{"id":22963,"date":"2025-06-16T16:05:56","date_gmt":"2025-06-16T19:05:56","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=22963"},"modified":"2025-06-16T15:38:52","modified_gmt":"2025-06-16T18:38:52","slug":"projeto-capacita-5-aldeias-da-terra-indigena-haliti-paresi-mt-para-experiencias-de-turismo-de-base-comunitaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/projeto-capacita-5-aldeias-da-terra-indigena-haliti-paresi-mt-para-experiencias-de-turismo-de-base-comunitaria\/","title":{"rendered":"PROJETO CAPACITA 5 ALDEIAS DA TERRA IND\u00cdGENA HALITI-PARESI (MT) PARA EXPERI\u00caNCIAS DE TURISMO DE BASE COMUNIT\u00c1RIA"},"content":{"rendered":"<p>Iniciativa &#8220;Rumo ao turismo sustent\u00e1vel&#8221; do Instituto Sama\u00fama, com patroc\u00ednio do Instituto Bancorbr\u00e1s, visa formar 50 pessoas em 10 semanas de estudos tur\u00edsticos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O turismo sustent\u00e1vel e de base comunit\u00e1ria, quando feitos de forma respons\u00e1vel, impactam positivamente as regi\u00f5es, levando gera\u00e7\u00e3o de renda e aumentando a preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Para que esse modelo de turismo avance, \u00e9 importante que os povos ind\u00edgenas tenham acesso a ferramentas e conhecimentos te\u00f3ricos e pr\u00e1ticos que os fa\u00e7am ter possibilidade de construir opera\u00e7\u00f5es estruturadas e serem profissionais e que causem o bem estar desejado. Em 16 de junho, o Instituto Sama\u00fama \u2013 uma iniciativa sem fins lucrativos da Vival\u00e1 &#8211; Turismo Sustent\u00e1vel no Brasil \u2013, junto ao parceiro estrat\u00e9gico Instituto Bancorbr\u00e1s e apoio da Prefeitura de Tangar\u00e1 da Serra (MT), realiza o lan\u00e7amento do projeto Rumo ao Turismo Regenerativo, na Aldeia Katyalarekwa, uma comunidades da Terra Ind\u00edgena Haliti-Paresi (MT), \u00e0 cerca de 6 horas de carro da capital Cuiab\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo de dez semanas, cerca de 50 pessoas das aldeias do projeto Menanehaliti \u2013 nome que o povo Haliti-Paresi escolheu para suas iniciativas de turismo e que, na l\u00edngua Aruak, significa algo como uma \u201ccontinuidade sem fim\u201d, um \u201cprojeto duradouro\u201d \u2013 ser\u00e3o impactadas. As aldeias Katyalarekwa, Serra Dourada, Oreke, Arara Azul e Duas Cachoeira receber\u00e3o uma forma\u00e7\u00e3o completa, amplamente testada com mais de 10 mil horas de aplica\u00e7\u00e3o e 700 empreendedores comunit\u00e1rios j\u00e1 formados. Al\u00e9m da capacita\u00e7\u00e3o de quase tr\u00eas meses, o curso prev\u00ea acompanhamento trimestral at\u00e9 fevereiro do pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO turismo em nossas terras \u00e9 fundamental e necess\u00e1rio para valorizar e preservar a rica cultura e biodiversidade das comunidades. Al\u00e9m de proporcionar o desenvolvimento econ\u00f4mico e sustent\u00e1vel ao mesmo tempo que educa e sensibiliza os visitantes. O objetivo principal \u00e9 criar uma experi\u00eancia que seja ben\u00e9fica tanto para eles quanto para n\u00f3s, mas garantindo que as atividades tur\u00edsticas sejam produzidas de maneira respons\u00e1vel e respeitosa. A import\u00e2ncia da capacita\u00e7\u00e3o \u00e9 para que possamos saber como divulgar a nossa cultura e o local\u201d, afirma Salom\u00e3o Nezokemazokai, cacique da aldeia Oreke.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Capacita\u00e7\u00e3o busca trazer viajantes de forma sustent\u00e1vel para a regi\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, o povo Haliti-Paresi iniciou seu caminho no turismo sustent\u00e1vel por meio da sua primeira capacita\u00e7\u00e3o, realizada pela prefeitura da cidade em conjunto com profissionais do setor. A expectativa do projeto Rumo ao Turismo Regenerativo \u00e9 complementar essa forma\u00e7\u00e3o. \u201cO projeto Menanehaliti de Etno e Ecoturismo \u00e9 fruto de um grande esfor\u00e7o coletivo desenvolvido entre as aldeias ind\u00edgenas beneficiadas, as gest\u00f5es p\u00fablicas estadual e municipal, a empresa de consultoria especializada, o poder legislativo de Mato Grosso e outros parceiros como a Vival\u00e1, maior operadora de turismo de base comunit\u00e1rio e etnoturismo do Brasil. As capacita\u00e7\u00f5es promovidas pelo projeto v\u00e3o garantir o conhecimento t\u00e9cnico necess\u00e1rio para proporcionarem uma aut\u00eantica e enriquecedora viv\u00eancia na sua cultura ancestral, impactando positivamente todas as aldeias com gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, preserva\u00e7\u00e3o dos costumes e tradi\u00e7\u00f5es, conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais e fortalecimento do protagonismo ind\u00edgena em seu territ\u00f3rio\u201d, afirma Wilson Pereira, turism\u00f3logo da Secretaria de Cultura e Turismo de Tangar\u00e1 da Serra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Seguimos dedicados na nossa ambi\u00e7\u00e3o de contribuir com o desenvolvimento do turismo sustent\u00e1vel e de base comunit\u00e1ria (TBC), agora em conjunto com as aldeias ind\u00edgenas de Tangar\u00e1 da Serra, que se junta \u00e0s nossas opera\u00e7\u00f5es junto ao povo Yanomami no Amazonas, Shanenawa no Acre, Kariri Xoc\u00f3 no Alagoas e aos Guarani em S\u00e3o Paulo&#8221;, destaca Daniel Cabrera, diretor executivo do Instituto Sama\u00fama e da Vival\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda neste ano, est\u00e3o previstas cerca de cinco expedi\u00e7\u00f5es comerciais para o novo destino em Tangar\u00e1 da Serra, com previs\u00e3o de dobrar este n\u00famero em 2026. Em todos os roteiros, os grupos s\u00e3o acompanhados por guias e facilitadores Vival\u00e1, mas tamb\u00e9m pelos representantes das comunidades visitadas que s\u00e3o os protagonistas de toda experi\u00eancia, comandando as hospedagens, alimenta\u00e7\u00e3o, guiamentos, passeios, oficinas tradicionais e a seguran\u00e7a<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Metodologia do projeto \u00e9 utilizada h\u00e1 dez anos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A metodologia de forma\u00e7\u00e3o utilizada ser\u00e1 da Universidade Vival\u00e1 de Neg\u00f3cios, um m\u00e9todo que \u00e9 utilizado h\u00e1 dez anos pela Vival\u00e1 junto a moradores de comunidades tradicionais brasileiras. A forma\u00e7\u00e3o ser\u00e1 dividida em m\u00f3dulos semanais, com temas como marketing, finan\u00e7as, vendas e a\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Ao final, espera-se que os participantes estejam ainda mais preparados para receberem os viajantes e tornar suas experi\u00eancias com o turismo rent\u00e1veis e sustent\u00e1veis do ponto de vista ambiental, social e financeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto conta com o investimento do Instituto Bancorbr\u00e1s, organiza\u00e7\u00e3o que tem um foco claro no desenvolvimento do turismo sustent\u00e1vel e de base comunit\u00e1ria no pa\u00eds, e entende este tipo de atua\u00e7\u00e3o como ferramenta de fortalecimento comunit\u00e1rio e da cultura dos povos ind\u00edgenas da regi\u00e3o, al\u00e9m da gera\u00e7\u00e3o de renda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cInvestir em turismo regenerativo \u00e9 uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica que refor\u00e7a o compromisso do Instituto Bancorbr\u00e1s com iniciativas que geram impacto positivo e duradouro. Ao apoiar o etnoturismo desenvolvido na Terra Ind\u00edgena Haliti Pares\u00ed, unimos dois prop\u00f3sitos: valorizar o conhecimento ancestral e a conex\u00e3o com a natureza e aplicar nossa experi\u00eancia em neg\u00f3cios para fortalecer uma atividade economicamente sustent\u00e1vel. A parceria com o Instituto Sama\u00fama representa uma oportunidade concreta de contribuir com o desenvolvimento de uma cadeia de turismo mais respons\u00e1vel, conectando a Operadora Bancorbr\u00e1s e o trade tur\u00edstico da regi\u00e3o de Tangar\u00e1 da Serra-MT\u201d, destaca Claudio Roberto, diretor geral de neg\u00f3cios do Grupo Bancorbr\u00e1s e diretor executivo do Instituto Bancorbr\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Vival\u00e1<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Vival\u00e1 atua no desenvolvimento do Turismo Sustent\u00e1vel no Brasil, promovendo experi\u00eancias que buscam ressignificar a rela\u00e7\u00e3o que as pessoas t\u00eam com o Brasil, sua biodiversidade e comunidades tradicionais. Atualmente, a Vival\u00e1 atua em 28 unidades de conserva\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, contemplando os biomas da Amaz\u00f4nia, Mata Atl\u00e2ntica, Cerrado, Pantanal e Caatinga, e trabalha em conjunto com mais de 1.584 fam\u00edlias envolvidas na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com 16 pr\u00eamios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a Vival\u00e1 tem a confian\u00e7a da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Aberta, Funda\u00e7\u00e3o do Grupo Botic\u00e1rio, Yunus &amp; Youth, al\u00e9m de ter uma opera\u00e7\u00e3o 100% carbono neutro e ser uma empresa B certificada, tendo a maior nota no turismo do Brasil e a 7\u00aa maior em todo o setor de turismo no mundo. At\u00e9 o final de 2024, a Vival\u00e1 j\u00e1 embarcou mais de 5 mil viajantes, al\u00e9m de ter injetado mais de R$ 7 milh\u00f5es em economias locais atrav\u00e9s da compra de servi\u00e7os de base comunit\u00e1ria e consumo direto dos viajantes. Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse: https:\/\/www.vivala.com.br\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o Instituto Sama\u00fama<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Criado pela Vival\u00e1 &#8211; Turismo Sustent\u00e1vel no Brasil em 2023, o Instituto Sama\u00fama promove solu\u00e7\u00f5es para um Brasil mais justo, sustent\u00e1vel e inclusivo por meio da educa\u00e7\u00e3o ambiental, inclus\u00e3o produtiva e estudos e diagn\u00f3sticos socioambientais. Ao longo de seus primeiros anos, o Instituto j\u00e1 atua em conjunto com o Minist\u00e9rio do Planejamento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (PNUD\/ONU), Instituto Bancorbr\u00e1s, Universidade da Carolina do Norte, entre tantos outros clientes e parceiros. Saiba mais em: https:\/\/vivala.com.br\/instituto-samauma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iniciativa &#8220;Rumo ao turismo sustent\u00e1vel&#8221; do Instituto Sama\u00fama, com patroc\u00ednio do Instituto Bancorbr\u00e1s, visa formar 50 pessoas em 10 semanas de estudos tur\u00edsticos &nbsp; O &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22964,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-22963","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22963","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22963"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22963\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22965,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22963\/revisions\/22965"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22964"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22963"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22963"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22963"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}