{"id":29350,"date":"2025-09-01T16:24:19","date_gmt":"2025-09-01T19:24:19","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=29350"},"modified":"2025-09-01T16:19:08","modified_gmt":"2025-09-01T19:19:08","slug":"festival-citronela-doc-2025-exibe-filmes-pela-spcine-play-ate-dia-10-09","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/festival-citronela-doc-2025-exibe-filmes-pela-spcine-play-ate-dia-10-09\/","title":{"rendered":"FESTIVAL CITRONELA DOC 2025 EXIBE FILMES PELA SPCINE PLAY AT\u00c9 DIA 10\/09"},"content":{"rendered":"<p>Document\u00e1rios trazem temas como o papel das mulheres na constru\u00e7\u00e3o das cidades, manifesta\u00e7\u00f5es religiosas no Litoral Norte, retratos de artistas e os ataques de 8 de janeiro ao Congresso Nacional<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O 5\u00ba Citronela Doc &#8211; Festival de Document\u00e1rios de Ilhabela, realizado entre 27 e 31 de agosto na cidade do Litoral Norte, disponibiliza uma mostra online e gratuita at\u00e9 dia 10, pela plataforma Spcine Play (www.spcineplay.com.br).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Spcine Play o Citronela Doc oferece uma mostra exclusivamente online de filmes do Litoral Norte e Vale do Para\u00edba, al\u00e9m de filmes exibidos no festival presencial que tamb\u00e9m podem ser assistidos na plataforma (veja a lista de filmes dispon\u00edveis abaixo).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Citronela Doc \u00e9 um festival gratuito de cinema documental, realizado anualmente em Ilhabela (SP) e com exibi\u00e7\u00e3o online para todo o Brasil pela plataforma Spcine Play. O evento apresenta uma sele\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios brasileiros de curta e longa-metragem, contempor\u00e2neos e premiados, sempre com foco na diversidade de perspectivas, temas e pontos de vista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o inclui duas mostras principais, a nacional e a regional, com filmes do Litoral Norte e Vale do Para\u00edba, al\u00e9m de debates com realizadores e convidados e outras atividades art\u00edsticas, como m\u00fasica, DJs e outras performances.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2025 foram 37 filmes no total: nove longas-metragens e 26 curtas-metragens produzidos em 9 estados brasileiros e oito cidades do Litoral Norte e Vale do Para\u00edba e mais dois filmes com tecnologias de realidade estendida (XR).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Programa\u00e7\u00e3o do Citronela Doc Online<\/p>\n<p>De 1 a 10 de setembro na Spcine Play<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Maestra<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Bruna Piantino<\/p>\n<p>Estado: MG<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 10 anos<\/p>\n<p>Sinopse: Maestra nos d\u00e1 a conhecer n\u00e3o uma maestra sinf\u00f4nica, mas uma maestra de outras obras, uma mestre de obras, Cenir Aparecida da Silva. O que rege, com o qu\u00ea, com quem, para qu\u00ea e para quem rege a maestra? Cena a cena, filmadas no per\u00edodo de seis anos, nos muitos gestos de um trabalho incessante, o seu, combinam-se c\u00e1lculo, for\u00e7a e um certo jeito de corpo. Cada gesto, uma parte daquilo que os que n\u00e3o constroem acostumaram-se a comprar pronto \u2013 uma obra, guarda uma t\u00e9cnica e uma linguagem que precisam ser compartilhadas para que os que constroem possam se contrapor \u00e0 dureza da vida, esta que precisa abrigar-se num quarto cor-de-rosa, numa casa, numa cidade que n\u00e3o se lhes oferecem prontos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>CINE BH &#8211; Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mundurukuy\u00fc &#8211; A Floresta das Mulheres Peixe<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Beka Saw Munduruku, Rilc\u00e9lia Akay de Souza Munduruku e Aldira Akay Munduruku<\/p>\n<p>Estados: PA\/RJ<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 72 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Nas margens do Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, a floresta das mulheres peixe espelha a mitologia Munduruku, onde humanos, na origem do mundo, se transformaram em floresta, plantas e animais. No dia-a-dia da aldeia Sawre Muybu, as mulheres peixes usam as c\u00e2meras de cinema para proteger a Amaz\u00f4nia das for\u00e7as que destroem a floresta, evocando os esp\u00edritos da floresta que n\u00e3o s\u00e3o apenas for\u00e7as espirituais ancestrais, mas parte da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>\u00c9 Tudo Verdade &#8211; Brasil, Hot Docs &#8211; Canad\u00e1, Mostra Ecofalante &#8211; Brasil, Festival \u00c9tonnants Voyageurs \u2013 Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Nave que Nunca Pousa<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Ellen Morais<\/p>\n<p>Estado: PB<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 15 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 12 anos<\/p>\n<p>Sinopse: \u201cA Nave Que Nunca Pousa\u201d paira sobre uma comunidade quilombola no sert\u00e3o da Para\u00edba. Os moradores locais precisam lidar com as consequ\u00eancias desse acontecimento. Uma fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica documental nas terras de Aruanda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>29\u00ba CinePE, 26\u00ba Festival Internacional de cinema ambiental: FICA, 14\u00ba Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba, 20\u00aa CineOP &#8211; Mostra de cinema de Ouro Preto, X CachoeiraDoc, 48\u00ba Festival Guarnic\u00ea de Cinema, 32\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria, 5\u00ba Sin\u00e9doque, I Festival Arauc\u00e1ria dos Campos Gerais, 22\u00ba Cinemato, 8\u00ba Lugar de Mulher \u00e9 no Cinema, 11\u00ba Cine.Ema, 4\u00ba Mu\u00eddo &#8211; Festival de Cinema de Campina Grande.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Silvino Mendon\u00e7a<\/p>\n<p>Estado: DF<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 17 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 10 anos<\/p>\n<p>Sinopse: Na virada do mil\u00eanio, leitores de uma revista brasileira de cinema trocam cartas entre si. Nelas, compartilham not\u00edcias sobre filmes aguardados, al\u00e9m de desabafos e confiss\u00f5es. Em comum, cultivam o h\u00e1bito de colecionar fotografias impressas de seus astros favoritos. Aos poucos, os desejos despertados pelas imagens cinematogr\u00e1ficas se revelam nas entrelinhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>57\u00ba Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro (vencedor de melhor montagem), 1\u00ba Fecico &#8211; Festival de Cinema de Colombo (pr\u00eamios de melhor dire\u00e7\u00e3o e melhor montagem), 23\u00ba Curta-se &#8211; Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (pr\u00eamio de melhor dire\u00e7\u00e3o), 15\u00ba Cine Esquema Novo (pr\u00eamio &#8220;Fogo Comigo a Caminhar&#8221;), 19\u00ba CineOP &#8211; Mostra de Cinema de Ouro Preto, 8\u00ba Festival Ecr\u00e3, 2\u00ba Levante, 4\u00ba Sin\u00e9doque, 1\u00ba Festival Cinema \u00e0 Brasileira, XV Janela Internacional de Cinema do Recife, 12\u00ba Curta Bras\u00edlia, 21\u00aa Mostra do Filme Livre, 34\u00ba Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Domingo no Golpe<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Giselle Beiguelman e Lucas Bambozzi<\/p>\n<p>Estado: SP<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 23 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Document\u00e1rio \u201cready media\u201d sobre os atos de 8 de janeiro de 2023, que vandalizaram o Pal\u00e1cio do Planalto, a sede do poder federal, em Bras\u00edlia, capital do Brasil. \u00c9 inteiramente produzido com as imagens das c\u00e2meras de seguran\u00e7a do Pal\u00e1cio, disponibilizadas \u00e0 imprensa pelo Gabinete de Seguran\u00e7a Institucional &#8211; GSI, por ordem do Supremo Tribunal Federal. Domingo no Golpe aborda um 8 de janeiro que n\u00e3o come\u00e7ou em 2023, e que todavia, ainda n\u00e3o terminou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais e exibi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>Mariantonia USP (pr\u00e9-lan\u00e7amento), Mostra Instituto Vladimir Herzog, FAU USP, Cineclube Arlindo Machado &#8211; PUC-SP, Faculdade Santa Marcelina, Cine BH, Mostra Ecofalante 2025 (men\u00e7\u00e3o honrosa).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Donas da Terra<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Ana Marinho<\/p>\n<p>Estado: SE<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 20 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Ao retornarem \u00e0s lembran\u00e7as do per\u00edodo de lutas pelo territ\u00f3rio ind\u00edgena Xok\u00f3, as mulheres destacam na narrativa coletiva novos personagens, modos de exist\u00eancia, performances e mem\u00f3ria. S\u00e3o hist\u00f3rias que se perderam no tempo, mas que permaneceram registradas nos corpos femininos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>48\u00ba Festival de Cinema Guarnic\u00ea, 9\u00aa Mostra Cine Paje\u00fa, 4\u00ba MAPA &#8211; Mostra Arcoverdense de Produ\u00e7\u00e3o Audiovisual, 1\u00ba Festival Arauc\u00e1ria dos Campos Gerais, 14\u00aa Circuito Cine Tela Verde &#8211; Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, 1\u00ba Festival de Cinema Ind\u00edgena do Nordeste, T\u00c1 ROXEDA &#8211; Festival do Audiovisual Perif\u00e9rico de Sobral, 1\u00aa Mostra Cine Cana\u00e3, 4\u00ba Festival Internacional de Cinema de Itabaiana, 3\u00ba FACINE &#8211; Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Volta Eu Te Encontro<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Ur\u00e2nia Munzanzu<\/p>\n<p>Estado: BA<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 13 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Numa cidade negra situada abaixo da linha do equador, fortemente influenciada pelas revoltas caribenhas, a popula\u00e7\u00e3o rebelada contra os europeus toma as ruas comemorando independ\u00eancia e liberdade de seu povo preto e ind\u00edgena. Perigosa e adepta de feiti\u00e7aria, ela faz uma festa clandestina em pra\u00e7a p\u00fablica exaltando uma hero\u00edna Tumbalal\u00e1 neste territ\u00f3rio onde Hau\u00e7\u00e1s, prostitutas, carroceiros e bruxas s\u00e3o as donas de tudo e governam o lugar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>1\u00ba Festival Cine Deburu &#8211; Competitiva Nacional (pr\u00eamio de melhor filme j\u00fari oficial), XX Panorama de Cinema &#8211; Competitiva Baiana (pr\u00eamios de melhor fotografia e melhor som), 1\u00ba Afroestima &#8211; Mostra Competitiva (pr\u00eamio de melhor filme &#8211; outros brasis), 32\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria, 8\u00ba Festival Lugar de Mulher \u00e9 no Cinema<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre Plantas, M\u00e3os e F\u00e9<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Danielle Azevedo e Gabriela Alc\u00e2ntara<\/p>\n<p>Estado: DF<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 16 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Um encontro em homenagem ao sagrado e aos saberes ancestrais. &#8220;Sobre Plantas, M\u00e3os e F\u00e9&#8221; traz uma equipe formada pela fam\u00edlia do Il\u00e9 Ax\u00e9 Alarok\u00ea, construindo um registro carinhoso sobre a tradi\u00e7\u00e3o das benzedeiras de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o (SE). Entre a linguagem po\u00e9tica e entrevistas, o filme transborda afeto, f\u00e9 e respeito pelo sagrado. O curta \u00e9 uma partilha entre pessoas que acreditam no poder de cura das plantas e da natureza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>FestCine Itabaiana- Festival Internacional de Itabaiana<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo &#8211; Tradi\u00e7\u00e3o e F\u00e9 Cai\u00e7ara<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Felipe Scapino<\/p>\n<p>Cidade: Ubatuba<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 17 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Em Ubatuba, litoral norte de S\u00e3o Paulo, a f\u00e9 e a tradi\u00e7\u00e3o se entrela\u00e7am nos passos ritmados da Dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo. Ao som da viola e da rabeca, o mestre tocador conduz o bailado que atravessa horas de devo\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o. Realizada na casa de quem recebeu uma gra\u00e7a, a cerim\u00f4nia re\u00fane familiares, vizinhos e amigos em torno de um altar improvisado. Vinte e quatro dan\u00e7adores \u2013 doze homens e doze mulheres \u2013 sapateiam em sincronia, formando duas fileiras diante da imagem do santo. O document\u00e1rio revela a for\u00e7a da cultura cai\u00e7ara, onde o sagrado se manifesta em movimento, m\u00fasica e coletividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem participa\u00e7\u00e3o em festivais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Djaex\u00e1a Por\u00e3 &#8211; Um Olhar para o Futuro<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Adolfo Wera Mirim e Ed Davies<\/p>\n<p>Cidade: S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 14 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Retrato ut\u00f3pico para os dias de hoje de uma fam\u00edlia ind\u00edgena guarani revivendo seus costumes ancestrais. O filme apresenta o pai de uma fam\u00edlia, Adolfo Timotio Wer\u00e1 Mirim, e os seus temores sobre o futuro e a perda de identidade dos jovens da comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>25\u00ba FICA &#8211; Festival Internacional de Cinema Ambiental (Goi\u00e1s); 2\u00ba Festival Nacional Curta Pensar Filmes (Bahia); Lib\u00e9lula Filmes &#8211; Festival de Cinema de Jaboat\u00e3o (Pernambuco).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dona Lourdes<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Maria Sol Aranda<\/p>\n<p>Cidade: Ubatuba<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 15 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: O curta-metragem acompanha o cotidiano de Dona Lourdes, uma sambista de 84 anos, enquanto ela se prepara para o show mais importante da sua hist\u00f3ria, uma apresenta\u00e7\u00e3o no Teatro Municipal da cidade de Ubatuba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Mostra (r) Existe Cinema em Ubatuba, Mostra Boca Miuda, Mostra Ame-se at\u00e9 n\u00e3o poder mais, Festival de Curtas Campos de Jord\u00e3o, Festival de Cultura de Cambury.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre Linhas e Lutas<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Bruna Souza<\/p>\n<p>Cidade: Jacare\u00ed<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 3:30 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Ol\u00edvia Morena escreve desde crian\u00e7a, se tornou mulher, m\u00e3e, av\u00f3 e uma observadora da vida. Dos seus livros escritos em cadernos, a chuva levou o primeiro, quando sua casa de pau a pique desabou. E, assim como a \u00e1gua \u00e9 movimento, suas viv\u00eancias e hist\u00f3rias flu\u00edram para novos escritos em cadernos que revelam mem\u00f3rias, a supera\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia dom\u00e9stica e a desigualdade social. Em seu livro \u201cAtr\u00e1s da Porta\u201d, a poesia cuida para abrandar a dureza de uma vida a partir de seu olhar leve e seu prop\u00f3sito de resistir. Ol\u00edvia aprendeu desde muito cedo que, na vida, sempre \u00e9 tempo para recome\u00e7ar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Mostra do Filme Independente em Ouro Preto-MG (2025), GARCINE 2025 &#8211; Festival de Cinema de Guaratinguet\u00e1-SP e Caf\u00e9 com Cinema Curta Jovens Realizadores &#8211; BH- MG 2025, 1\u00ba Curta PG \u2013 Festival de Curtas-metragens de Praia Grande\/SP\/2025.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fernando Bispo, uma Vida na Arte-Educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Raissa Fernanda<\/p>\n<p>Cidade: Taubat\u00e9<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 27 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Document\u00e1rio sobre Fernando Bispo, artista negro autodidata de 70 anos que transforma materiais recicl\u00e1veis em esculturas. A obra retrata sua trajet\u00f3ria como educador popular e criador, destacando a for\u00e7a da arte perif\u00e9rica, da mem\u00f3ria e da reinven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem participa\u00e7\u00e3o em festivais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Muito Al\u00e9m do Balc\u00e3o<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Diego de Menezes<\/p>\n<p>Cidade: Taubat\u00e9<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 15 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 14 anos<\/p>\n<p>Sinopse: Tapa Olho Experimental n\u00e3o entende o porqu\u00ea das pessoas lhe fazerem sempre a mesma pergunta: Por que voc\u00ea n\u00e3o sai do boteco? E na busca por respostas e esta verdadeira crise existencial, ele vai parar justamente no boteco. Por l\u00e1, muitas coisas podem ser a resposta que Taps est\u00e1 procurando, at\u00e9 mesmo seu vizinho Jacar\u00e9, que lhe rouba o tempo, a paci\u00eancia, mas sempre traz um novo olhar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem participa\u00e7\u00e3o em festivais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o Pedro Pescador<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: J Valpereiro<\/p>\n<p>Cidade: S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>Ano: 2023<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 14 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: O curta retrata a prociss\u00e3o de S\u00e3o Pedro pescador organizada pelos pescadores do bairro de S\u00e3o Francisco e da Ilhabela e o envolvimento da comunidade cat\u00f3lica do bairro e seus cotidianos da f\u00e9, contado da perspectiva de um observador. Esse curta tem a narra\u00e7\u00e3o da historiadora Fernanda Palumbo, que serve como espinha dorsal desse filme e nos leva a reflex\u00f5es acerca da constru\u00e7\u00e3o da f\u00e9 da comunidade em torno do santo pescador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sem participa\u00e7\u00e3o em festivais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sois<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Rafael C\u00e9sar Figueiredo Barros<\/p>\n<p>S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse: Produ\u00e7\u00e3o da Maresias TV, o curta apresenta os bastidores do processo de grava\u00e7\u00e3o do \u00faltimo trabalho musical do multiartista Brenalta MC. Com depoimentos intensos e acalorados como os raios do sol, o document\u00e1rio traz viv\u00eancias e o relato de quem faz arte por amor. O protagonismo do movimento hip-hop do Litoral Norte vem \u00e0 tona pelas letras desse rapper e pelas imagens resgatadas neste projeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;S\u00f3is \u00e9 sobre possibilidade, antes de tudo. \u00c9 sobre encontrar o seu espa\u00e7o no mundo. \u00c9 sobre a ancestralidade que est\u00e1 acesa dentro de n\u00f3s. \u00c9 sobre as voltas que o nosso corpo continua dando em busca de algo maior&#8221;, diz Brenalta Mc.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais e exibi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>Exibi\u00e7\u00f5es no Sarau Ser T\u00e3o Maresias, Espa\u00e7o Cultural Escambau e Circo Navegador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mostra exclusivamente online &#8211; Litoral Norte e Vale do Para\u00edba<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs Ra\u00edzes da LGBTfobia no Brasil\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Alexsandro Stenico<\/p>\n<p>Cidade: S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 28 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 14 anos<\/p>\n<p>Sinopse: A multiartista transg\u00eanero Guia embarca em uma jornada para compreender as ra\u00edzes da LGBTfobia no Brasil. A partir de suas pr\u00f3prias viv\u00eancias e entrevistas com especialistas em Medicina, Hist\u00f3ria, Pol\u00edtica, Ativismo Social e Religi\u00e3o, ela investiga como fatores hist\u00f3ricos, culturais e pol\u00edticos moldaram a discrimina\u00e7\u00e3o contra a popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+. Produzido por meio da Lei Paulo Gustavo de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, o document\u00e1rio acompanha esse percurso de descoberta, revelando as origens do preconceito, bem como os desafios e caminhos para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa e inclusiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Festival de Cinema Nacional Garcine, Mostra do Filme Independente de Ouro Preto, RIO LGBTQIA+ 2025 &#8211; 14\u00ba Festival Internacional de Cinema, 8\u00ba Festival de Cinema de Jaragu\u00e1 do Sul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Banhado de Folhas<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Mariana Diniz<\/p>\n<p>Cidade: S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 20 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: \u201cBanhado de Folhas\u201d nos leva a adentrar em um territ\u00f3rio h\u00edbrido, onde o rural e o urbano se encontram, no Jardim Nova Esperan\u00e7a, mais conhecido como Banhado, na regi\u00e3o central da cidade de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos. O document\u00e1rio busca destacar os saberes dessa popula\u00e7\u00e3o mediante sua rela\u00e7\u00e3o com a natureza, expondo as injusti\u00e7as socioambientais que recaem sobre os moradores, junto \u00e0s quest\u00f5es fundi\u00e1rias, questionando a concep\u00e7\u00e3o ocidental de preserva\u00e7\u00e3o ambiental que desconsidera a presen\u00e7a hist\u00f3rica e a rela\u00e7\u00e3o da comunidade com o territ\u00f3rio. Kardec, o sanfoneiro que nos embala com sua m\u00fasica; Dona Maria, mulher da terra; e David Morais, com sua poesia e luta pol\u00edtica. Cada um deles nos convida a adentrar um universo de sabedoria e amor pelo territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Mostra Um retrato dos nossos tempos, Mostra Cinenatureza, Festival Curtas Campos do Jord\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Candinha<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Karola Lobo<\/p>\n<p>Cidade: Taubat\u00e9<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 11 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Ap\u00f3s o falecimento de Dona Maria C\u00e2ndida &#8211; maior figureira do Estado de S\u00e3o Paulo -, Maria Flor, uma crian\u00e7a de 9 anos apaixonada pelo pav\u00e3o azul, percorre Taubat\u00e9 para encontrar suas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Festival de Curtas de Campos do Jord\u00e3o, Kinotoy Fest, Mostra Boca Mi\u00fada, Lift-Off Global Network, Festival Corvo de Gesso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Gugu Tecel\u00e3<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Dannyel Leite<\/p>\n<p>Cidade: Ca\u00e7apava<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 9 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Conhe\u00e7a Gugu Tecel\u00e3, uma artes\u00e3 que transforma fios em hist\u00f3rias. Neste cap\u00edtulo, mergulhamos no universo de Gugu, que compartilha sua paix\u00e3o pela tecelagem e a import\u00e2ncia de manter viva uma tradi\u00e7\u00e3o ancestral. Acompanhe como ela cria pe\u00e7as \u00fanicas, entrela\u00e7ando tradi\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o em cada detalhe.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Festival Nacional Curta Pensar Filmes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sabores da Sobreviv\u00eancia<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Andr\u00e9 Augusto e Pedro Furtado<\/p>\n<p>Cidade: Ilhabela<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 25 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: O document\u00e1rio mergulha em parte da realidade da pesca artesanal em Ilhabela, retratando a luta de uma fam\u00edlia da comunidade tradicional cai\u00e7ara do Bonete para preservar suas ra\u00edzes em meio \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es do mercado de pescados. Atrav\u00e9s da hist\u00f3ria de seu Elias e sua fam\u00edlia, o filme revela como tradi\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o se unem por meio de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, como a t\u00e9cnica japonesa Ikejime, e iniciativas de valoriza\u00e7\u00e3o dos pescados. &#8220;Sabores da Sobreviv\u00eancia\u201d \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es que mant\u00eam viva a cultura local e uma mensagem de esperan\u00e7a para as futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>Festival de Cinema Ambiental &#8211; FICA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trancistas<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Mariane Garcia<\/p>\n<p>Cidade: Caraguatatuba<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 50 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Tran\u00e7ar \u00e9 mais do que uma t\u00e9cnica \u2014 \u00e9 uma forma de viver. O document\u00e1rio acompanha mulheres que, com as m\u00e3os, constroem caminhos de autonomia, cuidado e pertencimento. Gravado em Caraguatatuba, o document\u00e1rio revela como esse saber passado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o se transforma em sustento, identidade e express\u00e3o. Sem idealiza\u00e7\u00f5es, o filme escuta as hist\u00f3rias por tr\u00e1s das tran\u00e7as e convida o p\u00fablico a enxergar, com outros olhos, a for\u00e7a de um of\u00edcio que carrega cultura, mem\u00f3ria e afeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trajet\u00f3rias \u2013 Mulheres, Of\u00edcios e Vidas<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Raphael Carlos<\/p>\n<p>Cidade: Jacare\u00ed<\/p>\n<p>Ano: 2024<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 25 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Em quatro emocionantes hist\u00f3rias \u00fanicas, unidas por la\u00e7os que transcendem a cor da pele. De ancestralidade a lutas pessoais, de alegrias a tradi\u00e7\u00f5es, cada narrativa revela uma perspectiva \u00fanica e especial sobre a vida. &#8220;Trajet\u00f3rias &#8211; Mulheres , Of\u00edcios e Vidas&#8221; \u00e9 um projeto idealizado por Vanessa Zanchi, produzido em conjunto com Wagner Rodrigo na cidade de Jacare\u00ed, esse projeto conta com a dire\u00e7\u00e3o de Raphael Carlos. Elas n\u00e3o apenas expressam suas artes, mas tamb\u00e9m se reconectam com suas ra\u00edzes ancestrais, numa jornada de autoconhecimento e empoderamento!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em festivais:<\/p>\n<p>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Mostra do Filme Independente em Ouro Preto-MG (2025), GARCINE 2025 &#8211; Festival de Cinema de Guaratinguet\u00e1-SP, 1\u00ba Festival de Canas do Cinema Independente e Mostra Filmes Convidados do Festival Monstro 2025.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>D\u00casGRA\u00c7As<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Goraco<\/p>\n<p>Cidade: S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 3 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 10 anos<\/p>\n<p>Sinopse: Mau Agouro \u00e9 uma figura central em uma lenda conhecida nas comunidades cai\u00e7aras de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, no litoral norte de S\u00e3o Paulo. A tradi\u00e7\u00e3o popular afirma que devemos evitar xingamentos e men\u00e7\u00f5es de desgra\u00e7a, pois, caso contr\u00e1rio, o Mau Agouro pode surgir e nos atacar. No imagin\u00e1rio social, essa figura \u00e9 percebida como uma for\u00e7a opressora capaz de causar danos a indiv\u00edduos. Assim, a representatividade do Mau Agouro \u00e9 interpretada como a personifica\u00e7\u00e3o do homem colonial europeu que invade o territ\u00f3rio cai\u00e7ara, com a inten\u00e7\u00e3o de domin\u00e1-lo ou de \u201catacar\u201d seus habitantes. A sabedoria popular avisa: cuidado com as palavras malditas, pois o Mau Agouro pode aparecer e te jogar numa enrascada!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Som da Mar\u00e9<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Escola Livre de Cinema Cai\u00e7ara<\/p>\n<p>Cidade: Ilhabela<\/p>\n<p>Ano: 2025<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 25 minutos<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: livre<\/p>\n<p>Sinopse: Uma jov<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Document\u00e1rios trazem temas como o papel das mulheres na constru\u00e7\u00e3o das cidades, manifesta\u00e7\u00f5es religiosas no Litoral Norte, retratos de artistas e os ataques de 8 &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":29351,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-29350","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29350","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29350"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29350\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29352,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29350\/revisions\/29352"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29351"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29350"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29350"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29350"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}