mantenedor Institucional do Instituto Tomie Ohtake, al\u00e9m do apoio do Instituto Guimar\u00e3es Rosa, do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) do Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura do Minist\u00e9rio da Cultura. Realizada primeiro na Fran\u00e7a e depois no Brasil, esta exposi\u00e7\u00e3o coletiva em duas etapas re\u00fane m\u00faltiplos olhares de artistas contempor\u00e2neos sobre os cursos de \u00e1gua doce e os relatos culturais, hist\u00f3ricos e ambientais que os atravessam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Curada por Irene Aristiz\u00e1bal (diretora do Frac Poitou-Charentes), Ana Roman (superintendente art\u00edstica do Instituto Tomie Ohtake) e Catalina Bergues (curadora adjunta), a mostra nasce do encontro simb\u00f3lico entre o rio Charente, que atravessa a regi\u00e3o da Nova-Aquit\u00e2nia, e o sistema Tiet\u00ea-Pinheiros, eixo fluvial que estrutura a metr\u00f3pole paulista. Entre as duas margens, a exposi\u00e7\u00e3o se transforma a cada etapa, incorporando novas obras, montagens e rela\u00e7\u00f5es. A curadoria parte da ideia de \u201cconflu\u00eancia\u201d formulada pelo pensador quilombola Ant\u00f4nio Bispo dos Santos \u2014 encontro que soma sem subtrair \u2014 para propor a mostra como um campo de escuta e coexist\u00eancia, em que as \u00e1guas s\u00e3o entendidas como seres vivos, portadores de direitos e mem\u00f3rias, mas tamb\u00e9m como testemunhas de passados coloniais e agentes de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo preserva, em grande medida, o elenco original e realiza uma recomposi\u00e7\u00e3o com a inclus\u00e3o de Suzanne Husky, artista da cole\u00e7\u00e3o do FRAC Poitou-Charentes. Ancorada no relat\u00f3rio do IPCC (2022), sua apresenta\u00e7\u00e3o re\u00fane aquarelas e mapas que rastreiam a presen\u00e7a hist\u00f3rica do castor na Europa e seu papel na regula\u00e7\u00e3o dos cursos d\u2019\u00e1gua, articulando topon\u00edmia, hidrografia e pr\u00e1ticas de cuidado ambiental. Minia Biabiany, presente na etapa francesa, n\u00e3o participa desta itiner\u00e2ncia, pois seu trabalho est\u00e1 em cartaz na exposi\u00e7\u00e3o A Terra, o Fogo, a \u00c1gua e os Ventos, simult\u00e2nea no Instituto Tomie Ohtake. A obra de Julien Creuzet, inicialmente apresentada no FRAC, desdobra-se em duas novas vers\u00f5es para S\u00e3o Paulo \u2014 agora considerando os rios Tiet\u00ea e Pinheiros \u2014 e \u00e9 ativada em ambas as exposi\u00e7\u00f5es, sublinhando a contiguidade do pensamento curatorial e institucional entre elas. Se, no FRAC Poitou-Charentes, Creuzet operava a partir de arquivos e desenhos do Charente, em S\u00e3o Paulo volta-se ao pr\u00f3prio rio e aos cursos do Tiet\u00ea e do Pinheiros, combinando mapas, \u00edcones t\u00e9cnicos e objetos cotidianos numa cartografia po\u00e9tica que evidencia como mem\u00f3ria e poder se inscrevem na \u00e1gua e em suas margens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As obras abordam quest\u00f5es ligadas \u00e0 escassez, \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o, \u00e0s infraestruturas e \u00e0s possibilidades de repara\u00e7\u00e3o. Barbara Kairos, artista de Angoul\u00eame, na Fran\u00e7a, reelabora criticamente a hist\u00f3ria do \u201cjacar\u00e9 do Tiet\u00ea\u201d, transformando um epis\u00f3dio da mem\u00f3ria urbana em alerta sobre a pol\u00edtica das \u00e1guas. A tamb\u00e9m francesa Capucine Vever, que pesquisa a paisagem fluvial e suas camadas coloniais, parte de arquivos e da escuta do rio Garona para aproximar imagem e hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Coletivo Coletores, fundado na periferia leste de S\u00e3o Paulo, sobrep\u00f5e mapas e imagens dos rios paulistanos para reimaginar o direito \u00e0 \u00e1gua e ao territ\u00f3rio. Radicado em S\u00e3o Paulo, Daniel de Paula, que no Frac Poitou-Charentes apresentou uma reflex\u00e3o sobre as estruturas materiais e simb\u00f3licas da infraestrutura, desloca agora uma turbina da antiga Usina Henry Borden para a margem do rio Pinheiros, expondo elos entre industrializa\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o ambiental. M\u00e3e, t\u00edtulo do trabalho do artista instalado no Parque Linear Bruno Covas, contou com o apoio da Galeria Yehudi Hollander-Pappi, Brasil Sucatas Ltda, Cons\u00f3rcio Parque Novo Rio Pinheiros e Farah Service. J\u00e1 o artista mineiro Davi de Jesus do Nascimento, criado \u00e0s margens do rio S\u00e3o Francisco, desenvolve uma pr\u00e1tica ancorada na ancestralidade e nos saberes ribeirinhos, inspirado na carranca \u2014 escultura protetora das embarca\u00e7\u00f5es do Velho Chico. A mineira Luana Vitra investiga as rela\u00e7\u00f5es entre corpo e material a partir de elementos como cer\u00e2mica, cobre e ferro. Seus trabalhos tensionam o espa\u00e7o e evocam o ciclo de extra\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o mineral que marca seu territ\u00f3rio de origem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O colombiano Marcos \u00c1vila Forero, radicado na Fran\u00e7a, apresenta um v\u00eddeo realizado com comunidades afro-colombianas do rio Atrato, que resgata uma antiga pr\u00e1tica de comunica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do som produzido na superf\u00edcie da \u00e1gua, transformando-o em composi\u00e7\u00e3o coletiva. Rastros de Di\u00f3genes, artista de Mamanguape, na Para\u00edba, cria um cosmograma em que cultivo, cura e imagina\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica se entrela\u00e7am em torno de figuras como a Mensageira, a Agricultora e a Curandeira, inspiradas em saberes ancestrais. J\u00e1 Vitor Cesar e Enrico Rocha, artistas cearenses, reelaboram a sigla do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) em poesia visual e sonora, questionando pol\u00edticas h\u00eddricas e contrapondo a ret\u00f3rica do \u201ccombate \u00e0 seca\u201d \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de recursos no semi\u00e1rido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao reunir perspectivas diversas sobre as \u00e1guas \u2014 de seus fluxos subterr\u00e2neos \u00e0s redes pol\u00edticas que as regulam \u2014, \u00c1guas subterr\u00e2neas: narrativas de conflu\u00eancias prop\u00f5e um exerc\u00edcio de aten\u00e7\u00e3o aos modos como a \u00e1gua atravessa infraestruturas, corpos e paisagens. Mais do que representar um tema, a exposi\u00e7\u00e3o cria um espa\u00e7o de circula\u00e7\u00e3o entre hist\u00f3rias, pr\u00e1ticas e territ\u00f3rios, onde cada encontro reconfigura o curso comum.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o Frac Poitou-Charentes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os Frac (Fundos Regionais de Arte Contempor\u00e2nea) comp\u00f5em uma rede p\u00fablica nacional de institui\u00e7\u00f5es dedicadas \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o da arte contempor\u00e2nea em todo o territ\u00f3rio franc\u00eas. Financiados conjuntamente pelo Estado e pelas regi\u00f5es, os Frac t\u00eam como miss\u00e3o democratizar o acesso \u00e0 arte e descentralizar sua presen\u00e7a, aproximando artistas, obras e p\u00fablicos por meio de exposi\u00e7\u00f5es, programas educativos, resid\u00eancias e parcerias com escolas, museus e associa\u00e7\u00f5es locais. Cada Frac desenvolve uma cole\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, que reflete as tend\u00eancias e os debates atuais da cria\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea, constituindo um dos mais significativos patrim\u00f4nios p\u00fablicos de arte da Europa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Frac Poitou-Charentes \u00e9 um dos tr\u00eas Fundos Regionais de Arte Contempor\u00e2nea existentes na regi\u00e3o da Nova-Aquit\u00e2nia, na Fran\u00e7a. Sua miss\u00e3o \u00e9 a constitui\u00e7\u00e3o de uma cole\u00e7\u00e3o de arte contempor\u00e2nea e sua difus\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0s suas instala\u00e7\u00f5es regionais em Angoul\u00eame e Linazay, bem como \u00e0s parcerias locais que estabelece com os atores culturais, sociais, educacionais e as autoridades municipais. Entre exposi\u00e7\u00f5es, resid\u00eancias de cria\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o, difus\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, documenta\u00e7\u00e3o das obras, a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural, o Frac Poitou-Charentes busca se envolver ao lado dos artistas em todos os aspectos de sua atividade. Suas opera\u00e7\u00f5es de difus\u00e3o s\u00e3o acompanhadas de a\u00e7\u00f5es de media\u00e7\u00e3o para facilitar e aprofundar o acesso \u00e0s obras e aos processos criativos contempor\u00e2neos. Sua cole\u00e7\u00e3o atualmente conta com mais de mil obras. Enriquecida a cada ano com novas aquisi\u00e7\u00f5es, ela \u00e9 internacional e representativa dos desenvolvimentos mais recentes na arte contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde 2024, a institui\u00e7\u00e3o iniciou uma fase de transi\u00e7\u00e3o com a chegada de Irene Aristiz\u00e1bal \u00e0 sua dire\u00e7\u00e3o. Os eixos de orienta\u00e7\u00e3o de seu projeto para o Frac Poitou-Charentes, intitulado \u201cAutopo\u00ef\u00e8se et interd\u00e9pendance radicale\u201d [Autopoiese e Interdepend\u00eancia Radical], testemunham a vontade de iniciar uma transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e social, de reposicionar a institui\u00e7\u00e3o em seu contexto territorial, colocando os artistas no centro de todas as atividades e dando aten\u00e7\u00e3o especial aos contextos rurais. Em di\u00e1logo com o tecido local, o projeto abre para mais colabora\u00e7\u00f5es e co-cria\u00e7\u00f5es, reafirma seu compromisso com a cena art\u00edstica e tamb\u00e9m carrega uma ambi\u00e7\u00e3o de proje\u00e7\u00e3o nacional e internacional. www.fracpoitoucharentes.com<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Temporada Fran\u00e7a-Brasil 2025<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Iniciada por Emmanuel Macron e Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, a Temporada Fran\u00e7a-Brasil 2025 marca os 200 anos de rela\u00e7\u00f5es bilaterais e tem como objetivo fortalecer os la\u00e7os entre os dois pa\u00edses. Ela se organiza em torno de tr\u00eas grandes temas: Clima e transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica; Diversidade das sociedades e di\u00e1logo com a \u00c1frica; Democracia e Estado de Direito. Al\u00e9m desses temas, a Temporada, que ocorrer\u00e1 de abril a setembro de 2025 na Fran\u00e7a e de agosto a dezembro de 2025 no Brasil, visa dinamizar a coopera\u00e7\u00e3o em \u00e1reas como cultura, economia, pesquisa, educa\u00e7\u00e3o e esporte, com aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 juventude e aos interc\u00e2mbios profissionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Temporada \u00e9 organizada e implementada: Para o Brasil: pelo Instituto Guimar\u00e3es Rosa, sob a supervis\u00e3o do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, do Minist\u00e9rio da Cultura, da Embaixada do Brasil na Fran\u00e7a e do Comissariado brasileiro, a cargo de Emilio Kalil; Para a Fran\u00e7a: pelo Instituto Franc\u00eas, com o apoio do Minist\u00e9rio da Europa e dos Assuntos Exteriores, do Minist\u00e9rio da Cultura, da Embaixada da Fran\u00e7a no Brasil e do Comissariado franc\u00eas, a cargo de Anne Louyot.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o francesa no Brasil recebe o apoio do comit\u00ea de patrocinadores presidido por Jean-Pierre Clamadieu, presidente da ENGIE, e composto por: Funda\u00e7\u00e3o ENGIE, LVMH, ADEO, JCDecaux, Sanofi, Airbus, CMA CGM, CNP Assurances, L\u2019Or\u00e9al, Funda\u00e7\u00e3o TotalEnergies, VINCI, BNP Paribas, Carrefour, Vicat e Scor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Servi\u00e7o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1guas Subterr\u00e2neas: narrativas de conflu\u00eancia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pr\u00e9-abertura: 13 de novembro de 2025, \u00e0s 19h<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em cartaz de 14 de novembro de 2025 a 08 de mar\u00e7o de 2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A obra M\u00e3e, de Daniel de Paula, est\u00e1 localizada no Parque Linear Bruno Covas, nas proximidades da Ponte Itapaiuna.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Acessos mais pr\u00f3ximos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Projeto Pomar Urbano \u2013 Av. Guido Caloi, n\u00ba 551 \u2013 Jd. S\u00e3o Luiz (pedestres e ciclistas);<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ponte Jo\u00e3o Dias (pedestres e ciclistas);<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ponte Laguna (pedestres e ciclistas);<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Passarela Global \u2013 acesso pela via local da Marginal Pinheiros, em frente ao empreendimento Parque Global (pedestres, ciclistas e estacionamento para ve\u00edculos). Hor\u00e1rio de funcionamento do estacionamento: das 6h \u00e0s 22h.<\/p>\n<p>Instituto Tomie Ohtake<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Corop\u00e9, 88) \u2013 Pinheiros \u2013 SP<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Metr\u00f4 mais pr\u00f3ximo \u2013 Esta\u00e7\u00e3o Faria Lima\/Linha 4 \u2013 Amarela<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fone: 11 2245 1900<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Site: institutotomieohtake.org.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Facebook: facebook.com\/inst.tomie.ohtake<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Instagram: @institutotomieohtake<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Youtube: https:\/\/www.youtube.com\/@tomieohtake<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reunindo artistas brasileiros e franceses, a mostra conecta o rio Charente, na Fran\u00e7a, e o sistema Tiet\u00ea-Pinheiros, em S\u00e3o Paulo, para discutir as \u00e1guas como &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33877,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-33876","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33876","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33876"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33876\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33878,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33876\/revisions\/33878"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33877"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33876"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33876"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33876"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}