{"id":30316,"date":"2025-09-12T15:15:48","date_gmt":"2025-09-12T18:15:48","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=30316"},"modified":"2025-09-13T13:33:34","modified_gmt":"2025-09-13T16:33:34","slug":"museu-da-lingua-portuguesa-e-instituto-serrinha-abrem-mostra-atlanticos-nesta-sexta-feira-dia-12-de-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/museu-da-lingua-portuguesa-e-instituto-serrinha-abrem-mostra-atlanticos-nesta-sexta-feira-dia-12-de-setembro\/","title":{"rendered":"MUSEU DA L\u00cdNGUA PORTUGUESA E INSTITUTO SERRINHA ABREM MOSTRA ATL\u00c2NTICOS NESTA SEXTA-FEIRA, DIA 12 DE SETEMBRO"},"content":{"rendered":"<p>Com v\u00eddeos, esculturas e instala\u00e7\u00f5es de artistas brasileiros, angolanos e portugueses, projeto ocupa o P\u00e1tio B do Museu, em S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Seis artistas de Angola, Brasil e Portugal, pa\u00edses que, banhados pelo oceano Atl\u00e2ntico, t\u00eam a l\u00edngua portuguesa e quest\u00f5es coloniais em comum, exibem suas obras na mostra tempor\u00e1ria Atl\u00e2nticos no Museu da L\u00edngua Portuguesa. Correalizada pelo Instituto Serrinha, a iniciativa re\u00fane v\u00eddeos, esculturas e instala\u00e7\u00f5es dos brasileiros Jonathas de Andrade e Shirley Paes Leme, dos angolanos Geg\u00e9 M\u2019bakudi e Wyssolela Moreira e dos portugueses Jorge das Neves e In\u00eas Moura. Localizado no hist\u00f3rico pr\u00e9dio da Esta\u00e7\u00e3o da Luz, o Museu \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o da Secretaria da Cultura, Economia e Ind\u00fastria Criativas do Governo de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com entrada gratuita, a mostra Atl\u00e2nticos fica em cartaz de 12 de setembro a 2 de novembro, de ter\u00e7a a domingo, das 9h \u00e0s 18h, no P\u00e1tio B. Trata-se do primeiro projeto de artes visuais a ocupar este espa\u00e7o, que tem liga\u00e7\u00e3o direta com a rua e a passarela da Esta\u00e7\u00e3o da Luz, de livre acesso, sem a necessidade de retirada ou reserva de ingresso. Os trabalhos s\u00e3o o resultado de uma resid\u00eancia de dez dias em 2024 dos seis artistas no Festival Arte Serrinha. A curadoria \u00e9 de Fabio Dedulque (Brasil), Carlos Antunes (Portugal) e Mehak Vieira (Angola).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a produ\u00e7\u00e3o das obras, eles tiveram como inspira\u00e7\u00e3o a l\u00edngua portuguesa presente em Angola, em Portugal e no Brasil, e a exposi\u00e7\u00e3o L\u00ednguas africanas que fazem o Brasil, que esteve em cartaz no Museu de maio de 2024 a fevereiro de 2025, sobre as l\u00ednguas dos grupos bantu, eve-von e iorub\u00e1 que contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o do portugu\u00eas brasileiro. A exuberante Mata Atl\u00e2ntica, presente tanto na Serrinha como no Parque Jardim da Luz, localizado em frente ao Museu, tamb\u00e9m serviu como est\u00edmulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAtl\u00e2nticos foi imaginada como uma \u00e1gora, uma pra\u00e7a, um espa\u00e7o de di\u00e1logo aberto que busca criar uma conex\u00e3o entre diferentes culturas, formas de produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e a l\u00edngua portuguesa em um espa\u00e7o de reflex\u00e3o, troca e conviv\u00eancia, onde a arte serve como ponte para compreendermos melhor nossas semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as\u201d, diz Fabio Delduque, idealizador do Festival e um dos curadores da mostra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA mostra Atl\u00e2nticos celebra uma rica parceria entre o Museu da L\u00edngua Portuguesa e o Instituto Serrinha, unindo artistas de Angola, Brasil e Portugal. \u00c9 uma oportunidade \u00fanica de ver como a l\u00edngua portuguesa, presente em hist\u00f3rias e identidades t\u00e3o diversas, pode ser a ponte para um di\u00e1logo art\u00edstico profundo e significativo. As obras n\u00e3o apenas exploram temas de identidade e mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m demonstram como as artes visuais e a l\u00edngua portuguesa se entrela\u00e7am em novas narrativas\u201d, afirma Roberta Saraiva, diretora t\u00e9cnica do Museu da L\u00edngua Portuguesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mostra tempor\u00e1ria Atl\u00e2nticos, correalizada pelo Instituto Serrinha, conta com patroc\u00ednio m\u00e1ster da Petrobras e da Motiva; patroc\u00ednio da Vale; apoio do Instituto Ultra, do Ita\u00fa Unibanco, e da CAIXA; com parceria da Fazenda Serrinha, do Consulado Geral da Fran\u00e7a em S\u00e3o Paulo, do Consulado Geral de Portugal em S\u00e3o Paulo e do Instituto Cam\u00f5es, da Ano Zero Bienal de Coimbra, Jamek Contemporary Art e RV\u00cdmola. O projeto conta com recursos da Lei Rouanet para a sua realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>OS ARTISTAS E AS OBRAS NA MOSTRA ATL\u00c2NTICOS<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>GEG\u00c9 M\u2019BAKUDI (ANGOLA)<\/p>\n<p>Transitando entre a pintura, a fotografia e a performance, o angolano Geg\u00e9 M\u2019bakudi exibe o v\u00eddeo Relatos de homens em chamas na mostra Atl\u00e2nticos. Com imagens captadas em Luanda, Lisboa e S\u00e3o Paulo \u2013 no Parque Jardim da Luz -, ele pretende reimaginar o que pode ser a masculinidade, n\u00e3o como pris\u00e3o, mas como espa\u00e7o aberto para novos modos de existir e florescer. Natural de Luanda, ele abandonou o sonho de inf\u00e2ncia de ser arquiteto para se tornar um artista independente, realizando a sua primeira individual em 2024 na galeria Jahmek Contemporary Art, na capital angolana. No mesmo ano, esteve em uma exposi\u00e7\u00e3o no Instituto Guimar\u00e3es Rosa, em Angola, e venceu o Pr\u00eamio Tigra Nova Garra de artista do ano. Ele tem atuado nos campos da pintura, da fotografia e da performance, valendo-se de recursos audiovisuais em seu trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNa obra que vou apresentar no Museu da L\u00edngua Portuguesa, parto da minha viv\u00eancia e da observa\u00e7\u00e3o das masculinidades como constru\u00e7\u00f5es sociais que moldam e silenciam os corpos entendidos como masculinos\u201d, explica Geg\u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>IN\u00caS MOURA (PORTUGAL)<\/p>\n<p>Com uma pesquisa que explora temas como identidade, fronteira e mem\u00f3ria por meio da fotografia, do desenho e da performance, a portuguesa In\u00eas Moura exibe na mostra Atl\u00e2nticos a instala\u00e7\u00e3o Enterolobium. Nela, ser\u00e1 poss\u00edvel observar 50 sementes da \u00e1rvore Enterolobium contortisiliquum, mais conhecida como Sementes de Tamboril. Em suas andan\u00e7as pela Fazenda Serrinha, durante a resid\u00eancia art\u00edstica, In\u00eas se encantou por elas, que se assemelham a orelhas. Assim, resolveu fazer dessas \u201corelhas\u201d uma ferramenta que instiga o di\u00e1logo e, consequentemente, a compreens\u00e3o das diferentes culturas e l\u00ednguas. Uma interven\u00e7\u00e3o sonora tamb\u00e9m estar\u00e1 presente neste trabalho. In\u00eas j\u00e1 teve suas obras exibidas em exposi\u00e7\u00f5es em cidades como Porto, Coimbra, Lisboa e S\u00e3o Paulo. Ela tamb\u00e9m d\u00e1 aulas de fotografia art\u00edstica no Instituto de Produ\u00e7\u00e3o Cultural e Imagem, no Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDesenhei uma instala\u00e7\u00e3o para o Museu da L\u00edngua Portuguesa, na qual esse di\u00e1logo \u00e9 sentido como um caminho essencial ao bem-estar e \u00e0 sobreviv\u00eancia de todos os povos, de todas as pessoas e seus mundos\u201d, diz Moura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JONATHAS DE ANDRADE (BRASIL)<\/p>\n<p>Com passagem por Bienais de Veneza e S\u00e3o Paulo, o brasileiro Jonathas de Andrade apresenta 26 fotografias da s\u00e9rie ABC da cana na mostra tempor\u00e1ria Atl\u00e2nticos. Nestas imagens, podem ser vistas letras do alfabeto criadas com a planta da cana a partir da a\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios trabalhadores do cultivo da cana &#8211; eles tamb\u00e9m aparecem nas fotografias. Trata-se de uma obra feita em conjunto, na qual n\u00e3o s\u00f3 a palavra ganha destaque como tamb\u00e9m a hist\u00f3ria pessoal e social das pessoas que trabalham em espa\u00e7os de plantio e colheita da cana de a\u00e7\u00facar, marcados pela explora\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra e altos \u00edndices de analfabetismo. Ele ainda vai exibir um filme para o qual registrou esp\u00e9cies de plantas de Pernambuco, da Serrinha e do Parque Jardim da Luz, localizado em frente ao Museu da L\u00edngua Portuguesa. Cada planta ganhar\u00e1 um som, formando uma esp\u00e9cie de partitura, que \u00e9 sonorizada por um percussionista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSendo a Serrinha um lugar que olha para a for\u00e7a da natureza como criadora de possibilidade, escolhi esse trabalho que reverbera a beleza das conex\u00f5es que se estabelecem entre a cultura e os espa\u00e7os rurais\u201d, afirma Jonathas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JORGE DAS NEVES (PORTUGAL)<\/p>\n<p>Voc\u00ea, tu tamb\u00e9m \u00e9 o t\u00edtulo da instala\u00e7\u00e3o que o artista portugu\u00eas Jorge das Neves vai exibir na mostra Atl\u00e2nticos. Trata-se de uma pe\u00e7a em tijolos que mimetiza a arquitetura exterior da Esta\u00e7\u00e3o da Luz \u2013 os tijolos encontrados no hist\u00f3rico edif\u00edcio do centro da capital paulista s\u00e3o iguais aos que, durante anos, foram fabricados na Fazenda Serrinha. Desta forma, ele incorpora a hist\u00f3ria do Museu da L\u00edngua Portuguesa e a natureza da Serrinha em sua obra. Alguns dos tijolos ganham inscri\u00e7\u00f5es em baixo-relevo, formando, assim, um poss\u00edvel di\u00e1logo entre \u201cvoc\u00ea\u201d e \u201ctu\u201d em uma poesia visual. Formado em artes pl\u00e1sticas, Jorge costuma trabalhar com fotografia, escultura, performance e instala\u00e7\u00f5es e j\u00e1 realizou individuais nas principias cidades portuguesas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cTalvez seja atrav\u00e9s de palavras que o voc\u00ea e o tu criam alicerces que sustentam os muros; talvez seja atrav\u00e9s de palavras que o voc\u00ea e o tu fazem gentilmente um mundo mais humano. A obra incorpora, tal como o Museu da L\u00edngua Portuguesa, o que de mais importante acolhe: a palavra e a l\u00edngua portuguesa\u201d, conta Jorge.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SHIRLEY PAES LEME (BRASIL)<\/p>\n<p>Escada para o infinito II \u00e9 o nome da instala\u00e7\u00e3o que a brasileira Shirley Paes Leme vai exibir na mostra tempor\u00e1ria Atl\u00e2nticos. O objeto faz alus\u00e3o \u00e0 arquitetura vernacular, elemento recorrente da produ\u00e7\u00e3o da artista \u2013 ela vai pendurar a aparente fr\u00e1gil escada, que ser\u00e1 fundida em bronze, na parede do P\u00e1tio B do hist\u00f3rico pr\u00e9dio da Esta\u00e7\u00e3o da Luz, sede do Museu da L\u00edngua Portuguesa. Shirley j\u00e1 realizou exposi\u00e7\u00f5es individuais em locais como o Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo, na capital paulista, a Galeria Zielinsky, em Barcelona, e a Galeria do Centro Cultural Minas, em Belo Horizonte. Tamb\u00e9m participou de bienais em Cuba, Buenos Aires e tamb\u00e9m S\u00e3o Paulo. Em seus trabalhos, ela se vale de desenhos, interven\u00e7\u00f5es, performances e instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEm minha experi\u00eancia na Fazenda Serrinha, junto a artistas de diversos artistas, pensei em usar a escada como s\u00edmbolo capaz de estabelecer rela\u00e7\u00f5es entre um lugar e outro, construindo conex\u00f5es que remontam ao passado ancestral\u201d, diz Shirley.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>WYSSOLELA MOREIRA (ANGOLA)<\/p>\n<p>Vivendo entre Luanda, em Angola, e Toronto, no Canad\u00e1, Wyssolela Moreira faz uso da colagem da escrita, da fotografia, da videoarte e da performance em seu trabalho art\u00edstico. Na mostra Atl\u00e2nticos, ela vai apresentar a obra Quando o Corpo \u2013 Terra Lembra, que vem a ser uma s\u00e9rie de bandeiras com um alfabeto visual lembrando cartas de tar\u00f4. Elas, que estar\u00e3o penduradas pelo espa\u00e7o expositivo, v\u00e3o funcionar como portais que ajudar\u00e3o o p\u00fablico a refletir sobre a sua rela\u00e7\u00e3o com a terra e os elementos que moldam suas experi\u00eancias e rela\u00e7\u00f5es. Em suas atividades, Wyssolela buscar tamb\u00e9m desafiar as narrativas existentes sobre a negritude e destacar as realidades sociais da desigualdade de g\u00eanero. Al\u00e9m de j\u00e1 ter realizado individuais em Angola, ela tamb\u00e9m participou de resid\u00eancias art\u00edsticas em Portugal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEste trabalho \u00e9 tanto uma lembran\u00e7a quanto uma investiga\u00e7\u00e3o: uma tentativa de compreender o que os ecossistemas nos revelam sobre nossa hist\u00f3ria compartilhada e como eles nos guiam a repensar nossa interdepend\u00eancia como povos\u201d, diz Wyssolela.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SERVI\u00c7O<\/p>\n<p>Mostra tempor\u00e1ria Atl\u00e2nticos<\/p>\n<p>De 12 de setembro a 2 de novembro<\/p>\n<p>De ter\u00e7a a domingo, das 9h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Gr\u00e1tis para todos os p\u00fablicos<\/p>\n<p>P\u00e1tio B do Museu da L\u00edngua Portuguesa<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Museu da L\u00edngua Portuguesa<\/p>\n<p>Pra\u00e7a da Luz, s\/n\u00ba &#8211; Luz<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SOBRE O MUSEU DA L\u00cdNGUA PORTUGUESA<\/p>\n<p>Localizado na Esta\u00e7\u00e3o da Luz, o Museu da L\u00edngua Portuguesa tem como tema o patrim\u00f4nio imaterial que \u00e9 a l\u00edngua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O p\u00fablico \u00e9 convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a l\u00edngua como uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural viva, rica, diversa e em constante constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Museu da L\u00edngua Portuguesa \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o da Secretaria da Cultura, Economia e Ind\u00fastria Criativas do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo, concebido e implantado em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educa\u00e7\u00e3o e Esporte \u00e9 a Organiza\u00e7\u00e3o Social de Cultura respons\u00e1vel pela sua gest\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PATROC\u00cdNIOS E PARCERIAS<\/p>\n<p>A Temporada 2025 do Museu da L\u00edngua Portuguesa conta com patroc\u00ednio m\u00e1ster da Petrobras e da Motiva; patroc\u00ednio da Vale; apoio do Instituto Ultra, do Ita\u00fa Unibanco, e da CAIXA. Conta ainda com as empresas parceiras Instituto Votorantim, Unipar, Machado Meyer, Porto, Alca\u00e7uz, e Verde Asset Management. Revista Piau\u00ed, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux s\u00e3o parceiros de m\u00eddia. O Museu da L\u00edngua Portuguesa \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Ind\u00fastria Criativas, e do Minist\u00e9rio da Cultura \u2013 Lei Rouanet.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o Instituto Serrinha<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A 22a edi\u00e7\u00e3o do Festival Arte Serrinha (2024) marcou o primeiro ano da atua\u00e7\u00e3o do Instituto Serrinha, espa\u00e7o dedicado \u00e0 cultura, \u00e0 arte, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente que vai abarcar os projetos desenvolvidos h\u00e1 mais de 30 anos pela Fazenda Serrinha. \u201c\u00c9 um momento especial para montar projetos dessa natureza, em que a humanidade precisa congregar intelig\u00eancias e sensibilidades\u201d, diz Fabio Delduque. A atua\u00e7\u00e3o do Instituto permitir\u00e1 novas parcerias e o conv\u00eanio com outros pa\u00edses. A sede do Instituto Serrinha \u00e9 abrigada em containers reutilizados, doados pelo Grupo Energisa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com v\u00eddeos, esculturas e instala\u00e7\u00f5es de artistas brasileiros, angolanos e portugueses, projeto ocupa o P\u00e1tio B do Museu, em S\u00e3o Paulo &nbsp; Seis artistas de &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30317,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-30316","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30316"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30316\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":30318,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30316\/revisions\/30318"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30317"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}