{"id":14826,"date":"2025-01-30T10:30:43","date_gmt":"2025-01-30T13:30:43","guid":{"rendered":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/?p=14826"},"modified":"2025-01-29T23:46:41","modified_gmt":"2025-01-30T02:46:41","slug":"em-fevereiro-brasil-recebe-o-1o-encontro-internacional-de-cinemas-movidos-a-energia-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gilpimentel.com.br\/site\/em-fevereiro-brasil-recebe-o-1o-encontro-internacional-de-cinemas-movidos-a-energia-solar\/","title":{"rendered":"EM FEVEREIRO, BRASIL RECEBE O 1\u00ba. ENCONTRO INTERNACIONAL DE CINEMAS MOVIDOS A ENERGIA SOLAR"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os eventos acontecem em S\u00e3o Paulo e Rio Grande do Norte. Ser\u00e1 a primeira vez que projetos de cinema solar &#8211; e dos cinco continentes! &#8211; se encontram. A realiza\u00e7\u00e3o da COP 30 foi determinante para que o Brasil fosse o Pa\u00eds escolhido como sede desse encontro inovador. Haver\u00e1 debates sobre Cinema, Meio Ambiente e Sustentabilidade, exibi\u00e7\u00f5es de curtas e de v\u00eddeos dos projetos no Nepal, Saara Ocidental, Holanda, Cro\u00e1cia e Brasil e reuni\u00f5es executivas, presenciais e online, com os respons\u00e1veis pelos projetos.,<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil sediar\u00e1 o 1\u00ba Encontro Internacional de Cinemas Movidos a Energia Solar. O evento acontece em fevereiro e reunir\u00e1 projetos de diversos pa\u00edses. Haver\u00e1 sess\u00f5es de curtas e de filmes dos projetos de cinema solar em v\u00e1rios pa\u00edses, abertas ao p\u00fablico e com entrada franca, seguidos de debates. A programa\u00e7\u00e3o de cinema e debates acontece em S\u00e3o Paulo (dia 6, das 19h \u00e0s 21h) e Rio Grande do Norte (dias 8, em Cara\u00fabas, distrito de Maxaranguape, e 9, em S\u00e3o Miguel do Gostoso, ambas das 18h \u00e0s 20h30). Nos dias 10 e 11, das 11h \u00e0s 16h, em S\u00e3o Miguel do Gostoso, haver\u00e1 reuni\u00f5es executivas, com a participa\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis pelos projetos, alguns presencialmente e outros online, a partir de seus pr\u00f3prios pa\u00edses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 a primeira vez no mundo que os projetos se encontram para exibir filmes e discutir quest\u00f5es relativas ao Planeta, Cinema e Sustentabilidade. Participam os seguintes pa\u00edses e projetos: Brasil: Cinesolar; Chile: Plataforma Solar; Estados Unidos: Arizona Loft Solar Cinema; Holanda: Solar World Cinema; Cro\u00e1cia: Solar Cinema Adria; Saara Ocidental: Solar Cinema Western; Nepal: Solar Cinema Nepal; e Austr\u00e1lia: Solar Cinema Northern Territory.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na maioria dos pa\u00edses o projeto funciona partir de vans equipadas com placas solares que possibilitam, atrav\u00e9s de um sistema conversor de energia solar para el\u00e9trica, a exibi\u00e7\u00e3o de filmes e apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. No interior dos ve\u00edculos, h\u00e1 assentos para o p\u00fablico e tel\u00e3o, que s\u00e3o levados para fora para a montagem das \u201csalas de cinema\u201d (veja mais detalhes no t\u00f3pico \u201cSobre o Cinesolar\u201d). Mas o projeto n\u00e3o acontece da mesma forma em todos os lugares. No Nepal, a estrutura \u00e9 levada atrav\u00e9s de burros; na Austr\u00e1lia, adaptaram um trailer; no Saara Ocidental utilizam com carro com tra\u00e7\u00e3o nas quatro rodas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estar\u00e3o nos eventos Cynthia Alario, idealizadora no Brasil do projeto Cinesolar, e as tr\u00eas diretoras executivas do Solar World Cinema, projeto pioneiro no mundo: as holandesas Maureen Prins (fundadora), Maartje Piersma e Stien Meesters. A media\u00e7\u00e3o do encontro em S\u00e3o Paulo ser\u00e1 do ator, apresentador e ativista Sergio Marone. No Rio Grande do Norte, a secret\u00e1ria de Estado da Cultura, Mary Land Brito, participar\u00e1 dos dois debates.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s pens\u00e1vamos sobre esse encontro h\u00e1 muitos anos, mas adiamos nossos planos devido \u00e0 pandemia da Covid. Com a COP 30 programada para acontecer no Brasil este ano, decidimos que o pa\u00eds seria o local ideal para o primeiro encontro. Como pioneiros do Solar Cinema e fundadores da rede internacional Solar World Cinema, achamos maravilhoso que a ideia tenha se expandido. \u00c9 essencial entender as realidades e especificidades de cada projeto para determinar como podemos compartilhar experi\u00eancias e conhecimento, colaborar em iniciativas conjuntas e conscientizar sobre a import\u00e2ncia da cultura, sustentabilidade e causas ambientais para o planeta.\u201d \u2013 diz Maureen Prins fundadora do Solar World Cinema e uma das coordenadoras do Encontro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAp\u00f3s onze anos de trabalho extensivo de cinema itinerante movido a energia solar, com objetivo de democratizar o cinema, levando-o para as partes mais remotas do Pa\u00eds, estamos reunindo nossos parceiros apaixonados e aspirantes, para trocar conhecimento, experi\u00eancias e apresentar a diversidade de iniciativas de cinema solar e despertar ideias para estender ainda mais a rede pelo mundo\u201d, diz Cynthia Alario<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A diretora do Cinesolar tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia do encontro ser realizado no Brasil: \u201cDecidimos fazer aqui no pa\u00eds, no ano da COP 30, porque \u00e9 fundamental fomentar a discuss\u00e3o no vi\u00e9s das artes sobre o impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no mundo. N\u00f3s que trabalhamos com cultura e meio ambiente podemos contribuir com o envolvimento da sociedade civil e do estado em projetos e a\u00e7\u00f5es que impactem nas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e em toda a quest\u00e3o ambiental que \u00e9 a grande pauta da humanidade hoje. S\u00e3o importantes a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o, para as pessoas entenderem que n\u00e3o \u00e9 um tema de um pa\u00eds ou de um povo, mas planeta Terra. Projetos como os nossos, que acontecem em v\u00e1rios lugares do mundo, podem ajudar a formar uma massa cr\u00edtica de pensar n\u00e3o apenas as a\u00e7\u00f5es culturais, mas tamb\u00e9m as quest\u00f5es ambientais, ainda mais nesse momento em que h\u00e1 lideran\u00e7as que procuram barrar as a\u00e7\u00f5es que defendem o meio-ambiente, que n\u00e3o percebem o impacto das suas a\u00e7\u00f5es e que \u00e0s vezes at\u00e9 procuram trabalhar contra a\u00e7\u00f5es que s\u00e3o fundamentais\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cynthia Alario destaca que a escolha de S\u00e3o Miguel do Gostoso como sede da reuni\u00e3o executiva \u00e9 por ser uma cidade com voca\u00e7\u00e3o audiovisual e cada vez mais importante no cen\u00e1rio do cinema nacional. \u201cDesde 2013 o CDHEC\/Espa\u00e7o Tear, junto com a HECO Produ\u00e7\u00f5es, realiza na cidade a Mostra de Cinema de Gostoso. Tamb\u00e9m aqui foram realizados de 30 curtas-metragens que circularam em festivais do Brasil e do Exterior. Al\u00e9m disso, fazemos na cidade dezenas oficinas que j\u00e1 formaram 150 jovens, assim como in\u00fameras outras a\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea\u201d, diz Ricardo Andr\u00e9 Ribeiro, produtor da Mostra de Cinema e coordenador do Ponto de Cultura de S\u00e3o Miguel do Gostoso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O 1\u00ba Encontro Internacional de Cinemas Movidos a Energia Solar \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o conjunta do Cinesolar e do Solar World Cinema, com os seguintes parceiros: Unesco, SPCine, Mercedes-Benz, EnergySeg, Semearte, Ecori, Unipaz &#8211; Universidade da Paz, CDHEC (Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania), Brazucah Produ\u00e7\u00f5es, Coletivo N\u00f3s do Audiovisual, Espa\u00e7o TEAR, Tukano, Ecooar e USB Power.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o Cinesolar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado pela Brazucah Produ\u00e7\u00f5es, h\u00e1 11 anos o Cinesolar &#8211; o primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia solar &#8211; transforma espa\u00e7os p\u00fablicos e abertos em salas de cinema. J\u00e1 realizou 2730 sess\u00f5es com exibi\u00e7\u00e3o de 290 filmes e 780 oficinas de cinema para mais de 397 mil pessoas, de 890 cidades de 23 estados e do Distrito Federal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto, que cumpre 10 dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel), j\u00e1 percorreu mais de 350 mil quil\u00f4metros pelo pa\u00eds e atua com o objetivo de democratizar o acesso \u00e0s produ\u00e7\u00f5es audiovisuais (principalmente as nacionais), promover a\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, a inclus\u00e3o social e difundir a tecnologia da gera\u00e7\u00e3o de energia solar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto utiliza energia limpa e renov\u00e1vel para exibi\u00e7\u00f5es de filmes, unindo arte, cinema e sustentabilidade. Tudo funciona a partir de uma van equipada com placas solares que possibilitam, atrav\u00e9s de um sistema conversor de energia solar para el\u00e9trica, a exibi\u00e7\u00e3o de filmes e apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. No interior do ve\u00edculo, h\u00e1 100 assentos para o p\u00fablico e tel\u00e3o com metragem de 200 polegadas (que s\u00e3o levados para fora para a montagem da \u201csala de cinema\u201d), al\u00e9m de sistema de proje\u00e7\u00e3o e at\u00e9 um EcoVJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dentro da van, infogr\u00e1ficos e monitores mostram como funciona o carro e s\u00e3o passadas informa\u00e7\u00f5es sobre os princ\u00edpios b\u00e1sicos da energia solar (por exemplo: como a energia solar se transforma em energia el\u00e9trica). Al\u00e9m disso, s\u00e3o mostrados produtos de sustentabilidade e tecnologias renov\u00e1veis, com aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas no dia-a-dia, como um instigante rel\u00f3gio de batatas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os filmes exibidos sempre trabalham quest\u00f5es ligadas \u00e0 sustentabilidade com foco em tr\u00eas eixos: social, econ\u00f4mico e ambiental. Al\u00e9m das sess\u00f5es e das oficinas de cinema, muitas vezes a iniciativa ainda promove m\u00fasica org\u00e2nica e ecografite para crian\u00e7as e adolescentes. Essas atividades prop\u00f5em a reciclagem de materiais para a confec\u00e7\u00e3o de instrumentos musicais e o preparo de pigmentos naturais, como argila e urucum, nas pinturas produzidas pelos participantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Cinesolar realiza a compensa\u00e7\u00e3o de 55 toneladas CO2e, em parceria com a Ecooar, atrav\u00e9s do plantio de \u00e1rvores e da certifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de carbono, com a manuten\u00e7\u00e3o de florestas, em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, no munic\u00edpio de Gar\u00e7a\/SP. E tamb\u00e9m promove a\u00e7\u00f5es em conjunto com a Unesco no Brasil e a Unipaz (Universidade Internacional da Paz).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Programa\u00e7\u00e3o do 1\u00ba Encontro Internacional<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>de Cinemas Movidos a Energia Solar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Encontro ter\u00e1, nos dias 6, 8 e 9, debates sobre os projetos de cinema solar nos diversos pa\u00edses, v\u00eddeos dos projetos no Nepal, Saara Ocidental, Cro\u00e1cia, Holanda e Brasil; e sele\u00e7\u00e3o de curtas que abordam temas ligados \u00e0 sustentabilidade, \u00e0 consci\u00eancia ambiental e \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre o ser humano e a natureza. Haver\u00e1 tamb\u00e9m, nos dias 10 e 11, um encontro presencial e online com diretores de projetos de cinemas movidos a energia solar nos cinco continentes. \u00c9 uma oportunidade para celebrar a criatividade cinematogr\u00e1fica e promover reflex\u00f5es sobre as especificidades de cada projeto e, tamb\u00e9m, sobre o futuro do planeta. Confira a programa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, capital<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dia 6 de fevereiro, das 19h \u00e0s 21h, no Centro Cultural S\u00e3o Paulo, \u00e0 rua Vergueiro, 1000, Liberdade. Aberto ao p\u00fablico, com entrada franca. (A sess\u00e3o ser\u00e1 na sala Paulo Em\u00edlio. A entrada para a sess\u00e3o e debate deve ser retirada na bilheteria do Centro Cultural S\u00e3o Paulo uma hora antes do in\u00edcio da programa\u00e7\u00e3o.)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em Cara\u00fabas, distrito de Maxaranguape, no Rio Grande do Norte<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dia 8 de fevereiro, das 18h \u00e0s 20h30, na Pra\u00e7a Pedro Machado, ao lado da Igreja Matriz Nossa Senhora Da Guia. Com a van do Cinesolar. Aberto ao p\u00fablico, com entrada franca. (Em caso de chuva o evento ser\u00e1 na Creche Municipal Professora Maria de Lourdes Barros, \u00e0 rua da Maca\u00edba &#8211; S\/N.)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Miguel do Gostoso, Rio Grande do Norte<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dia 9 de fevereiro. Das 18h \u00e0s 20h30, no Centro Cultural Espa\u00e7o TEAR, \u00e0 rua das Caravelas, 131, Centro. Com a van do Cinesolar. Aberto ao p\u00fablico, com entrada franca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dias 10 e 11. Das 11h \u00e0s 16h, no Centro Cultural Espa\u00e7o TEAR e online, Encontro dos diretores dos projetos de cinema solar na Austr\u00e1lia, Brasil, Chile, Cro\u00e1cia, Estados Unidos, Holanda, Nepal e Saara Ocidental. Evento fechado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destaques Internacionais<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Varken (Dire\u00e7\u00e3o: Jorn Leeuwerink, Anima\u00e7\u00e3o; Dura\u00e7\u00e3o: 8min; Holanda\/2022)<\/p>\n<p>Um conto emocional que explora a conex\u00e3o entre os seres humanos e os animais, em um mundo em constante transforma\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Troco pilhas por sementes &#8211; Senha Verde (Dire\u00e7\u00e3o: Gast\u00f3n Garc\u00eda; Live-action\/N\u00e3o fic\u00e7\u00e3o; Dura\u00e7\u00e3o: 3min13s; M\u00e9xico\/2013)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Citlalli tem doze anos e se preocupa muito com o meio ambiente. Ela quer fazer algo para melhorar o lugar onde vive. Por isso, cria a iniciativa \u201cTroco pilhas por sementes\u201d, na qual estimula seus vizinhos a lhe entregar pilhas usadas e, em troca, receberem sementes de diferentes esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alba (Dire\u00e7\u00e3o: Elva Arrieta; Anima\u00e7\u00e3o; Dura\u00e7\u00e3o:7min42s; Peru\/2020)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Leti \u00e9 uma menina que vive em um mundo onde n\u00e3o pode brincar com outras crian\u00e7as. Em meio ao seu descontentamento, tentar\u00e1 juntar suas penas para um dia alcan\u00e7ar a liberdade que est\u00e1 procurando.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Torneira Perfeita (Dire\u00e7\u00e3o: Walter Tournier; Anima\u00e7\u00e3o\/Fic\u00e7\u00e3o, Dura\u00e7\u00e3o: 7min35s; Uruguai\/2008)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Impactante anima\u00e7\u00e3o de Tournier, considerado um dos mestres latino-americanos da anima\u00e7\u00e3o em stop motion. Na hist\u00f3ria, um senhor chamado Humberto trabalha dia e noite em um projeto para desenvolver um sistema de controle autom\u00e1tico de torneiras para n\u00e3o desperdi\u00e7ar \u00e1gua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>V\u00eddeos dos projetos de Cinema Solar no Nepal, Saara Ocidental, Holanda, Cro\u00e1cia e Brasil (Dura\u00e7\u00e3o: cerca de 15 minutos)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destaques Nacionais<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A\u00e7a\u00ed (Dire\u00e7\u00e3o: Andr\u00e9 Cantu\u00e1ria; Com\u00e9dia; Dura\u00e7\u00e3o: 18min; Brasil\/2019)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O curta \u201cA\u00e7a\u00ed\u201d conta a saga de Dionlenon, um homem de 30 anos que est\u00e1 acostumado com a vida que leva ao lado da m\u00e3e, com quem mora numa periferia de Macap\u00e1, no Amap\u00e1. Ele sai em busca de dois litros de a\u00e7a\u00ed para almo\u00e7ar, mas n\u00e3o imagina que a viagem ser\u00e1 t\u00e3o distante assim\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contos Mirabolantes: O Olho do Mapinguari (Dire\u00e7\u00e3o: Andrei Miralha e Petronio Medeiros; Anima\u00e7\u00e3o; Dura\u00e7\u00e3o: 9min18s; Brasil\/2023)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Maria Estrela \u00e9 uma menina que adora ouvir hist\u00f3rias antes de dormir, mas, cansada de ouvir sempre as mesmas, resolve ela mesma inventar um \u201cconto mirabolante\u201d, em que narra a hist\u00f3ria de como o Terr\u00edvel Mapinguari da Amaz\u00f4nia \u2014 um enorme monstro com uma enorme boca em sua barriga \u2014 perdeu seu \u00fanico olho na floresta. Nessa hist\u00f3ria, a destemida Maria Estrela, montada em Esperan\u00e7a, seu fabuloso Boi-Bumb\u00e1 Alado, parte numa busca para encontrar o olho do Mapinguari.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ministra do Lixo (Dire\u00e7\u00e3o: Harcan Costa, Document\u00e1rio; Dura\u00e7\u00e3o: 15min; Brasil\/2024)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Anna Raboud \u00e9 uma figura ilustre e respeitada em S\u00e3o Miguel do Gostoso (RN). Natural da Su\u00ed\u00e7a, ela chegou \u00e0 cidade trazendo um desejo de contribuir para causas sociais, preserva\u00e7\u00e3o ambiental e promo\u00e7\u00e3o cultural e durante anos fez um trabalho dedicado \u00e0 comunidade. No document\u00e1rio, Anna retorna \u00e0 cidade para reencontrar amigos e reviver as hist\u00f3rias que construiu ao longo de sua trajet\u00f3ria, mantendo viva sua conex\u00e3o com o lugar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre as(os) participantes dos debates<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Maureen Prins &#8211; fundadora e diretora executiva do Solar World Cinema e coordenadora do Encontro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cineasta e fundadora do Dutch Solar Cinema (Cinema Solar Holand\u00eas). Em 2000, se formou na The Northern Media School &#8211; Sheffield Hallam University (MA em artes cinematogr\u00e1ficas), como diretora, editora e designer de produ\u00e7\u00e3o. Depois, seguiu carreira fazendo curtas-metragens independentes, document\u00e1rios e videoclipes. Tamb\u00e9m trabalha como curadora freelancer, desenvolvendo programas de filmes e diretora de um centro de cinema criativo no sul da Holanda. Em 2009, criou a funda\u00e7\u00e3o Solar World Cinema junto com parceiros para internacionalizar o projeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Maartje Piersma \u2013 diretora executiva do Solar World Cinema<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Graduada em 2005 em M\u00eddia e Cultura (UvA), com especializa\u00e7\u00e3o em document\u00e1rio. Trabalhou no International Documentary Film Festival Amsterdam (IDFA), Latin American Film Festival (LAFF), Dutch Film Festival (NFF), Cinekid, Cinemien, Cinema Delicatessen e como chefe de Comunica\u00e7\u00e3o do Theatre Festival Parade. Em 2009, criou a funda\u00e7\u00e3o Solar World Cinema, junto com seus parceiros para internacionalizar o projeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Stien Meesters &#8211; diretora executiva do Solar World Cinema<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Produtora no setor cultural nos \u00faltimos 10 anos. Ela se formou em 2005 em Estudos de Cinema e Televis\u00e3o e se especializou em projetos e eventos de cinema, nacional e internacionalmente, tanto em posi\u00e7\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o quanto art\u00edsticas. Trabalhou na organiza\u00e7\u00e3o de Festivais de Cinema como IFFR, IDFA, CINEKID, BAFICI. Foi chefe de Programa\u00e7\u00e3o do Festival de Cinema Latino-Americano de Utrecht. Em 2009, criou a funda\u00e7\u00e3o Solar World Cinema junto com seus parceiros para internacionalizar o projeto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cynthia Alario \u2013 idealizadora do Cinesolar e coordenadora do Encontro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Empreendedora da economia criativa e ativista ambiental. Em 2002, fundou a Brazucah Produ\u00e7\u00f5es, produtora especializada na difus\u00e3o do cinema brasileiro pelo Brasil e pelo mundo. Idealizadora do Cinesolar &#8211; o primeiro cinema itinerante do pa\u00eds movido a energia solar, atualmente \u00e9 tamb\u00e9m parceira de desenvolvimento do BikeCine, cinema itinerante, ao ar livre, que funciona apenas com energia limpa e sustent\u00e1vel, gerada pelo pr\u00f3prio p\u00fablico, pedalando; e do Cine Autorama, um cinema m\u00f3vel estilo drive-in. Desenvolve a\u00e7\u00f5es em conjunto com a Unesco Representa\u00e7\u00e3o Brasil para a dissemina\u00e7\u00e3o dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel) e viaja pelo Pa\u00eds realizando oficinas de sustentabilidade e alegrando as pessoas com a magia do cinema. \u00c9 formada em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela Universidade de S\u00e3o Paulo e p\u00f3s-graduada em Transdisciplinaridade e Cultura de Paz. Atualmente \u00e9 vice-presidente da Unipaz SP e facilitadora de \u2018A Arte de Viver em Paz\u2019, metodologia desta entidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sergio Marone \u2013 mediador em S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ator, apresentador, ambientalista e empreendedor ser\u00e1 o mediador do encontro em S\u00e3o Paulo. Atualmente, Sergio Marone se dedica \u00e0 marca Tukano, de dermocosm\u00e9ticos sustent\u00e1veis e veganos que lan\u00e7ou h\u00e1 poucos anos, ao teatro e ao desenvolvimento de uma s\u00e9rie sobre responsabilidade socioambiental para a televis\u00e3o. Marone afirma que a sustentabilidade \u00e9 poss\u00edvel quando se presta aten\u00e7\u00e3o aos detalhes, como n\u00e3o utilizar garrafas de pl\u00e1stico, assim como levar sempre na bolsa ou mochila uma sacola de pano para n\u00e3o usar as de pl\u00e1stico. De acordo com o ativista, as solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis dependem de uma converg\u00eancia de interesses pessoais e coletivos e de pol\u00edticas p\u00fablicas alinhadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental. \u201cAs mudan\u00e7as de mentalidade e atitude s\u00e3o fundamentais, j\u00e1 que tudo est\u00e1 interligado\u201d, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mary Land Brito &#8211; secret\u00e1ria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Graduada em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UFRN (2000) e mestra em Multimeios pela Unicamp (2009). Vencedora do Edital do Minist\u00e9rio da Cultura &#8220;DocTV&#8221;, que originou o Filme \u201cSangue do Barro\u201d (2009). \u00c9 professora, e ex-coordenadora do Curso de Produ\u00e7\u00e3o Cultural do IFRN Campus Centro Hist\u00f3rico, tendo como principais disciplinas as relacionadas ao Audiovisual. Criou e coordenou os projetos Cinemateca Potiguar e Cine Poty. Atuou como coordenadora de Informa\u00e7\u00e3o e chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos da Pessoa com Defici\u00eancia da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (2015\/2016). Em coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com o IFB, ajudou na implanta\u00e7\u00e3o dos Cursos T\u00e9cnicos em Produ\u00e7\u00e3o de \u00c1udio e V\u00eddeo. \u00c9 roteirista, produtora e diretora, atuando tamb\u00e9m na preserva\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e difus\u00e3o do audiovisual potiguar. Atualmente ocupa o cargo de Secret\u00e1ria de Cultura do Rio Grande do Norte, onde coordena a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas estaduais de cultura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Os eventos acontecem em S\u00e3o Paulo e Rio Grande do Norte. 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