{"id":20015,"date":"2025-05-14T19:18:37","date_gmt":"2025-05-14T22:18:37","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=20015"},"modified":"2025-05-13T19:19:35","modified_gmt":"2025-05-13T22:19:35","slug":"plataforma-inovadora-de-arte-e-arquitetura-inicia-internacionalizacao-com-mostra-em-paris","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/plataforma-inovadora-de-arte-e-arquitetura-inicia-internacionalizacao-com-mostra-em-paris\/","title":{"rendered":"PLATAFORMA INOVADORA DE ARTE E ARQUITETURA INICIA INTERNACIONALIZA\u00c7\u00c3O COM MOSTRA EM PARIS"},"content":{"rendered":"<p>Uma celebra\u00e7\u00e3o da arquitetura, arte e design brasileiros na Maison La Roche, ABERTO4 prop\u00f5e uma imers\u00e3o \u00fanica na rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9lebre arquiteto franco-su\u00ed\u00e7o Le Corbusier e a arquitetura modernista brasileira, celebrando as influ\u00eancias m\u00fatuas que moldaram um dos movimentos mais marcantes do s\u00e9culo 20<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ABERTO, plataforma expositiva idealizada por Filipe Assis para a difus\u00e3o da arte, design e arquitetura brasileira, d\u00e1 um passo decisivo em sua trajet\u00f3ria com a internacionaliza\u00e7\u00e3o de sua programa\u00e7\u00e3o. A quarta edi\u00e7\u00e3o da plataforma, ABERTO4 \u00e9 realizada em Paris, na ic\u00f4nica Maison La Roche, entre 13 de maio e 8 de junho de 2025, marcando o in\u00edcio de um novo ciclo de exposi\u00e7\u00f5es bianuais no exterior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ABERTO, criada em 2021, estreou em uma resid\u00eancia projetada por Oscar Niemeyer em S\u00e3o Paulo, consolidando-se rapidamente como uma plataforma inovadora que une arte, design e arquitetura em espa\u00e7os modernistas ic\u00f4nicos. Em apenas dois anos, a plataforma j\u00e1 realizou tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es no Brasil, celebrando a arquitetura modernista e promovendo o di\u00e1logo entre o passado e o presente da cultura brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A expans\u00e3o para Paris marca um momento decisivo na trajet\u00f3ria da plataforma. Na Maison La Roche, a ABERTO n\u00e3o apenas celebra a arquitetura modernista, mas tamb\u00e9m reafirma seu compromisso com a promo\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural brasileiro em um contexto global. O evento se posiciona, ainda, em conson\u00e2ncia com o Ano Cultural Brasil-Fran\u00e7a e com a passagem dos 60 anos da morte do arquiteto, urbanista, escultor e pintor Le Corbusier.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para Filipe Assis, a plataforma atua como um agente de interc\u00e2mbio cultural. &#8220;A miss\u00e3o \u00e9 atuar como ponte entre a arte brasileira e o cen\u00e1rio internacional&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ABERTO4: Arte e Arquitetura Brasileira encontram Le Corbusier em Paris<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quarta edi\u00e7\u00e3o da ABERTO ser\u00e1 realizada na Maison La Roche, um marco do patrim\u00f4nio moderno e Patrim\u00f4nio Mundial da UNESCO. A exposi\u00e7\u00e3o celebra a rela\u00e7\u00e3o profunda entre o c\u00e9lebre arquiteto franco-su\u00ed\u00e7o Le Corbusier e a arquitetura modernista brasileira, explorando as influ\u00eancias m\u00fatuas que moldaram um dos movimentos mais marcantes do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mostra apresentar\u00e1 cerca de 40 obras de renomados artistas brasileiros, destacando a influ\u00eancia de Le Corbusier na arquitetura e no design do Brasil. A curadoria \u00e9 assinada por Filipe Assis, Lauro Cavalcanti, Claudia Moreira Salles e Kiki Mazzucchelli, e promete uma experi\u00eancia imersiva, onde as obras se interrelacionam com a arquitetura \u00fanica da Maison La Roche.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destaques da Exposi\u00e7\u00e3o em Paris<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ABERTO4 apresentar\u00e1 uma sele\u00e7\u00e3o rica e diversificada de obras que exploram as m\u00faltiplas facetas de Le Corbusier e sua rela\u00e7\u00e3o com o Brasil. Entre os destaques est\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Correspond\u00eancias in\u00e9ditas: Documentos que revelam o di\u00e1logo entre Le Corbusier e Lucio Costa, pertencentes ao Esp\u00f3lio de Lucio Costa, mostrando a troca intelectual e criativa entre os dois arquitetos.<\/p>\n<p>\u2060 Maquetes hist\u00f3ricas: Tr\u00eas vers\u00f5es de projetos do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade (MES), no Rio de Janeiro, um marco da arquitetura modernista brasileira que incorporou os princ\u00edpios de Le Corbusier.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estudos urban\u00edsticos: Projetos para S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, emprestados pela Fondation Le Corbusier, que mostram a influ\u00eancia do arquiteto no planejamento urbano brasileiro.<\/p>\n<p>\u2060 Estudo em guache de Burle Marx: Um trabalho elaborado para os jardins do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, do acervo do Instituto Burle Marx, que destaca a integra\u00e7\u00e3o entre arquitetura e paisagismo.<\/p>\n<p>\u2060 \u2060Le Corbusier como artista: Pinturas e esculturas que evidenciam a vis\u00e3o multifacetada de Le Corbusier, incluindo a famosa Main ouverte, 1963 (M\u00e3o Aberta), da s\u00e9rie produzida em esmalte, e a rara Nature morte V\u00e9zelay, 1939, poucas vezes exibida ao p\u00fablico, que reflete a transi\u00e7\u00e3o do artista do purismo para uma abordagem mais expressiva e abstrata.<\/p>\n<p>Artistas brasileiros hist\u00f3ricos do per\u00edodo concreto: Obras de Cicero Dias, S\u00e9rgio Camargo, Lygia Clark, Lygia Pape, Amilcar de Castro e Maria Martins, que representam a efervesc\u00eancia art\u00edstica do modernismo brasileiro.<\/p>\n<p>Comiss\u00f5es contempor\u00e2neas: Obras criadas especialmente para a ABERTO4 por artistas brasileiros renomados, como Luiz Zerbini, Beatriz Milhazes, Juan Araujo, Marina Perez Sim\u00e3o, S\u00f4nia Gomes, Antonio Tarsis, La\u00eds Amaral e Sidival Fila. Essas obras dialogam diretamente com o espa\u00e7o da Maison La Roche e com o legado de Le Corbusier.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as comiss\u00f5es contempor\u00e2neas, destacam-se:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u2060 Luiz Zerbini: Uma pintura que mescla formas geom\u00e9tricas e flora tropical, aludindo \u00e0 arquitetura modernista e \u00e0 influ\u00eancia de Le Corbusier no Brasil.<\/p>\n<p>\u2060 \u2060Juan Araujo: Uma pintura alusiva \u00e0 c\u00fapula de Niemeyer para a Sede do Partido Comunista em Paris (1968-71), explorando a rela\u00e7\u00e3o entre os dois arquitetos.<\/p>\n<p>\u2060 \u2060Beatriz Milhazes: Uma colagem inspirada nas obras gr\u00e1ficas vibrantes de Le Corbusier, refletindo a influ\u00eancia do design modernista.<\/p>\n<p>\u2060 Lu\u00edsa Matsushita: Uma interven\u00e7\u00e3o que dialoga com as cores org\u00e2nicas da Maison La Roche, integrando-se ao espa\u00e7o de forma harmoniosa.<\/p>\n<p>\u2060 Marina Perez Sim\u00e3o: Uma pintura mural na sala de jantar da Maison La Roche, harmonizando-se com a policromia do espa\u00e7o e criando uma conex\u00e3o visual com a arquitetura de Le Corbusier.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma experi\u00eancia imersiva na Maison La Roche<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Maison La Roche, projetada por Le Corbusier e Pierre Jeanneret, \u00e9 um espa\u00e7o \u00fanico que promove uma conex\u00e3o \u00edntima entre o visitante e as obras. Com tetos baixos e designs orientais, a arquitetura do local amplifica a experi\u00eancia da exposi\u00e7\u00e3o, criando um di\u00e1logo profundo entre as obras e o espa\u00e7o. &#8220;Essas casas oferecem uma intimidade inesperada&#8221;, observa Claudia Moreira Salles, destacando como o ambiente enriquece a conex\u00e3o entre o visitante e as obras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Galerias e artistas participantes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ABERTO4 contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o de renomadas galerias e artistas brasileiros, incluindo Mendes Wood DM, Almeida &amp; Dale, Mennour, Fortes D\u2019Aloia &amp; Gabriel, Nara Roesler e Luisa Strina, dentre outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A lista completa re\u00fane os seguintes artistas:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alu\u00edsio Carv\u00e3o, Am\u00edlcar de Castro, Anna Maria Maiolino, Ant\u00f4nio Tarsis, Beatriz Milhazes, Cicero Dias, Erika Verzutti, H\u00e9lio Oiticica, Juan Araujo, Lais Amaral, Le Corbusier, Liuba Wolf, Lu\u00edsa Matsushita, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcius Galan, Maria Klabin, Maria Martins, Marina Sim\u00e3o, Mauro Restiffe, Milton Dacosta, Mira Schendel, Roberto Burle-Marx, Sandra Cinto, Sergio Camargo, Sidival Fila, Sonia Gomes, Sophia Loeb e Tunga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre Filipe Assis<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Filipe Assis, nascido em S\u00e3o Paulo em 1987, \u00e9 consultor de arte e fundador da ABERTO. Com mestrado pelo Sotheby&#8217;s Institute of Art e MBA pela SDA Bocconi, ele tem se dedicado a promover a arte e o design brasileiros internacionalmente. Assis \u00e9 patrono da Tate Modern e da Serpentine Gallery, destacando seu papel significativo na comunidade art\u00edstica global. Com forma\u00e7\u00e3o em finan\u00e7as e im\u00f3veis, incluindo nove anos na empresa de im\u00f3veis de luxo JHSF, e experi\u00eancia na gest\u00e3o de fundos no Banco Ita\u00fa e na Generali Real Estate, Assis traz uma perspectiva comercial \u00fanica para o mundo da arte. Desde que fundou a ABERTO, tem trabalhado em estreita colabora\u00e7\u00e3o com as renomadas curadoras Kiki Mazzuchelli e Claudia Moreira Salles para estabelec\u00ea-la como uma plataforma l\u00edder para as artes brasileiras, integrando sua perspic\u00e1cia comercial com sua paix\u00e3o pela arte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre Claudia Moreira Salles<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Claudia Moreira Salles, uma designer de destaque, formou-se na Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro em 1978. Sua carreira come\u00e7ou no Instituto de Desenho Industrial do Museu de Arte Moderna do Rio, onde trabalhou em um projeto de mobili\u00e1rio para escolas p\u00fablicas. Mudando-se para S\u00e3o Paulo, Salles passou a integrar a equipe de design da Escriba, uma f\u00e1brica de m\u00f3veis, desenvolvendo projetos mais autorais e mergulhando no trabalho com madeira e no artesanato. Suas primeiras pe\u00e7as foram comercializadas pela Nanni Movelaria, pioneira na promo\u00e7\u00e3o de designers independentes durante a d\u00e9cada de 1980. Na d\u00e9cada de 1990, Salles cruzou com Etel Carmona, que havia estabelecido uma f\u00e1brica dedicada a reviver as t\u00e9cnicas tradicionais de trabalho com madeira. Juntas, eles exploraram a linguagem simples, por\u00e9m rica, do design de m\u00f3veis padr\u00e3o, com foco em madeiras nativas. Com o tempo, Salles expandiu suas colabora\u00e7\u00f5es para incluir marcas como Firma Casa e Dpot, diversificando sua pr\u00e1tica para abranger objetos e lumin\u00e1rias para v\u00e1rios clientes. Internacionalmente, ela \u00e9 representada pela Galeria Espasso em Nova York, Miami e Londres, bem como pela ETEL em Mil\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre Kiki Mazzucchelli<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Kiki Mazzucchelli, nascida em S\u00e3o Paulo em 1972, tem sido uma curadora ativa desde o in\u00edcio dos anos 2000. Nos \u00faltimos anos, sua pesquisa tem se dedicado a expandir e enriquecer as narrativas hist\u00f3ricas da arte, com foco especial nos artistas latino-americanos. Ela \u00e9 autora e editora de v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es que destacam a arte latino-americana, incluindo as monografias de Tonico Lemos Auad (Koenig, 2018) e Marcelo Cidade (Cobog\u00f3, 2016). Mazzucchelli tamb\u00e9m \u00e9 conhecida por suas fun\u00e7\u00f5es como cofundadora do espa\u00e7o independente Kupfer em Londres (2017) e pela resid\u00eancia para artistas brasileiros na Gasworks, tamb\u00e9m em Londres (2017). Desde o in\u00edcio de 2022, ela atua como diretora art\u00edstica da Galeria Luisa Strina, solidificando ainda mais seu compromisso com a promo\u00e7\u00e3o da arte e dos artistas contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre Lauro Cavalcanti<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lauro Cavalcanti nasceu no Rio de Janeiro, em 1954.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Curador da ABERTO4, \u00e9 arquiteto, antrop\u00f3logo, curador de artes visuais e escritor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Autor de v\u00e1rios livros sobre arquitetura, arte, est\u00e9tica e sociedade entre os quais Dezoito Graus: uma hist\u00f3ria do Pal\u00e1cio Capanema, Moderno e Brasileiro: hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o de uma linguagem 1930-1960, Ainda Moderno: arquitetura brasileira contempor\u00e2nea (2005), Arquitetura Kitsch (1979\/2006), Arquitetura de Mot\u00e9is Cariocas (1982\/2006), Preocupa\u00e7\u00f5es do Belo (1995) e Quando o Brasil era Moderno (2001), este publicado nos EUA pela Princeton Architectural Press (2003). In\u00fameros ensaios publicados em livros e revistas de arte e arquitetura na Fran\u00e7a, Inglaterra, Estados Unidos, Canad\u00e1, It\u00e1lia, Portugal, M\u00e9xico e Jap\u00e3o. Conselheiro da Casa de Lucio Costa, da Funda\u00e7\u00e3o Oscar Niemeyer. Diretor da Casa Roberto Marinho (2014 at\u00e9 o presente), do Pa\u00e7o Imperial (1992-2014) e Professor da Esdi \u2013 Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ (1996-2018).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma celebra\u00e7\u00e3o da arquitetura, arte e design brasileiros na Maison La Roche, ABERTO4 prop\u00f5e uma imers\u00e3o \u00fanica na rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9lebre arquiteto franco-su\u00ed\u00e7o Le &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":20016,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-20015","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","latest_post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20015","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20015"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20015\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20017,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20015\/revisions\/20017"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20015"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20015"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20015"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}