{"id":20798,"date":"2025-05-30T21:06:59","date_gmt":"2025-05-31T00:06:59","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=20798"},"modified":"2025-05-21T21:07:58","modified_gmt":"2025-05-22T00:07:58","slug":"drama-o-silencio-das-ostras-aborda-a-realidade-de-quem-vive-a-margem-da-mineracao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/drama-o-silencio-das-ostras-aborda-a-realidade-de-quem-vive-a-margem-da-mineracao-no-brasil\/","title":{"rendered":"DRAMA &#8220;O SIL\u00caNCIO DAS OSTRAS&#8221; ABORDA A REALIDADE DE QUEM VIVE \u00c0 MARGEM DA MINERA\u00c7\u00c3O NO BRASIL"},"content":{"rendered":"<p>Protagonizada por B\u00e1rbara Colen e Lav\u00ednia Castelari, primeira obra de fic\u00e7\u00e3o de Marcos Pimentel reflete sobre o impacto ambiental e humanit\u00e1rio da a\u00e7\u00e3o inconsequente das mineradoras, trazendo imagens reais das trag\u00e9dias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das produ\u00e7\u00f5es mais aclamadas na 26\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, o filme \u201cO Sil\u00eancio das Ostras\u201d (\u201cOysters\u2019 Silence\u201d), primeira obra de fic\u00e7\u00e3o do diretor e roteirista Marcos Pimentel, tem conquistado a aten\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica nacional e internacional por apresentar uma realidade muito comum, por\u00e9m constantemente suprimida em um Brasil displicente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Protagonizado pelas atrizes B\u00e1rbara Colen e Lav\u00ednia Castelari, em tr\u00eas diferentes tempos, ao lado de grande elenco, o longa apresenta a din\u00e2mica de uma fam\u00edlia extremamente humilde e que sobrevive por conta das atividades de minera\u00e7\u00e3o dominadas em um vilarejo na regi\u00e3o de Brumadinho, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO Sil\u00eancio das Ostras\u201d apresenta uma hist\u00f3ria de solid\u00e3o e despedidas, em um ambiente devastado pela ambi\u00e7\u00e3o humana e de grandes empresas, resultando em um filme-den\u00fancia delicado, por meio de um drama familiar recorrente, expondo a falta de futuro dos trabalhadores e moradores da regi\u00e3o e o impacto de um dos maiores desastres ambientais e humanit\u00e1rios do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ambientada a partir da d\u00e9cada de 80, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 vista sob o olhar da personagem Kaylane, a ca\u00e7ula de uma fam\u00edlia formada por mais quatro irm\u00e3os, que vive instigada por suas reflex\u00f5es e pelo medo de poss\u00edveis mudan\u00e7as e perdas da vida. Sua m\u00e3e, Cleude (Sinara Telles), \u00e9 uma mulher repleta de sonhos e perturbada por uma carga emocional de uma vida inteira arrasada pelas mineradoras. Vi\u00fava de um marido vivo, incapacitado devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es insalubres de trabalho, ela v\u00ea os filhos seguirem o caminho do pai, j\u00e1 que a fonte de renda da regi\u00e3o vem da minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na trama, as partidas se tornam algo comum na vida de Kaylane, que vive e cresce na comunidade de oper\u00e1rios. Ela v\u00ea o tempo passar em um ritmo diferente do imposto pela produtividade do capitalismo, nutrindo uma curiosidade \u00fanica pela vida e permeada n\u00e3o s\u00f3 pelo instinto de sobreviv\u00eancia, mas tamb\u00e9m sua sensibilidade, imagina\u00e7\u00e3o e sua forma singular de se relacionar com a natureza e os insetos que encontra durante suas andan\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sozinha em um cen\u00e1rio ocre e destru\u00eddo pela inconsequente a\u00e7\u00e3o das mineradoras na regi\u00e3o, ela se torna v\u00edtima do \u00eaxodo de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, buscando caminhos e dire\u00e7\u00f5es para seguir em frente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPor entre montanhas e futuras \u201cex-montanhas\u201d de Minas Gerais, acompanhamos Kaylane e suas andan\u00e7as pelas paisagens que a habitam e a consomem. A atividade mineradora resultou em in\u00fameros lugarejos e cidades-fantasmas em Minas Gerais\u201d, explica o diretor Marcos Pimentel. \u201cDe certa maneira, o filme busca reabitar, reocupar e repovoar esses lugares, como se a narrativa do filme aspirasse conferir uma possibilidade de perman\u00eancia para cen\u00e1rios que foram extra\u00eddos \u00e0 exaust\u00e3o. A minera\u00e7\u00e3o roubou-lhes n\u00e3o somente o solo, mas tamb\u00e9m a cren\u00e7a e a alma\u201d, completa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de mostrar toda a explora\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o e a extra\u00e7\u00e3o da vida e nutrientes presentes na natureza e no vilarejo, \u201cO Sil\u00eancio das Ostras\u201d traz cenas reais do rompimentos de barragens no estado de Minas Gerais, que resultou na morte de 270 pessoas e no despejo de mais de 12 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos em dejetos t\u00f3xicos em uma \u00e1rea de cerca de 270 hectares, equivalente a 378 campos de futebol, que chegou at\u00e9 o mar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNeste ano, completamos 10 anos da trag\u00e9dia do rompimento da barragem do Fund\u00e3o e seis anos da trag\u00e9dia em Brumadinho. Desastres reais que silenciaram sonhos e destru\u00edram vidas. \u2018O Sil\u00eancio das Ostras\u2019 retrata uma trag\u00e9dia que virou fic\u00e7\u00e3o de uma dor que ainda \u00e9 real\u201d, finaliza o cineasta Marcos Pimentel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO Sil\u00eancio das Ostras\u201d chega aos cinemas no dia 26 de junho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sinopse: A vida de uma menina que nasceu em uma vila de oper\u00e1rios de uma mina e tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Depois de perder todos os seus mundos, Kaylane insiste em sobreviver e resistir. Um filme sobre crescer, sobreviver e sonhar em meio \u00e0 poeira, \u00e0 lama e ao sil\u00eancio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trailer: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=OZIJZOdZ5Uk&amp;ab_channel=Olhar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ficha T\u00e9cnica:<\/p>\n<p>\u201cO Sil\u00eancio das Ostras\u201d<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o: 12 anos<\/p>\n<p>(Fic\u00e7\u00e3o, Drama | Brasil| 127\u2019 | 2024)<\/p>\n<p>Elenco: B\u00e1rbara Colen, Lav\u00ednia Castelari, Sinara Teles, Adyr Assump\u00e7\u00e3o, Lucas Oranmian, Jo\u00e3o Filho, Kaio Santos, Daniel Victor, Israel Xavier, Ryan Talles, Carlos Morelli, Lenine Martins, Renato Novaes Oliveira, Lira Ribas, Dinho Lima Flor, Cl\u00e1udio Lima e Helv\u00e9cio Izabel<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o e Roteiro: Marcos Pimentel<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Luana Melga\u00e7o, Marcos Pimentel<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o Executiva: Luana Melga\u00e7o, Fernanda Vidigal<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Clara Bastos<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Fotografia: Petrus Cariry<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Arte: Juliana Lobo<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Som: Camila Machado<\/p>\n<p>Montagem: Ivan Morales Jr.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o de Som e Mixagem: Vitor Coroa<\/p>\n<p>Tratamento de imagem: Jo\u00e3o Gabriel Riveres<\/p>\n<p>Assist\u00eancia de Dire\u00e7\u00e3o: D\u00e9bora de Oliveira<\/p>\n<p>Figurinista: Gabriella Marra<\/p>\n<p>Caracteriza\u00e7\u00e3o: Ju Bolze<\/p>\n<p>Consultoria de Roteiro: Thais Fujinaga<\/p>\n<p>1\u00ba Assistente de Dire\u00e7\u00e3o: D\u00e9bora de Oliveira<\/p>\n<p>2\u00ba Assistente de Dire\u00e7\u00e3o: Vin\u00edcius Rezende Morais, Gabi Filippo<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de Elenco:Ricardo Alves Jr, Germano Melo<\/p>\n<p>Prepara\u00e7\u00e3o de Elenco: Anna Kutner<\/p>\n<p>Pesquisa de Loca\u00e7\u00e3o: Mariana Andrade, Djalma Caf\u00e9<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Tempero, Anavilhana<\/p>\n<p>Distribui\u00e7\u00e3o: Olhar Filmes<\/p>\n<p>Apoio na distribui\u00e7\u00e3o: Projeto Paradiso &#8211; Pr\u00eamio Semin\u00e1rio de Exibi\u00e7\u00e3o Panorama.<\/p>\n<p>Hashtag: #N\u00e3oFoiFic\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o Diretor &#8211; Marcos Pimentel \u00e9 documentarista formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisi\u00f3n de San Antonio de los Ba\u00f1os (EICTV \u2013 Cuba) e especializado em Cinema Document\u00e1rio pela Filmakademie Baden-W\u00fcrttemberg, na Alemanha. Tamb\u00e9m \u00e9 graduado, no Brasil, em Comunica\u00e7\u00e3o Social (UFJF) e Psicologia (CES-JF). Diretor e roteirista de document\u00e1rios que ganharam 100 pr\u00eamios por festivais nacionais e internacionais e foram exibidos em mais de 700 festivais de 52 pa\u00edses. Desde 2009, \u00e9 professor do departamento de document\u00e1rios do curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisi\u00f3n de San Antonio de los Ba\u00f1os (EICTV \u2013 Cuba). O Sil\u00eancio das Ostras \u00e9 a sua primeira obra de fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Tempero &#8211; A Tempero \u00e9 um espa\u00e7o de cria\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o audiovisual, sediado em Belo Horizonte, que tem foco no cinema autoral e na produ\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios. Entre seus filmes, destacam-se os longas-metragens \u201cAmanh\u00e3\u201d (Doc, 2023); \u201cTr\u00eas Tigres Tristes\u201d (Fic\u00e7\u00e3o, 2022); \u201cPele\u201d (Doc, 2021); \u201cOs Ossos da Saudade\u201d (Doc, 2021); \u201cF\u00e9 e F\u00faria\u201d (Doc, 2019); \u201cEl Hombre que Cuida\u201d (Fic\u00e7\u00e3o, 2017), realizado em regime de coprodu\u00e7\u00e3o com a Rep\u00fablica Dominicana e Porto Rico; \u201cA Parte do Mundo que Me Pertence\u201d(Doc, 2017); e \u201cSopro\u201d (Doc, 2013); assim como os curtas-metragens \u201cSan\u00e3\u201d (Doc, 2013); \u201cA Poeira e o Vento\u201d (Doc, 2011); \u201cTaba\u201d (Doc, 2010); \u201cP\u00f3lis\u201d (Doc, 2009); \u201cA Arquitetura do Corpo\u201d (Doc, 2008); e \u201cO Maior Espet\u00e1culo da Terra\u201d(Doc, 2005). J\u00e1 entre suas produ\u00e7\u00f5es para televis\u00e3o, destacam-se o telefilme \u201cDia de Reis\u201d (Fic\u00e7\u00e3o, 2018), co-produzido pela Globo Filmes e exibido como Especial de Fim de Ano pela emissora Globo Minas; a s\u00e9rie \u201cDi\u00e1rios SObre o Corpo\u201d (Doc, 2017); os telefilmes \u201cAs Batalhas da F\u00e9\u201d(Doc, 2017); \u201cRuminantes\u201d (Doc, 2005), exibido para toda Europa pelo Canal ART\u00c8; e \u201cHorizontes M\u00ednimos\u201d (Doc, 2012), contemplado pelo DOCTV Am\u00e9rica Latina e exibido em emissoras p\u00fablicas de 15 pa\u00edses latino-americanos. Mais informa\u00e7\u00f5es no site oficial www.temperofilmes.com .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Anavilhana &#8211; Fundada em 2005, a ANAVILHANA surge do encontro entre Clarissa Campolina, Luana Melga\u00e7o e Mar\u00edlia Rocha. Ao longo de quase 20 anos, criaram desenhos de produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3prios para cada trabalho de forma a priorizar a liberdade e autonomia dentro dos processos criativos. No espa\u00e7o da Anavilhana buscam desenvolver novos olhares cinematogr\u00e1ficos, trocando experi\u00eancias, inspira\u00e7\u00f5es e construindo uma rede de colabora\u00e7\u00f5es. Nesse percurso, mais de 30 obras audiovisuais foram lan\u00e7adas, entre elas quatro coprodu\u00e7\u00f5es internacionais, todas com ampla participa\u00e7\u00e3o no mercado de cinema autoral; assim como curtas e longas-metragens, instala\u00e7\u00f5es, s\u00e9ries de TV e teatro. As produ\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m estiveram em destaque no circuito comercial de cinema e em plataformas de streaming no Brasil e no exterior. Em parceria com a Tempero Filmes, coproduzimram os longas \u201cSopro\u201d (Doc, 2013), \u201cA Parte do Mundo que Me Pertence\u201d(Doc, 2017), \u201cOs Ossos da Saudade\u201d (Doc, 2021) e \u201cO sil\u00eancio das ostras\u201d (Fic\u00e7\u00e3o, 2024). Mais informa\u00e7\u00f5es no site oficial: www.anavilhana.art.br .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a Olhar Filmes &#8211; Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experi\u00eancias, vis\u00f5es de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produ\u00e7\u00f5es a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflex\u00e3o, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribu\u00eddos pela Olhar j\u00e1 marcaram presen\u00e7a em v\u00e1rios festivais nacionais e internacionais, ganhando pr\u00eamios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra S\u00e3o Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participa\u00e7\u00f5es e 150 pr\u00eamios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes j\u00e1 distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lan\u00e7ou sua pr\u00f3pria plataforma de exibi\u00e7\u00e3o, a Olharplay, com cat\u00e1logo vasto com muitos dos seus pais, al\u00e9m da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os t\u00edtulos lan\u00e7ados pela Olhar, destacam-se os filmes \u201cMeu Corpo \u00e9 Pol\u00edtico\u201d de Alice Riff; \u201cN\u00f3is por N\u00f3is\u201d, de Aly Muritiba e Jandir Santin; \u201cOs Primeiros Soldados\u201d de Rodrigo de Oliveira; \u201cAlice J\u00fanior\u201d de Gil Baroni;\u201cMeu Nome \u00e9 Daniel\u201d e \u201cAssexybilidade\u201d de Daniel Gon\u00e7alves; \u201cVento Seco\u201d de Daniel Nolasco; &#8220;A Mesma Parte de Um Homem&#8221; de Ana Johann; &#8220;U\u00ddRA, A Retomada da Floresta&#8221; de Juliana Curi; \u201cRafiki\u201d da diretora queniana Wanuri Kahiu; e \u201cPraia Formosa\u201d de Julia De Simone. Mais informa\u00e7\u00f5es no site oficial: www.olharfilmes.com.br .<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Protagonizada por B\u00e1rbara Colen e Lav\u00ednia Castelari, primeira obra de fic\u00e7\u00e3o de Marcos Pimentel reflete sobre o impacto ambiental e humanit\u00e1rio da a\u00e7\u00e3o inconsequente das &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":20799,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-20798","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20798","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20798"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20798\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20800,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20798\/revisions\/20800"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20799"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20798"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20798"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20798"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}